O ano de 2021 começou e o mundo já não é mais o mesmo. Mesmo que tenhamos uma vacina sendo aplicada, ainda lidamos com inúmeros problemas decorrentes da Covid-19. A vida de todos foi afetada e, no que concerne à educação, pessoas e instituições precisaram se reinventar.

Não é nenhuma novidade que 2020 fez emergir a revolução tecnológica que envolve os meios de ensino. Em razão de uma pandemia que assolou o mundo, foi necessário que instituições empresariais e de ensino conseguissem extrair o máximo possível de eficiência a partir das ferramentas disponíveis na internet para atrair a atenção de alunos.

As aulas passaram do ambiente presencial para o online e, no processo de “digitalização” da educação, foi necessário repensar as necessidades de professores e alunos: as reclamações e dificuldades partiram dos dois lados. Enquanto os alunos lidam com diferentes distrações, os professores buscam elementos para complementar as aulas e torná-las mais atrativas.

No âmbito das instituições de ensino, os já conhecidos YouTube e WhatsApp se tornaram aliados para atrair a atenção de alunos, assim como algumas ferramentas interativas não tão conhecidas, mas que agregaram bastante às rotinas estudantis de uma forma geral:

  • Kahoot: quiz online com pontuação e ranking dinâmicos.
  • Aha Slides: software online para ter maior interatividade em uma apresentação. Os alunos podem interagir com curtidas, aplausos e etc. Substitui as apresentações em PowerPoint, por exemplo.
  • Padlet: ‘quadro-branco’ interativo e colaborativo.
  • Telegram: um WhatsApp com mais recursos e menos limitado em relação aos grupos.
  • Google Classroom: gerenciamento de conteúdo e aulas online.
  • Google Docs: planilhas, apresentações e editor de texto online e colaborativos.
  • Google Forms: formulário customizado online.

Mais especificamente no campo das faculdades de negócios, o uso de ferramentas dinâmicas que possibilitem uma maior interação entre conteúdo e prática são o suprassumo do ensino. Nesse sentido, a utilização de jogos de empresas (como o simulador gerencial da Simulare) gera diferentes benefícios na aprendizagem.

Dentre os principais pontos positivos, o primeiro deles é a aceitação dos docentes e discentes ao uso da ferramenta: tanto os professores quanto os alunos conseguem entender facilmente o simulador, o que torna o jogo um aliado ao processo pedagógico.

A partir dessa facilidade, os alunos têm a percepção de que o conteúdo é assimilado com uma maior facilidade a partir do uso de diferentes instrumentos mediadores. O uso de um simulador contribui também para uma visão macro do curso: em um único jogo, diferentes conteúdos, técnicas e habilidades são colocados em prática, fazendo com que os alunos consigam fazer conexões entre as diferentes disciplinas de um curso de negócios: custos, marketing, análise de demonstrações, estudo de mercado e tomada de decisão são alguns dos exemplos de conteúdos que embasam um simulador gerencial.

Para além dos benefícios oriundos da utilização de um jogo nos cursos de negócios, os ganhos são relevantes na retenção dos alunos: os alunos tornam-se mais interessados com as dinâmicas, pois percebem que conseguem colocar em prática aquilo que aprenderam em sala de aula.  É quase que unânime dizer que um game consegue atrair a atenção de alunos.

Dessa forma, conseguimos compreender que os jogos de empresa são utilizados pelas instituições de ensino como ferramentas fundamentais no processo formativo e, com essa nova forma de ensino, que pode ser totalmente online ou híbrida, têm se tornado um elemento muito valioso para o ensino, pois criam um ambiente no qual o aluno se vê interessado em participar das aulas com foco, não deixando que as diferentes distrações façam com que perca o interesse nas aulas.

E você, que tipo de ferramentas digitais já utilizou ou utiliza na sua faculdade como forma de atrair a atenção de alunos? Comente aqui e compartilhe conosco suas experiências!

 

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