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	<title>Gamificação Archives - Simulare - Jogos de Empresas</title>
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	<description>A Simulare atua desde 2008 em todo o Brasil e no Exterior desenvolvendo e licenciando simuladores de gestão de negócios e jogos de empresas nos ambientes industrial, comercial e de serviços.</description>
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	<title>Gamificação Archives - Simulare - Jogos de Empresas</title>
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		<title>Competências socioemocionais no ensino superior: como os jogos empresariais desenvolvem o que a sala de aula tradicional não alcança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais que a sala de aula tradicional não alcança. Veja como simuladores formam profissionais completos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho mudou. E com ele, mudou também o que se espera de um profissional recém-formado. Dominar conceitos técnicos continua sendo importante, mas já não é suficiente. As organizações buscam pessoas capazes de colaborar, liderar, tomar decisões sob pressão, resolver conflitos e se adaptar a contextos que mudam com velocidade sem precedentes. Em outras palavras: o que diferencia profissionais hoje são as competências socioemocionais — e é exatamente nesse ponto que o ensino superior precisa avançar.</p>
<p>O problema é que essas competências não se desenvolvem com aulas expositivas, provas escritas ou trabalhos individuais. Elas exigem vivência, interação e contextos que simulem a complexidade do mundo real. É por isso que os jogos empresariais vêm ganhando espaço como uma das metodologias mais eficazes para preencher essa lacuna: ao colocar os alunos no papel de gestores de empresas simuladas, eles criam um ambiente onde competências como empatia, comunicação, resiliência e tomada de decisão surgem de forma orgânica, como consequência direta da dinâmica do jogo.</p>
<h2>O que são competências socioemocionais e por que o ensino superior precisa se preocupar com elas</h2>
<p>Competências socioemocionais são um conjunto de habilidades que permitem às pessoas gerenciar suas emoções, estabelecer relacionamentos saudáveis, trabalhar em equipe e tomar decisões responsáveis. Embora o termo tenha se popularizado nas discussões sobre educação básica — especialmente após a inclusão dessas competências na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) —, sua relevância no ensino superior é igualmente crítica.</p>
<p>A razão é simples: é na graduação e na pós-graduação que o aluno faz a transição entre o ambiente escolar e o mundo do trabalho. E o que o mercado espera desse profissional vai muito além do diploma. O relatório Future of Jobs 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial com base em dados de mais de 1.000 empresas em 55 economias, aponta que entre as competências de crescimento mais acelerado até 2030 estão pensamento criativo, resiliência, flexibilidade, curiosidade, aprendizagem ao longo da vida, liderança e influência social. Todas elas são, por natureza, competências socioemocionais.</p>
<p>Outro dado relevante: segundo o mesmo relatório, 63% dos empregadores identificam lacunas de competências como a principal barreira para a transformação dos seus negócios. E 39% das habilidades consideradas essenciais hoje serão transformadas ou se tornarão obsoletas até 2030. Isso significa que formar profissionais apenas com conhecimento técnico é preparar pessoas para um mercado que já não existe.</p>
<p>Para coordenadores e professores de cursos de Administração, Contábeis, Economia e Engenharia de Produção, essa realidade tem implicações práticas diretas. Não se trata de adicionar uma disciplina de &#8220;soft skills&#8221; ao currículo. Trata-se de repensar a metodologia como um todo, incorporando experiências que desenvolvam essas competências de forma integrada ao conteúdo técnico. E é exatamente aí que os jogos empresariais entram como ferramenta estratégica.</p>
<h2>Os limites da sala de aula tradicional</h2>
<p>Há competências que não se ensinam — se vivenciam. E a sala de aula tradicional, por mais bem conduzida que seja, tem limitações estruturais quando o objetivo é desenvolver habilidades socioemocionais.</p>
<p>Uma aula expositiva sobre liderança pode transmitir conceitos valiosos, mas não coloca o aluno na posição de ter que liderar um grupo sob pressão de tempo e com informações incompletas. Um estudo de caso sobre gestão de conflitos pode gerar reflexões importantes, mas não reproduz a tensão de um desacordo real entre colegas que precisam chegar a uma decisão conjunta. Um trabalho em grupo pode até exigir colaboração, mas raramente simula a interdependência de áreas e a pressão competitiva que existem em uma organização de verdade.</p>
<p>Esse gap entre teoria e prática não é novo, mas ganhou urgência em um cenário onde a Inteligência Artificial automatiza tarefas analíticas e operacionais com eficiência crescente. Quanto mais a IA assume funções técnicas e repetitivas, mais o mercado valoriza justamente aquilo que ela não faz: interpretar contextos ambíguos, negociar com empatia, construir consenso em equipes diversas e tomar decisões que envolvem julgamento ético e visão de longo prazo.</p>
<p>Nesse contexto, o ensino superior que se limita a transmitir conteúdo técnico está formando profissionais incompletos — e, cada vez mais, substituíveis.</p>
<h2>Como os jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais na prática</h2>
<p>Um jogo de empresas é, por natureza, um laboratório de competências socioemocionais. Não porque foi desenhado para isso como objetivo primário, mas porque a dinâmica do simulador exige dos participantes exatamente o tipo de comportamento que o mercado valoriza. As competências emergem como consequência da experiência, não como conteúdo programático.</p>
<h3>Trabalho em equipe e comunicação</h3>
<p>Nos jogos empresariais, os participantes são organizados em equipes de 3 a 5 integrantes que precisam administrar uma empresa simulada. Cada rodada exige dezenas de decisões interdependentes — preço, produção, investimento em marketing, contratação, financiamento — que precisam ser discutidas, negociadas e decididas em conjunto, geralmente sob pressão de prazo.</p>
<p>Não existe espaço para o &#8220;cada um faz a sua parte&#8221; típico dos trabalhos acadêmicos tradicionais. As decisões de uma área afetam diretamente todas as outras: uma contratação precipitada compromete o caixa; uma redução agressiva de preço sobrecarrega a produção. Essa interdependência força a equipe a se comunicar com clareza, dividir responsabilidades de forma inteligente e construir processos internos de governança — habilidades que são diretamente transferíveis para o ambiente corporativo.</p>
<h3>Tomada de decisão sob incerteza</h3>
<p>Decidir é fácil quando se tem todas as informações. O problema é que isso quase nunca acontece na vida real — e tampouco acontece no simulador. Os participantes tomam decisões com base em relatórios, indicadores e análises de mercado, mas sempre com grau de incerteza: o comportamento dos concorrentes é imprevisível, as condições do mercado mudam a cada rodada e os resultados nem sempre correspondem às expectativas.</p>
<p>Essa dinâmica desenvolve algo que nenhuma prova escrita consegue: a tolerância à ambiguidade e a capacidade de agir com assertividade mesmo quando não se tem certeza absoluta. Os alunos aprendem a avaliar riscos, ponderar alternativas e — tão importante quanto — a lidar com as consequências das suas escolhas, incluindo o erro.</p>
<h3>Resiliência e gestão emocional</h3>
<p>Em um jogo empresarial competitivo, nem tudo vai dar certo. Equipes que lideram em uma rodada podem cair nas seguintes. Decisões que pareciam acertadas revelam-se equivocadas quando os resultados chegam. A frustração, a pressão e a necessidade de recomeçar fazem parte da experiência — e são exatamente essas situações que constroem resiliência.</p>
<p>Diferentemente de uma avaliação tradicional, onde o erro gera apenas uma nota baixa, no simulador o erro tem contexto, consequência e oportunidade de correção. O aluno não apenas erra: ele entende por que errou, vê o impacto da decisão no resultado da empresa e tem a chance de ajustar a rota na próxima rodada. Esse ciclo de ação, reflexão e ajuste é a base do aprendizado experiencial — e um dos mecanismos mais poderosos de desenvolvimento socioemocional.</p>
<h3>Liderança e influência</h3>
<p>Dentro de uma equipe de jogo, papéis de liderança surgem de forma espontânea. Alguém precisa organizar o processo decisório, mediar divergências e garantir que o grupo entregue suas decisões no prazo. Mas a liderança no jogo não é dada por um título: é conquistada pela capacidade de influenciar, articular ideias e manter o grupo coeso.</p>
<p>Essa dinâmica expõe diferentes perfis — o analítico, o estratégico, o conciliador, o executor — e permite que os alunos experimentem papéis que normalmente não exerceriam em uma sala de aula convencional. Para muitos, é a primeira vez que lideram um grupo sob pressão real, e essa vivência é profundamente formadora.</p>
<h3>Empatia e consciência social</h3>
<p>A convivência intensiva dentro de um jogo empresarial, com suas vitórias e frustrações compartilhadas, desenvolve algo difícil de ensinar em aula: a empatia. Os participantes aprendem a reconhecer os pontos fortes e limitações dos colegas, a lidar com perfis diferentes dos seus e a construir relações de confiança que viabilizam decisões coletivas de qualidade.</p>
<p>Além disso, decisões que envolvem gestão de pessoas — como definir salários, jornadas de trabalho e investimentos em treinamento — sensibilizam os alunos para o impacto humano das escolhas gerenciais, algo que um caso teórico dificilmente consegue transmitir com a mesma intensidade.</p>
<h2>O papel do mediador: transformar experiência em aprendizado consciente</h2>
<p>É importante ressaltar que o simulador, por si só, não desenvolve competências socioemocionais de forma automática. O que transforma a experiência do jogo em aprendizado efetivo é a mediação pedagógica — o papel do professor ou consultor que conduz a atividade.</p>
<p>O mediador é responsável por criar momentos de reflexão entre as rodadas, provocar a análise crítica das decisões tomadas, destacar os comportamentos observados nas equipes e conectar a experiência do jogo com os conceitos teóricos da disciplina. É ele que ajuda o aluno a perceber que a dificuldade de alinhar a equipe na rodada 3 é, na essência, o mesmo desafio de integração departamental que estudou na teoria de administração.</p>
<p>Sem essa mediação, o jogo é apenas um jogo. Com ela, torna-se uma experiência de desenvolvimento integral, que combina conteúdo técnico (finanças, marketing, operações) com competências humanas (comunicação, liderança, resiliência) de forma integrada e memorável.</p>
<h2>Jogos empresariais e o novo perfil de egresso que o mercado exige</h2>
<p>Os dados são consistentes: o mercado de trabalho está se movendo em uma direção clara. Competências técnicas continuam sendo pré-requisito, mas são as competências socioemocionais que diferenciam profissionais e definem trajetórias de carreira.</p>
<p>Para as instituições de ensino, isso representa tanto um desafio quanto uma oportunidade. O desafio é incorporar metodologias que de fato desenvolvam essas competências, indo além do discurso. A oportunidade é se diferenciar em um mercado educacional cada vez mais competitivo, oferecendo uma formação que prepara o aluno para o que o mercado realmente valoriza.</p>
<p>Os jogos empresariais cumprem esse papel com uma eficácia difícil de igualar por outras metodologias. Eles não são uma atividade complementar ou um recurso lúdico opcional: são um espaço de desenvolvimento integral, onde o aluno aprende a pensar sistemicamente, decidir sob pressão, liderar com colaboração e lidar com a incerteza — competências que nenhuma prova, trabalho escrito ou aula expositiva consegue desenvolver com a mesma profundidade.</p>
<p>Em um cenário onde a IA transforma o que significa ser um bom profissional, investir em experiências que desenvolvam o que é essencialmente humano não é mais uma escolha. É uma necessidade estratégica para qualquer curso que pretenda formar profissionais relevantes para o mercado de trabalho dos próximos anos.</p>
<hr />
<p><em>Se você é professor ou coordenador e quer entender como os jogos empresariais podem fortalecer o desenvolvimento de competências socioemocionais no seu curso, entre em contato com a equipe da Simulare. Teremos prazer em mostrar como o simulador funciona na prática e como ele pode se integrar à sua disciplina ou projeto pedagógico.</em></p>
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		<title>Jogos empresariais e IA: uma estratégia de diferenciação para cursos de administração e ciências contábeis na era da inteligência artificial.</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/jogos-empresariais-e-ia-uma-estrategia-de-diferenciacao-para-cursos-de-administracao-e-ciencias-contabeis-na-era-da-inteligencia-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 14:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos empresariais desenvolvem habilidades que a IA não substitui. Saiba como essa metodologia valoriza cursos de gestão no EAD e no presencial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de educação superior no Brasil nunca foi tão competitivo. Com a expansão do ensino a distância e a proliferação de instituições, cursos de Administração, Ciências Contábeis e áreas correlatas enfrentam um desafio crescente: como se destacar e entregar real valor ao aluno? Uma resposta cada vez mais adotada por instituições inovadoras é a incorporação dos <strong>jogos empresariais</strong> ao currículo e os resultados falam por si.</p>
<h2>O que são jogos empresariais?</h2>
<p>Jogos empresariais são simuladores de gestão de negócios que colocam os alunos no papel de gestores de empresas fictícias, mas em cenários que reproduzem fielmente a realidade do mercado. Os participantes precisam analisar dados financeiros e gerenciais, tomar decisões operacionais, táticas e estratégicas, lidar com concorrência, recursos humanos e incerteza, tudo isso em ambiente controlado e seguro para o aprendizado.</p>
<h2>Por que isso faz diferença no currículo?</h2>
<p>Cursos de gestão são historicamente criticados pelo excesso de teoria sem aplicação prática. Os jogos empresariais resolvem exatamente essa lacuna: permitem que o aluno vivencie situações reais antes mesmo de entrar no mercado de trabalho. Conceitos de contabilidade, finanças, marketing e estratégia deixam de ser abstratos e passam a ter consequências concretas dentro da simulação.</p>
<p>Além das competências técnicas (<em>hard skills</em>), o formato em equipes estimula habilidades igualmente valorizadas pelo mercado, como comunicação, trabalho colaborativo, liderança e resolução de conflitos, as chamadas <em>soft skills</em>.</p>
<h2>Diferenciação no EAD e no modelo presencial</h2>
<p>No ensino a distância, um dos maiores desafios é o engajamento. Os jogos empresariais são nativamente digitais e podem ser acessados de qualquer lugar com internet, o que os torna ideais para turmas EAD. Mais do que isso, criam um senso de pertencimento e competição saudável que aproxima alunos que jamais se encontrarão pessoalmente, transformando a experiência online em algo dinâmico e colaborativo.</p>
<p>No presencial, os jogos ganham ainda mais dimensão quando aplicados como torneios entre turmas, cursos ou até unidades de uma mesma instituição. Esse formato transforma o aprendizado em um evento institucional marcante, que eleva a percepção de inovação e qualidade do curso na visão do aluno.</p>
<h2>Impacto além da sala de aula</h2>
<p>A aplicabilidade dos jogos vai além do currículo regular. Instituições têm utilizado essa metodologia para cumprir as exigências de <strong>atividades de extensão</strong> do MEC, levando simulações a comunidades de microempreendedores e autônomos, com alunos atuando como tutores. Essa experiência enriquece a formação acadêmica ao mesmo tempo em que gera impacto social real.</p>
<h2>Jogos empresariais na era da Inteligência Artificial</h2>
<p>Vivemos um momento em que a Inteligência Artificial avança rapidamente e transforma a forma como trabalhamos, estudamos e tomamos decisões. Ferramentas de IA conseguem analisar dados, gerar relatórios, sugerir estratégias e até simular cenários de negócios com impressionante precisão. Diante disso, surge uma pergunta legítima: ainda faz sentido treinar estudantes com jogos empresariais?</p>
<p><strong>A resposta é não apenas sim, é mais do que nunca.</strong></p>
<p>A IA é uma ferramenta poderosa, mas ela opera sobre dados e padrões. O que ela não consegue reproduzir com maestria (ainda não&#8230; rsrs) é a complexidade do fator humano. Nos jogos empresariais, os estudantes não estão enfrentando um algoritmo: estão competindo contra outras equipes formadas por pessoas reais, com percepções, emoções, estratégias imprevisíveis e estilos de liderança distintos. Essa dinâmica é radicalmente diferente de consultar uma IA para obter uma resposta.</p>
<p>Na prática profissional, as decisões mais difíceis raramente são as que envolvem números, são as que envolvem pessoas. Negociar com um fornecedor resistente, motivar uma equipe em crise, reagir a um movimento inesperado de um concorrente ou convencer sócios a mudar de estratégia são situações que exigem inteligência emocional, escuta ativa, julgamento contextual e capacidade de adaptação. Nenhuma IA resolve isso pelo gestor.</p>
<p>Os jogos empresariais são, portanto, o ambiente ideal para desenvolver exatamente o que a IA não substitui. O aluno pode, e deve, usar ferramentas tecnológicas como apoio à análise e à tomada de decisão. Mas no momento em que a partida começa, ele estará diante de adversários humanos que também têm acesso às mesmas ferramentas. O diferencial será sua capacidade de pensar criticamente, trabalhar em equipe, lidar com pressão e fazer escolhas com informação incompleta &#8211; habilidades que só se desenvolvem na prática, com outros seres humanos.</p>
<p>Ao incorporar jogos empresariais ao currículo, as instituições de ensino preparam seus alunos não para um mundo sem IA, mas para um mundo <em>com</em> IA, onde o que vai diferenciar um profissional não é o acesso à tecnologia, mas a capacidade de usá-la com inteligência, ética e sensibilidade humana.</p>
<h2>Retenção, satisfação e reputação</h2>
<p>Do ponto de vista institucional, o resultado é claro: alunos mais engajados tendem a ter menor taxa de evasão, maior satisfação com o curso e se tornam promotores naturais da instituição. Em um setor onde a reputação é construída boca a boca e por avaliações online, oferecer uma metodologia diferenciada como os jogos empresariais pode ser o fator decisivo na escolha, e na permanência, de um aluno.</p>
<p>Investir em jogos empresariais não é apenas uma aposta pedagógica. É uma estratégia inteligente de posicionamento competitivo para instituições que querem se destacar em um mercado saturado, formando profissionais mais preparados e construindo uma identidade de ensino verdadeiramente inovadora.</p>
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		<item>
		<title>Novo marco EAD 2025: Como Jogos de Empresas elevam a qualidade dos cursos online</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/novo-marco-ead-2025-jogos-de-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nova Política de Educação a Distância no Brasil, instituída pelo Decreto 12.456/2025, transforma o cenário dos cursos superiores online — exigindo mais interação, evidência de aprendizagem e metodologias ativas. Neste contexto, os jogos de empresas emergem como ferramentas poderosas para engajar estudantes, demonstrar desempenho e assegurar a qualidade exigida. O que mudou na EaD [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova Política de Educação a Distância no Brasil, instituída pelo Decreto 12.456/2025, transforma o cenário dos cursos superiores online — exigindo mais interação, evidência de aprendizagem e metodologias ativas. Neste contexto, os jogos de empresas emergem como ferramentas poderosas para engajar estudantes, demonstrar desempenho e assegurar a qualidade exigida.</p>
<h2>O que mudou na EaD com o Decreto 12.456/2025</h2>
<p>Em maio de 2025, o governo federal publicou o Decreto 12.456/2025, que define os novos formatos de oferta de cursos no ensino superior: presencial, semipresencial e EaD. Dentre as principais mudanças:</p>
<ul>
<li>Modalidade EaD exige mínimo de 20% da carga presencial ou síncrona mediada.</li>
<li>Modalidade semipresencial com no mínimo 30% presencial + até 50% EaD.</li>
<li>Provas presenciais obrigatórias mesmo na EaD.</li>
<li>Cursos como Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia ficam vedados à modalidade 100% EaD.</li>
<li>Mais rigor em metodologias, supervisão, tutoria e evidências de aprendizagem.</li>
<li>Essas mudanças elevam a régua de qualidade e exigem das instituições processos estruturados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Por que jogos de empresas são aliados do Novo Marco</h2>
<p>Jogos de empresas (business simulations) criam ambientes ativos onde estudantes tomam decisões, aprendem com erros, recebem feedback, e colaboram ou competem em cenários realistas. Por que isso é estratégico para adequação ao novo marco?</p>
<ul>
<li>Permitem atividades síncronas mediadas que somam à carga exigida.</li>
<li>Geram rastros digitais (logs, dashboards) que funcionam como evidência de aprendizagem.</li>
<li>Reforçam metodologias ativas, interação aluno-aluno e aluno-docente, conforme o decreto exige.</li>
<li>Estimulam competências de nível superior (ex: tomada de decisão, análise de dados, liderança) que elevam o perfil do egresso.</li>
</ul>
<h2>Como implementar simulações em cursos EaD e semipresenciais</h2>
<p>Para tornar os jogos de empresas parte integrante da metodologia, siga este roteiro estratégico:</p>
<ul>
<li>Seleção da plataforma/simulação – avalie custo, relatórios, acessibilidade.</li>
<li>Integração no PPC e no plano de ensino – deixe claro que “rodadas de simulação” fazem parte da carga, tutoria, avaliação.</li>
<li>Definição de momentos síncronos ou presenciais – encontro para “kick-off”, sessões mediadas, apresentação dos resultados.</li>
<li>Avaliação e evidência – use logs, decisões dos times, feedbacks, relatórios finais como parte da nota.</li>
<li>Relatórios institucionais – reúna dados das simulações para CPA, NDE, avaliação externa e revisão de qualidade.</li>
<li>Formação de tutores/mediadores – importante que o docente conheça a dinâmica e saiba mediar.</li>
<li>Comunicação ao estudante – explique o valor da simulação, as entregas, os critérios de avaliação e como isso contribui para a formação.</li>
</ul>
<h2>Benefícios para estudantes, instituições e avaliação do MEC</h2>
<p>Para <strong>estudantes</strong>: aumento no engajamento, aprendizado mais ativo e prático, desenvolvimento de competências essenciais para o mercado.<br />
Para <strong>instituições</strong>: melhor índice de retenção, maior qualidade percebida, documentação robusta para auditorias e visitas de avaliação.<br />
Para <strong>avaliação externa</strong> (Ministério da Educação/MEC): evidência de metodologias ativas, interação, tutoria, avaliação robusta e coerência entre perfil de egresso e atividades.<br />
Esses fatores ajudam sua instituição a se diferenciar e a manter conformidade com o Novo Marco.</p>
<h2>Checklist para coordenadores e NDE</h2>
<ul>
<li>O PPC menciona explicitamente “jogos de empresas” ou “simulações de negócio” como metodologia ativa?</li>
<li>As atividades de simulação foram programadas como síncronas ou presenciais, conforme a exigência mínima?</li>
<li>Os critérios de avaliação relacionados à simulação estão formalizados no plano de ensino?</li>
<li>Os relatórios da simulação estão sendo exportados e podem servir como evidência para auditoria?</li>
<li>Os docentes e tutores foram capacitados para mediar as simulações em EaD?</li>
<li>A comunicação ao aluno deixa claro o “porquê”, “como” e “quando” da simulação?</li>
</ul>
<h2>Dúvidas frequentes</h2>
<p>O Novo Marco permite curso 100% online?<br />
Não. Mesmo modalidade EaD exige ao menos 20% de carga presencial ou síncrona mediada, além de provas presenciais.</p>
<p>Jogos de empresas contam como carga presencial ou síncrona?<br />
Sim — quando realizados em sessões mediadas (online ou presenciais) podem ser usados para compor essa carga, desde que documentados.</p>
<p>O MEC exige plataformas específicas de simulação?<br />
Não. O decreto não lista metodologias específicas, mas exige qualidade, evidência de aprendizagem, tutoria e coerência pedagógica — o que jogos de empresas bem estruturados cumprem.</p>
<p>É muito caro adotar jogos de empresas?<br />
Na Simulare, por exemplo, o valor da licença de uso do software na modalidade clássica varia de R$ 30 a R$ 50 por aluno (para o semestre letivo inteiro). Além da licença, outro fator decisivo é o desenho pedagógico, integração e mediação &#8211; o jogo se encaixa na grade curricular? em qual disciplina? que professor que poderia conduzir?</p>
<h2>Referências</h2>
<p><a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12456-19-maio-2025-797463-publicacaooriginal-175414-pe.html">Portal da Câmara dos Deputados &#8211; Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025</a><br />
<a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/05/governo-federal-regulamenta-nova-politica-de-educacao-a-distancia">Gov.br &#8211; Governo Federal regulamenta Nova Política de Educação a Distância</a><br />
<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/assinado-decreto-que-institui-a-nova-politica-de-ead">Gov.br &#8211; Assinado decreto que institui a Nova Política de EaD</a><br />
<a href="https://abmes.org.br/arquivos/documentos/FAQ-MARCO-REGULATORIO-EAD-2025-27-05-ATUALIZADO.pdf">Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) &#8211; Explicando o novo marco regulatório do EAD</a></p>
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		<item>
		<title>Jogos empresariais no mundo Corporativo &#8211; vantagens para a formação profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 12:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os jogos empresariais, amplamente usados no mundo corporativo, impulsionam habilidades como tomada de decisões e análise de indicadores, promovendo um ambiente motivador e inovador essencial para o aprendizado contínuo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a utilização de jogos empresariais, também conhecidos como simuladores gerenciais, no ambiente corporativo tem crescido significativamente, revelando-se uma abordagem valiosa para o desenvolvimento de habilidades essenciais nos profissionais. Essas ferramentas não apenas promovem a aquisição de conhecimento, mas também estimulam a dinâmica de grupo, a capacidade de tomada de decisões e a análise de indicadores, proporcionando um aprendizado ativo e envolvente. Além disso, contribuem de forma significativa para a motivação e o clima organizacional, criando um ambiente propício não apenas para a aprendizagem, mas também para a inovação a partir de uma inovação.</p>
<p>Abaixo destacamos alguns atributos trabalhados com os jogos.</p>
<h2>Estímulo à visão sistêmica</h2>
<p>Os simuladores empresariais são projetados para imitar a complexidade do funcionamento de uma organização, permitindo que os participantes realizem escolhas em um ambiente controlado. Essa abordagem força os profissionais a aceitarem a interdependência entre diferentes áreas da empresa, promovendo uma visão sistêmica. A participação ativa no jogo aumenta a compreensão do funcionamento organizacional, uma vez que os participantes precisam considerar como suas decisões afetam não apenas sua área, mas toda a empresa como um todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tomada de decisões estratégicas</h2>
<p>Uma das principais vantagens da utilização de simuladores é a oportunidade de experimentar a tomada de decisões em cenários de alta pressão e em tempo real. Essas simulações permitem que os profissionais explorem as consequências de várias opções simultaneamente, validando seu senso comum e refletindo sobre os resultados de suas escolhas. A experiência de tomar decisões baseadas em dados e situações reais reforça a importância da análise crítica e da eficácia nas decisões, preparando os participantes para situações desafiadoras no ambiente de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Análise de indicadores e relatórios</h2>
<p>Os jogos empresariais não apenas envolvem a tomada de decisões estratégicas, mas também permitem que os participantes analisem dados e indicadores de maneira prática. Durante as simulações, os profissionais são confrontados com notícias fictícias (que muito se assemelham ao mundo real), relatórios financeiros e indicadores gerenciais que influenciam suas decisões, criando uma ligação direta entre teoria e prática. Essa análise crítica é fundamental para o desenvolvimento de habilidades analíticas e para a interpretação de resultados, que são indispensáveis no ambiente corporativo moderno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Trabalho em equipe e dinâmica de grupo</h2>
<p>Outra característica essencial dos simuladores empresariais é a ênfase no trabalho em equipe. Os jogos promovem a colaboração entre os participantes, que precisam unir forças para atingir objetivos comuns. A dinâmica de grupo reforça a importância da comunicação, da liderança e da resolução de conflitos, formando profissionais mais preparados para atuar em equipes multidisciplinares. A experiência compartilhada em uma simulação cria um espaço onde os participantes podem aprender uns com os outros, trocando experiências e insights valiosos sobre o desempenho individual e coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Motivação e clima organizacional</h2>
<p>Os jogos empresariais também incentivam a motivação dos colaboradores e melhoram o clima organizacional. O ambiente lúdico e interativo das simulações torna o aprendizado mais agradável, promovendo o engajamento dos participantes. Quando os colaboradores se divertem enquanto aprendem, sentem-se mais valorizados e comprometidos, o que, por sua vez, resulta em maior satisfação no trabalho. Este aspecto positivo não só melhora as relações interpessoais como também cria um espaço aberto para a inovação, permitindo que novas ideias sejam testadas e implementadas de maneira mais ágil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Inovação através da simulação</h2>
<p>Os jogos empresariais também desempenham um papel crucial na promoção da inovação dentro das organizações. Ao criar cenários que permitem que os participantes experimentem novas estratégias e abordagens, os simuladores funcionam como um laboratório para ideias. A liberdade de testar diferentes situações e ver seus resultados em tempo real estimula a criatividade e o pensamento inovador, encorajando os indivíduos a buscarem melhorias contínuas e a desenvolverem soluções criativas para os desafios que enfrentam em suas funções cotidianas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais no mundo corporativo transcende o mero aprendizado de conceitos teóricos, proporcionando uma experiência rica, envolvente e prática. Ao estimular a visão sistêmica, a tomada de decisões, a análise de indicadores, o trabalho em equipe, a motivação, e o clima organizacional, além de fomentarem a inovação, essas ferramentas se tornam essenciais na formação de profissionais aptos a enfrentar os desafios do mercado contemporâneo. Assim, empresas que incorporam simulações em seus programas de treinamento não apenas melhoram o desenvolvimento de suas equipes, mas também contribuem para um ambiente de aprendizado contínuo e inovador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crédito:</p>
<ul>
<li>Foto de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@homajob?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Scott Graham</a> na <a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/pessoa-segurando-lapis-perto-do-computador-portatil-5fNmWej4tAA?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Unsplash</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Atividade de extensão com jogos empresariais, uma ferramenta de transformação para microempreendedores.</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/atividade-de-extensao-com-jogos-empresariais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos desempenham um papel crucial como tutores nessa abordagem com jogos que enriquece a formação acadêmica e gera um impacto positivo na comunidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação superior no Brasil passa por um momento de transformação, com crescente ênfase na formação prática e na contribuição social dos acadêmicos. Como resposta a essa mudança, a aplicação de jogos empresariais em comunidades de microempresários e autônomos tornou-se uma alternativa inovadora para atender às demandas do Ministério da Educação (MEC) em relação às atividades de extensão.</p>
<p>Neste contexto, alunos universitários desempenham um papel crucial como tutores nessa abordagem única, que não apenas enriquece a formação acadêmica, mas também gera um impacto positivo nas comunidades.</p>
<h2>O Potencial Transformador dos Jogos Empresariais para Microempresários</h2>
<p>Os jogos empresariais são conhecidos por proporcionar um ambiente prático de aprendizado, simulando situações empresariais reais. Eles desafiam os participantes a analisar dados gerenciais, tomar decisões operacionais, táticas e estratégicas, lidar com recursos humanos, materiais e trabalhar em cenários de incerteza e risco.</p>
<p>Essas habilidades são fundamentais não apenas para o sucesso nos negócios, mas também para o desenvolvimento pessoal e a capacidade de lidar com desafios comuns enfrentados por microempreendedores em seu dia-dia.</p>
<h2>Envolvendo os alunos como tutores</h2>
<p>Em uma atividade de extensão, o envolvimento dos alunos como tutores é uma abordagem eficaz para a aplicação dos jogos empresariais. Os alunos, com seu conhecimento acadêmico em áreas como administração, economia, finanças e empreendedorismo, desempenham um papel de liderança na organização e facilitação dos conteúdos e jogos. Além disso, eles atuam como mentores e modelos para os participantes, demonstrando a importância da educação superior e da aplicação prática dos conceitos acadêmicos.</p>
<p>Os alunos seriam responsáveis pela condução total do projeto, desde sua elaboração inicial, projetando cronograma, quantidade de participantes, definindo o público-alvo, passando pela captação e convencimento dos participantes e chegando até a aplicação do jogo e conteúdos relevantes para os microempreendedores.</p>
<p>O professores seriam os orquestradores da atividade. Ficariam responsáveis por ajudar os alunos durante as etapas iniciais, de execução e finais do projeto, oferecendo apoio didático, técnico e monitorando as participações e resultados.</p>
<h2>A Importância das atividades de extensão para o MEC</h2>
<p>O MEC reconhece a relevância das atividades de extensão no ensino superior, que visam promover a interação entre a instituição de ensino e a sociedade, contribuindo para o desenvolvimento local e regional.</p>
<p>Os jogos empresariais aplicados em comunidades, especialmente aquelas mais carentes de informação, são uma forma eficaz de cumprir esse propósito, proporcionando não só experiências inovadoras e envolventes, que vão além das salas de aula, mas também permitindo uma troca muito rica de informações entre aluno e microempreendedor, um mostrando a realidade nua e crua e outro apresentando possibilidades de melhorias a partir do conhecimento acadêmico unido ao jogo, como ferramenta de consolidação e prática do conhecimento.</p>
<h2>Benefícios para os microempreendedores e desafios futuros</h2>
<p>Fica evidente que os benefícios dos jogos empresariais não se limitam aos alunos. Os microempreendedores, ao se envolverem em simulações empresariais, têm a oportunidade de adquirir conhecimentos práticos e habilidades que podem ser aplicados em suas vidas pessoais e profissionais.</p>
<p>Além disso, os jogos promovem o trabalho em equipe, a tomada de decisões baseada em dados financeiros e econômicos e o pensamento crítico, fortalecendo a capacidade do empreendedor de enfrentar seus diversos desafios diários.</p>
<p>Embora a aplicação de jogos empresariais em comunidades ofereça inúmeros benefícios, há desafios a serem superados. A mobilização das pessoas, de recursos e a garantia de acessibilidade e a adaptação às necessidades específicas de cada comunidade são questões que exigem atenção.</p>
<p>A participação e o envolvimento dos microempreendedores dependerá muito da abordagem dos alunos, por este motivo, deve-se dar muita atenção na estratégia de captação dos participantes.</p>
<p>À medida que essa abordagem inovadora se expande, surgem oportunidades para estabelecer parcerias com organizações locais, desenvolver materiais personalizados e criar modelos sustentáveis para a continuidade do programa.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais para microempreendedores em comunidades locais, com alunos universitários atuando como tutores, representa uma alternativa valiosa para atender às exigências de atividades de extensão do MEC. Essa abordagem única não apenas enriquece a formação acadêmica dos alunos, mas também gera um impacto positivo nas comunidades, capacitando os participantes com uma abordagem prática, onde tomam decisões reais, mas em um cenário controlado.</p>
<p>À medida que essa prática se desenvolve, o potencial transformador dos jogos empresariais na sociedade é grande, criando uma ponte sólida entre a educação superior e o desenvolvimento social.</p>
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		<title>Jogos empresariais como Torneio Interno: promovendo aprendizado em um evento institucional</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/jogos-empresariais-como-torneio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolas, faculdades e universidades estão constantemente buscando maneiras de tornar a experiência educacional mais envolvente e relevante para os alunos como uma forma de se destacar frente à difícil concorrência atual. Uma das abordagens inovadoras adotadas por muitas instituições é a realização de jogos empresariais entre turmas e unidades distintas do mesmo grupo educacional, transformando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolas, faculdades e universidades estão constantemente buscando maneiras de tornar a experiência educacional mais envolvente e relevante para os alunos como uma forma de se destacar frente à difícil concorrência atual.</p>
<p>Uma das abordagens inovadoras adotadas por muitas instituições é a realização de jogos empresariais entre turmas e unidades distintas do mesmo grupo educacional, transformando o aprendizado em um grande evento institucional, um grande desafio.</p>
<p>Neste post, quero falar um pouco sobre como a aplicação de jogos empresariais em universidades se tornou um evento significativo para os alunos, promovendo uma competição saudável, aprendizado prático e colaboração.</p>
<h2>Jogos empresariais como um catalisador no ensino</h2>
<p>Nos últimos anos, os jogos empresariais se tornaram uma ferramenta valiosa para o ensino superior, em especial. Essas simulações permitem que os alunos experimentem situações do mundo real em um ambiente controlado, desenvolvendo habilidades essenciais para suas futuras carreiras.</p>
<p>O que torna isso tudo ainda mais emocionante é a transformação desses jogos em um grande torneio entre turmas e cursos. Em vez de simplesmente integrar os jogos empresariais no currículo, as universidades estão adotando uma abordagem mais abrangente, organizando competições entre um grupo maior de alunos de diversas fases, cursos e unidades da instituição. Essas competições não apenas despertam o interesse dos alunos, mas também proporcionam benefícios significativos em soft e hard skills.</p>
<h2>Promovendo uma competição saudável</h2>
<p>A competição é uma parte fundamental da natureza humana. Quando canalizada de forma saudável, pode ser uma poderosa ferramenta motivadora. Os jogos empresariais trazem essa competição para o ambiente acadêmico de maneira inovadora, gamificada e construtiva.</p>
<p>Ao competirem em equipes, os alunos desenvolvem habilidades de trabalho em equipe, comunicação e resolução de conflitos (soft skills). Além disso, a competição os incentiva a se superarem, a buscar o conhecimento entre as diversas áreas estudadas e a aplicar suas habilidades de forma mais eficaz, resultando em um aumento na motivação e no comprometimento com o aprendizado.</p>
<h2>Aprendizado prático e relevante</h2>
<p>Uma das vantagens dos jogos empresariais é a oportunidade de aplicar conceitos teóricos em situações do mundo real. Essa aplicação prática torna o aprendizado mais significativo e memorável para os alunos. Quando os jogos empresariais são organizados como eventos, os estudantes têm a chance de competir em cenários de negócios simulados, tomando decisões críticas e enfrentando desafios semelhantes aos que encontrarão em suas futuras carreiras.</p>
<p>Além disso, esses eventos podem envolver a participação de empresas reais como parceiras ou apoiadores, proporcionando aos alunos a oportunidade de interagir com profissionais do setor e ganhar insights valiosos sobre o mercado real.</p>
<h2>Colaboração e networking</h2>
<p>Os jogos empresariais não se limitam apenas à competição entre os alunos; eles também promovem a colaboração e o networking. Os estudantes são frequentemente incentivados a trabalhar em equipes multidisciplinares com pessoas que nunca viram antes, o que reflete a diversidade de habilidades e perspectivas encontradas no mundo real dos negócios.</p>
<p>Além disso, esses eventos muitas vezes envolvem júris compostos por professores e profissionais da área, proporcionando aos alunos a oportunidade de receber feedback construtivo e orientação de especialistas. Isso cria conexões valiosas que podem ser benéficas ao longo de suas carreiras.</p>
<h2>Elevando a qualidade do aprendizado</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais em universidades como um torneio é uma abordagem inovadora e eficaz para o ensino superior. Ao promover a competição saudável, o aprendizado prático e a colaboração, esses eventos enriquecem a experiência educacional dos alunos, preparando-os melhor para enfrentar os desafios do mundo dos negócios.</p>
<p>À medida que as universidades adotam essa abordagem, é essencial continuar refinando e expandindo esses eventos para garantir que eles atendam às necessidades dos alunos, da instituição e do mercado de trabalho em constante evolução.</p>
<p>Fica evidente, no meu ponto de vista, que os jogos empresariais, aplicados como uma grande competição, têm o potencial de elevar o aprendizado a um novo patamar, proporcionando aos alunos uma dinâmica mais completa, integrativa, desafiadora e muito envolvente, chegando muito próximo ao que os participantes vivenciariam em um ambiente real de negócios. Por esses aspectos a metodologia acaba aumentando a percepção do aluno quanto à inovação e à qualidade do ensino da instituição que está promovendo o evento.</p>
<p>A <a href="https://simulare.com.br">Simulare</a> hoje presta esse tipo de consultoria e ajuda universidades a criarem estes eventos a partir dos nossos jogos empresariais. Se você tem interesse em conhecer um pouco, entra em contato com a gente =)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Créditos<br />
<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/imagem-de-uma-bela-dama-de-oculos-ouvindo-seu-parceiro-ou-colega-empresaria-trabalhando-no-laptop-no-restaurante-ou-cafe_23477914.htm#query=students%20business&amp;position=29&amp;from_view=search&amp;track=ais" class="broken_link">Imagem destacada de LipikStockMedia</a> no Freepik<br />
Conteúdo escrito por Tiago Rodrigo Piccinin</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Torneio Empreendedor 2021 &#8211; Competição nacional de Jogos de Empresas</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/te2021-competicao-nacional-de-jogos-de-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 18:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edição 2021 do “Torneio Empreendedor”, competição nacional, 100% online, de caráter educacional, realizado pela Simulare.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/te2021-competicao-nacional-de-jogos-de-empresas/">Torneio Empreendedor 2021 &#8211; Competição nacional de Jogos de Empresas</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para quem ainda não conhece, O “<a href="https://torneioempreendedor.com.br" target="_blank" rel="noopener">Torneio Empreendedor</a>” (TE) é uma competição nacional, 100% online, de caráter educacional, realizado pela Simulare, com os objetivos de estimular o empreendedorismo e desenvolver competências de gestão de negócios com o uso de jogos empresariais, conhecidos também como simuladores gerenciais.</p>
<p>O evento ocorre apenas uma vez por ano. Em 2021 o Torneio Empreendedor funcionou um pouco diferente das edições anteriores, pois pela primeira vez a participação foi individual, diferente das demais edições, onde a participação poderia ser em equipe (de até 3 pessoas). Pelo feedback que tivemos, alguns amaram esta nova proposta, porém outros nem tanto &#8211; isso é uma outra história, mas já adiantamos para todos que 2022 a competição voltará a ser por equipe.</p>
<p>A premiação total, em dinheiro, dos finalistas foi de R$ 14.000, distribuídos entre os 10 (dez) primeiros colocados gerais da competição, sendo R$ 5.100 para o primeiro, bolsa de mestrado Integral (100% de desconto nas mensalidades) para os 3º primeiros colocados e bolsa de curso de idiomas (100% de desconto) para aqueles que ficaram entre a 4ª e 10ª colocação.</p>
<p>Além disso, como nos anos anteriores, enviamos um troféu personalizado do Torneio para cada finalista.</p>
<p>Confira algumas curiosidades e mais detalhes de como foi esta edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>DADOS DA EDIÇÃO 2021</h2>
<ul>
<li>Período de inscrição: 31/03 a 02/05/2021</li>
<li>Valor da inscrição: R$ 75,00</li>
<li>Público: qualquer pessoa, estudante ou não, poderia se inscrever</li>
<li>Quantidade inscritos: 420</li>
<li>Total de Estados participantes: 24 + DF (não tivemos representação de Roraima e Tocantins)</li>
<li>Estados com as maiores participações:
<ul>
<li>SP (106)</li>
<li>MG (40)</li>
<li>RJ (38)</li>
<li>SC (27)</li>
<li>PR (26)</li>
<li>RS (24)</li>
<li>CE (22)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Participação dos inscritos nas edições do TE
<ul>
<li>Primeira participação: 46,2%</li>
<li>Segunda participação: 29,5%</li>
<li>Terceira participação: 24,3%</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Idade média dos participantes: 29 anos</li>
<li>Grau de escolaridade:
<ul>
<li>Superior completo: 35,9%</li>
<li>Superior incompleto: 25,3%</li>
<li>Pós-graduação completa: 24,3%</li>
<li>Pós-graduação incompleta: 10,5%</li>
<li>Ensino médio completo: 2,4%</li>
<li>Ensino médio incompleto: 1,6%</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Premiação:
<ul>
<li>Total em Dinheiro: R$ 14.000,00</li>
<li>Bolsas de Mestrado e</li>
<li>Bolsa de Idiomas</li>
<li>Troféus personalizados</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>AS ETAPAS</h2>
<ul>
<li>Etapa 1: Simulador Pequena Indústria</li>
<li>Etapa 2: Simulador de Empresa de Serviço</li>
<li>Etapa 3: Simulador de Empresa Comercial</li>
<li>Etapa 4: Simulador Grande Indústria</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O simulador, utilizado em todas as etapas do Torneio, é um software de simulação gerencial oferecido pela </span><a href="http://simulare.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Simulare</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é a organizadora do Torneio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira etapa o cenário representou uma divertida e bem humorada fábrica de chocolates artesanais, na segunda uma lavanderia doméstica, na terceira um comércio de mochilas e pochetes e para a grande final uma indústria de eletrodomésticos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PREMIAÇÃO</h2>
<p>Com o objetivo de incentivar a participação de todos, a Simulare distribuiu:</p>
<ul>
<li>1º Lugar R$5.100,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>2º Lugar R$3.100,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>3º Lugar R$2.050,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>4º Lugar R$1.050,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>5º Lugar R$700,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>6º Lugar R$600,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>7º Lugar R$500,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>8º Lugar R$400,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>9º Lugar R$300,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>10º Lugar R$200,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
</ul>
<p>Além do valor em dinheiro, a Simulare enviou também um <a href="https://torneioempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2021/03/trofeu-TE.jpg" target="_blank" rel="noopener">troféu personalizado</a> por equipe e medalhas personalizadas a cada um dos finalistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>RANKING FINAL</h2>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-3990 aligncenter " src="https://torneioempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2022/03/26.jpg" alt="" width="421" height="421" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>DEPOIMENTOS</h2></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_0 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>O Torneio Empreendedor me permitiu testar, em um ambiente simulado, todo o conhecimento sobre Negócios que venho adquirindo em cursos e livros. Este processo de simulação é fundamental para nos dar mais confiança para empreender &#8220;na prática&#8221; e para que pontos fracos nas nossas estratégias sejam identificados antes mesmo de colocarmos nossos recursos escassos à prova. Obrigado Torneio Empreendedor, nos vemos na próxima!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Rafael Augusto</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe R BUSINESS</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_1 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>O torneio proporciona um imenso aprendizado, pois retrata diversos cenários econômicos e sociais, onde temos de tomar decisões que impactarão diretamente no rumo da organização, visto que a concorrência direta também está elaborando estratégias neste mesmo contexto. As análises dos relatórios financeiros e gestão de produção são completas e auxiliam no entendimento de todo ecossistema do empreendedor. Este simulador é ótimo, onde a condução pela equipe do torneio torna tudo mais dinâmico e interessante. Com certeza participarei novamente!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Bruno Nunes</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe Avaneight</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_2 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>A primeira vez sempre é memorável! o aprendizado foi bom, independente dos resultados!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Pedro Paulo</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe DREAM</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_3 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>A Simulação Gerencial nos Jogos de Empresas é uma ferramenta excepcional para o aprimoramento das técnicas de gestão&#8230; aplicar as ferramentas de gestão possibilita a experiência e exalta a importância dos fundamentos da administração dos recursos, possibilitando o exercício da busca do maior retorno com o menor dispêndio.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Manoel Nunes Neto</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe ManNunNeto</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Palavra da coordenação</h2></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_4 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>Todas as edições são únicas e desafiadoras e esta não foi diferente. É muito gratificante estarmos à frente do Torneio e em contato diretamente com os participantes, pois a cada edição aprendemos e, também, podemos compartilhar conhecimento, seja nas redes sociais, e-mail ou webinar. O feedback positivo que, normalmente, recebemos recompensa todo e qualquer esforço durante a organização e planejamento.</p>
<p>Agradecemos muito a todos os participantes e esperamos vê-los novamente na próxima edição, que será mais um torneio incrível.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Marina e Tiago</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Coordenação TE</span></p>
				</div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Modelo híbrido de ensino ganha maior engajamento com os jogos empresariais</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/modelo-hibrido-de-ensino-ganha-maior-engajamento-com-os-jogos-empresariais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 18:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja como os jogos empresariais podem aumentar o engajamento dos alunos no ensino híbrido, que veio para ficar.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/modelo-hibrido-de-ensino-ganha-maior-engajamento-com-os-jogos-empresariais/">Modelo híbrido de ensino ganha maior engajamento com os jogos empresariais</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o mundo passa por momentos turbulentos, a tecnologia tem se mostrado uma solução amigável e, mais do que isso, possível. Foi o que ficou evidente com as aulas remotas ou o trabalho em regime de home office. A distância física, que antes seria um importante obstáculo, hoje pode ser superada com o auxílio da tecnologia.</p>
<p>Graças a internet e às <a href="https://simulare.com.br/blog/dicas-para-aulas-de-jogos-empresariais-no-ead/">soluções de videochamadas</a>, foi possível flexibilizar o modo como ensinamos ou trabalhamos. E, conforme as atividades vão se normalizando, o modelo híbrido tem se mostrado uma excelente escolha para esse período de adaptação. Tanto o ensino quanto o trabalho ganham ao permitir que as pessoas possam estar presentes de maneira física ou remota &#8211; ou, até mesmo, intercalando entre as duas situações.</p>
<p>Porém, é indispensável garantir que a experiência e o aprendizado de todos siga de maneira satisfatória e eficiente sem prejudicar o rendimento de nenhuma das partes. Para esse tipo de situação, recomendo o uso dos <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">jogos empresariais</a>, que são uma ótima ferramenta para a prática e o aprimoramento da gestão de negócios.</p>
<p>Os jogos empresariais (ou simulador de gestão de negócios) proporciona aos participantes, normalmente alunos de graduação, pós e cursos técnicos ou treinamentos in-company, um aprendizado contínuo e mensurável, com a missão de administrar empresas simuladas.</p>
<p>Por ser totalmente online e não exigir que sejam feitas instalações para rodar, os jogos podem acontecer com participantes em qualquer lugar do globo com acesso a internet. Eles são, normalmente, reunidos em equipes de 3 a 5 integrantes. As empresas competem entre si durante um período que pode variar de algumas horas a meses. O tempo vai depender da dinâmica e da didática adotada.</p>
<p>Além disso, inúmeros cenários, dos mais simples aos mais complexos, podem ser ofertados aos jogadores, que irão se desenvolver em diversos aspectos, como perceber e analisar o todo, desenvolver estratégias, aprender a trabalhar em equipe, tomar decisões conjuntas e muito mais.</p>
<p>Sendo então os jogos empresariais uma maneira divertida e engajadora de unir pessoas em processo de aprendizagem contínua. Não importando, portanto, se elas estão distantes geograficamente ou que não possuam uma rotina diária conjunta &#8211; como é comum acontecer no processo híbrido de educação ou trabalho.</p>
<p>Outra vantagem é que os jogos podem acompanhar planos de ensino que envolvam a divisão das turmas, intercalando quando cada aluno estará fazendo suas tarefas de modo remoto ou presencial. Assim, a sinergia entre os estudantes ou colegas de trabalho segue sendo fortalecida, mesmo que os seus cronogramas não coincidam. Até mesmo colegas que não se conhecem presencialmente podem se tornar grandes parceiros em busca de objetivos em comum.</p>
<p>Por entregar aprendizados mais dinâmicos, os jogos empresariais também garantem que os jogadores estarão mais dispostos a se desafiarem e persistirem para atingir bons resultados. Como consequência, os envolvidos adquirem um conhecimento duradouro, capaz de manter o aluno ou colaborador a seguir com os seus estudos ou posto de trabalho. Essa pode ser uma valiosa maneira de não apenas capacitar alunos e equipe, mas também de reter esses talentos já lapidados. Uma vantagem notável em tempos tão incertos.</p>
<p>Outro desafio comum na hora de gerir equipes que trabalham ou estudam de maneira híbrida é avaliar e mensurar os aprendizados obtidos. Porém, os jogos empresariais permitem que diversos relatórios contábeis e gerenciais sejam emitidos, garantindo uma análise minuciosa do desempenho de cada participante.</p>
<p>Ao que tudo indica, o modelo híbrido de estudos e trabalhos tem seu lugar garantido no futuro. Portanto, faço o convite para que você conheça e descubra todas as possibilidades que os jogos empresariais poderão trazer para a sua instituição. Da gamificação do processo de aprendizagem até novas maneiras de se avaliar performances, sem dúvidas os jogos poderão ser um excelente aliado ao unir e mesclar experiências que acontecem de modo remoto e presencial. Uma oportunidade e tanto para englobar diversos modos de se ensinar e aprender, sem deixar o lúdico e o social de lado.</p>
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		<item>
		<title>Jogos empresariais: o que o professor ganha com isso?</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/jogos-empresariais-o-que-o-professor-ganha-com-isso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 17:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relato de professor sobre a utilização dos jogos empresariais em sala de aula</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor não é &#8211; e não pode ser! &#8211; um mero reprodutor de conceitos. O professor é uma das pessoas mais importantes na formação de qualquer cidadão e, assim sendo, ele deve agir como um mediador de conhecimentos, repassando aos seus alunos aquilo que ele já aprendeu.</p>
<p>Assim como qualquer outra profissão, o professor também precisa se adaptar e &#8216;evoluir&#8217; de acordo com as demandas da sociedade. Isso não quer dizer que o professor precisa ensinar outras coisas e sim que o professor precisa ensinar de outras maneiras. Essa é uma realidade e, mesmo que torçamos o nariz para isso, é algo que já acontece desde que o homem é homem: mimeógrafo, data-show, powerpoint, quadro negro, quadro verde, quadro branco, quadro de vidro… A sala de aula vai se transformando e o professor também.</p>
<p>Com o advento da crescente tecnologia e do incessante acesso à informação, os professores precisam se reinventar a fim de que acompanhem a velocidade de atividades e de pensamento que os jovens são capazes de fazer. Você pode ser um <em>showman</em>, mas a sua aula, ainda assim, precisa ser dinâmica, porque, com a quantidade de informações que os jovens têm na palma da mão e com as inúmeras ferramentas disponíveis a qualquer momento, você precisa que a sala de aula seja quase imbatível.</p>
<p>Nesse sentido, os professores podem &#8211; e devem! &#8211; utilizar essa revolução tecnológica a seu favor e hoje vou contar para vocês da percepção de um professor ao usar os jogos empresariais como um aliado em cursos como administração e ciências contábeis.</p>
<h2>É bom jogar?</h2>
<p>As faculdades de negócios têm, em sua grande maioria, uma grade curricular bastante teórica, o que gera um pouco mais de dificuldade em “inovar”. As disciplinas, por si só, não são pensadas/projetadas para que sejam feitos “laboratórios”, dissociando a possibilidade de estreitar a teoria da prática.</p>
<p>No entanto, os simuladores empresariais têm trazido uma nova percepção para esses cursos. O primeiro passo é entender que os jogos empresariais consistem em um simulador no qual os participantes simulam a gestão de uma empresa em um ambiente competitivo e interativo. A partir disso, os participantes tomam decisões do negócio com base na teoria, no contexto econômico e social apresentado, nos relatórios e notícias e em gráficos gerenciais.</p>
<p>Em Florianópolis, a professora Nathália Laffin, que ministra aulas nos cursos de administração e ciências contábeis, utilizou o Simulare para diversificar a sua forma de atuação em sala de aula e, a partir de agora, ela vai contar para vocês a experiência dela &#8211; desde a capacitação até a análise depois de alguns períodos de aplicação.</p>
<h2>Sobre a capacitação</h2>
<p>O primeiro passo para aprender a utilizar os jogos empresariais é a capacitação oferecida pela empresa. No caso da <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">Simulare</a>, quem fez essa capacitação foi a Marina e o conhecimento dela sobre o sistema e sobre todas as variáveis que ele apresenta nos deixa super à vontade. Além de uma boa didática, os materiais que acompanham a capacitação facilitam muito o aprendizado.</p>
<p>A capacitação nos ajuda a conhecer o sistema, a entender como cada um dos setores é pensado e como as decisões tomadas vão impacta-los. A leitura prévia do material é fundamental para que se possa acompanhar a capacitação e o “teste” também é bastante importante para que possamos entrar no “espírito” do jogo.</p>
<p>Assim como os professores têm uma capacitação, é fundamental que eles façam essa capacitação com seus alunos. O uso de uma “rodada teste” é o fechamento perfeito para a capacitação, pois é a ilustração do que o sistema oferece: aprender na prática.</p>
<h2>As rodadas de simulação</h2>
<p>A primeira vez é inesquecível. E a gente pode até ficar tão perdido quanto os alunos. Mas essa é uma das grandes virtudes dessa nova experiência: nos desafiarmos e percebermos que nossa capacidade de aprender coisas novas é incrível. Os alunos vão descobrindo o sistema e testando os resultados a partir das diferentes escolhas.</p>
<p>O resultado da rodada é interessante, pois eles percebem que as decisões de cada uma das equipes impacta o cenário geral e, assim, uma decisão de preço de venda, por exemplo, pode se mostrar mais ou menos acertada. Esse resultado é interessante para que os alunos compreendam que o mercado é bastante dinâmico e competitivo. O feedback trazido pelo próprio sistema (e que fica disponível apenas para os professores) é um plus, pois auxilia na visualização de quais estratégias e quais decisões pesaram mais nos resultados da empresa.</p>
<p>Na segunda rodada, já estamos mais adaptados e começamos a visualizar com mais facilidade a composição dos resultados de cada uma das equipes. O professor amadurece a cada uma das rodadas e, ao longo da simulação, ele consegue compreender cada uma das decisões dos alunos e o processo fica mais dinâmico.</p>
<h2>Um professor também aprende quando ensina?</h2>
<p>Paulo Freire já disse: “quem ensina aprende ao ensinar”. O aprendizado não é um processo único e em linha reta. Ele é construído de diferentes maneiras e a partir de diferentes perspectivas. As percepções de cada pessoa são singulares e, por isso, cada um tem o seu ritmo de aprendizagem. Todo dia, nossas experiências se refletem em nossas vidas e nossos olhares conseguem enxergar algo mais. Assim sendo, o próprio professor, no papel de responsável por transmitir e mediar conhecimentos, aprende com aquilo que ensina.</p>
<p>Nos jogos empresariais, não é diferente. O simulador é projetado para trazer resultados a partir de cada uma das decisões tomadas e as teorias levam apenas até um caminho: aquele de dizer como tal caminho deve ser percorrido. No entanto, as estratégias definidas pelos alunos a partir daquilo que enxergam como mais adequado é que mostram o caminhar. E, em cada uma das etapas do simulador, os professores têm a chance de aprender um pouco com as percepções empresariais de seus alunos: suas estratégias, suas decisões e os impactos disso no jogo.</p>
<p>Como o jogo foi aplicado pela primeira vez durante a pandemia do coronavírus, o desenvolvimento das dinâmicas de aula foram todas online. Dessa forma, criamos “salas online” com cada uma das equipes para auxiliá-las no processo decisório e, depois, para apresentar o feedback com os resultados. Essa interação entre professor e aluno é bastante enriquecedora e permite que ambos vislumbrem novas percepções e formas de enxergar a empresa, o mercado e as decisões.</p>
<h2>Benefícios da utilização do jogo</h2>
<p>A aplicação de um jogo de empresa nas faculdades de negócios tem inúmeros benefícios e o principal deles é de estreitar as relações entre a teoria e a prática. Com a dinâmica do jogo, os alunos conseguem visualizar o conteúdo advindo dos livros e compreende como as decisões impactam nos resultados.</p>
<p>Além disso, o fator retenção de atenção é um ponto forte da gamificação, pois os alunos gostam da novidade e se mostram mais interessados pela disciplina durante todo o semestre. As interações entre os alunos também aumentaram, o que propicia uma melhora na capacidade de diálogo e de discussões entre eles &#8211; e entre os professores envolvidos.</p>
<p>Outro aspecto importante é a interdisciplinaridade trazida pelo jogo, que permite com que os alunos utilizem conteúdos de diferentes disciplinas para a tomada de decisão. Por último &#8211; e, talvez, mais importante &#8211; é possível enxergar, também, é o rendimento dos acadêmicos após a aplicação das rodadas de simulação: a acepção da teoria como fonte de recurso para a vida prática.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A necessidade de novas estratégias para as salas de aula é indiscutível: tornar o ambiente acadêmico um local convidativo e dinâmico é uma demanda para os professores. O que pudemos visualizar neste artigo é que o uso de um simulador gerencial é extremamente benéfico para o processo de ensino-aprendizagem e que o professor, como mediador dessa simulação, é também beneficiado: ele aprende ao ensinar e cria um ambiente onde os alunos podem vincular a teoria à prática &#8211; além, claro, de criar um ambiente de dinamismo e e de inovação para a sua disciplina.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que é gamificação?</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/o-que-e-gamificacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 18:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se há um assunto que é consenso entre 10 em cada 10 empresários é que EDUCAÇÃO e EMPREENDEDORISMO deveriam andar de mãos dadas. Empreender é um processo complexo e que demanda diferentes tipos de conhecimento. Não basta ter um produto legal em um mercado disposto a adquiri-lo. Se você não souber gerir a sua empresa, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se há um assunto que é consenso entre 10 em cada 10 empresários é que EDUCAÇÃO e EMPREENDEDORISMO deveriam andar de mãos dadas. Empreender é um processo complexo e que demanda diferentes tipos de conhecimento. Não basta ter um produto legal em um mercado disposto a adquiri-lo. Se você não souber gerir a sua empresa, as chances de fracasso são grandes. É por isso que entendemos que a gamificação é um processo tão relevante no processo educativo.</p>
<p>Nesse artigo, vamos te explicar o que é a gamificação e quais são os seus benefícios. Vamos lá?</p>
<h2>O que é gamificação?</h2>
<p>A gamificação vem do inglês gamification e consiste no uso de elementos de jogos para atingir um objetivo. Pode ser utilizado por universidades, empresas e até mesmo por pessoas que buscam aprimorar e testar seus conhecimentos a partir de desafios.</p>
<p>O objetivo principal da gamificação é aumentar o engajamento das pessoas sobre um determinado assunto, despertando a curiosidade dos envolvidos nas dinâmicas. Os resultados do processo de gamificação são importantes e auxiliam no desenvolvimento pessoal e até profissional dos participantes.</p>
<div class='et-box et-info'>
					<div class='et-box-content'><h2>Você sabia?</h2>
<p>O famoso jogo Minecraft, onde você se aventura por um mundo criado por blocos &#8211; de terra, pedra, areia ou outros elementos da natureza &#8211; é muito comum entre crianças e adolescentes e essa fama despertou interesse também de educadores. Isso mesmo! O Minecraft possui uma versão chamada Minecraft Education Edition (ou MinecraftEDU) e, nessa versão, o educador pode criar diferentes propostas pedagógicas a fim de que os alunos se interessem pelo conteúdo e, assim, seja criada uma maior interação em sala de aula.</p></div></div>
<h2>Arquétipos de Bartle</h2>
<p>Richard Bartle é um escritor e pesquisador inglês que estudou a interação existente no uso de games como ferramenta de engajamento e motivação. De acordo com Bartle, existem quatro arquétipos (ou quatro tipos de jogadores) que são identificados em um game:</p>
<ul>
<li>Os assassinos: utilizam suas habilidades para derrotar os outros jogadores &#8211; e essa é sua maior motivação para o jogo. Quadros de liderança e rankings são elementos que geram engajamento para esse tipo de jogador.</li>
<li>Os exploradores: buscam descobrir todos os aspectos do jogo e o desconhecido, explorando cada detalhe do jogo. Se engajam a partir de conquistas que outros não realizam.</li>
<li>Os socializadores: mantêm seu foco na socialização, isto é, nas relações que estabelecem com outros jogadores e com os networks que podem realizar. Se engajam com chats e listas de contatos.</li>
<li>Os empreendedores: jogam para obter status e atingir as metas definidas &#8211; seja de forma rápida e/ou de forma completa. Conquistar as metas é o que engaja esse tipo de jogador.</li>
</ul>
<p>Cada jogador possui uma motivação específica e, às vezes, alguns jogadores possuem mais de um arquétipo. Você identifica qual é o seu? Conta pra gente: o que te motiva a jogar?</p>
<h2>Como se “usa” gamificação</h2>
<p>Seja para aumentar seus conhecimentos, para motivar equipes em sua empresa ou seja para desenvolver habilidades em alunos, o primeiro passo para a utilização da gamificação é entender qual objetivo se busca atingir.</p>
<p>Com um objetivo bem definido, você pode desenvolver um jogo ou utilizar algum preexistente, pensando sempre em três elementos importantes: metas, regras e feedback.</p>
<ul>
<li>A meta consiste no MOTIVO pelo qual o participante está no jogo.</li>
<li>As regras apresentam as DIRETRIZES do jogo.</li>
<li>O feedback mostra aos jogadores o seu desempenho e PROGRESO em relação à meta estabelecida.</li>
</ul>
<p>Com esses três elementos bem estruturados, você poderá elaborar um game e utilizar como dinâmica em alguma atividade. É um processo interessante e, que de acordo com estudos, tem trazido resultados animadores!</p>
<h2>Benefícios da gamificação</h2>
<p>A gamificação promove diferentes benefícios, desde o desenvolvimento de habilidades pessoais e interpessoais como o desenvolvimento de conhecimentos técnicos sobre determinado tema. Temos como exemplo o uso de jogos de empresa para testar as dinâmicas empresariais, como o Simulare. Nos jogos de empresa, os participantes precisam alinhar todos os conjuntos envolvidos numa simples transação de compra e venda: produto, políticas e mercado. A partir de cada um desses conjuntos, são tomadas decisões que envolvem itens como a compra de insumos, a definição de preço de venda, o mercado de atuação, a inserção de propagandas, etc.</p>
<p>A gamificação permite que os participantes aprendam as rotinas de uma empresa, por exemplo, praticando a partir de um jogo &#8211; onde podem jogar sozinhos ou em uma competição (falando nisso, você já ouviu falar do Torneio Empreendedor?). Por permitir que os jogadores tenham um feedback daquilo que estão fazendo, o participante se mantém motivado e engajado &#8211; e isso é o principal benefício do uso dessa ferramenta.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A gamificação é uma ferramenta na qual são utilizados elementos de jogos para atingir um objetivo. Pode ser utilizada em ambientes corporativos, ambientes educacionais ou até mesmo por pessoas que buscam aprimorar suas habilidades em um determinado assunto. Pesquisadores mostram que existem 4 tipos de jogadores (assassinos, exploradores, socializadores e empreendedores) e cada um desses tipos reflete a motivação do participante no jogo.</p>
<p>A gamificação é uma estratégia interessante e que traz interesse e engajamento dos participantes.</p>
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