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	<title>Jogos de Empresas Simulare</title>
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	<description>A Simulare atua desde 2008 em todo o Brasil e no Exterior desenvolvendo e licenciando simuladores de gestão de negócios e jogos de empresas nos ambientes industrial, comercial e de serviços.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 11:30:15 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jogos de Empresas Simulare</title>
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		<title>Se a IA resolve a prova em 30 segundos, o que seu curso está avaliando?</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/ia-prova-30-segundos-avaliacao-processo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise das avaliações tradicionais não é nova — mas a IA generativa tornou o problema inadiável. A saída passa por avaliar o processo de decisão, não só o produto final que qualquer chatbot entrega.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/ia-prova-30-segundos-avaliacao-processo/">Se a IA resolve a prova em 30 segundos, o que seu curso está avaliando?</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em abril de 2026, a vice-reitora da Universidade de Aveiro (IES de Portugal), Sandra Soares, apresentou um diagnóstico nacional sobre o uso de IA generativa no ensino superior com uma frase que merecia circular em todo colegiado de curso brasileiro: testes e trabalhos escritos, hoje, podem ser resolvidos &#8220;em poucos minutos, ou até segundos&#8221; por um chatbot, e continuar avaliando por esse caminho significa formar estudantes que não desenvolveram as competências prometidas pelo currículo. O alerta consta do relatório do <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/universidades-terao-de-atualizar-ensino-e-avaliacao-a-era-da-inteligencia-artificial/18071259">Conselho Nacional para a Inovação Pedagógica no Ensino Superior</a>, apresentado em Tomar.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A questão incômoda que o relatório coloca é simples: <strong>se a IA resolve a prova em 30 segundos, o que exatamente o curso está avaliando?</strong> A memorização dissolveu-se como ativo pedagógico. O texto dissertativo, isolado, virou prova de proficiência com o ChatGPT, não com o conteúdo. O TCC, quando não ancorado em processo acompanhado de perto, carrega o mesmo risco. E no entanto a maior parte das IES brasileiras segue avaliando produto final: entregas pontuais que o estudante leva para casa e devolve na semana seguinte, exatamente o formato que a IA generativa automatiza melhor.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O problema, é importante dizer, não começou com o ChatGPT. As limitações da avaliação centrada no produto já eram conhecidas há décadas. O que a IA generativa fez foi tornar o problema <strong>inadiável</strong> e abrir, no mesmo movimento, uma janela para reposicionar metodologias ativas que avaliam processo há muito tempo.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que o mercado está pedindo não é conteúdo, é decisão</h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Há um descompasso conhecido entre o que as IES entregam e o que as empresas procuram. O <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://www.weforum.org/publications/the-future-of-jobs-report-2025/">Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial</a>, ouviu mais de mil empregadores em 55 países e cravou: pensamento analítico é a competência central mais citada, presente na lista de essenciais de sete em cada dez empresas. Logo abaixo aparecem resiliência e flexibilidade, liderança e influência social, pensamento criativo e autoconsciência. Pensamento sistêmico aparece com destaque nas competências em ascensão até 2030.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Nenhuma dessas competências é ensinada por transmissão. Nenhuma é aferida por prova de múltipla escolha. Todas se manifestam, e se desenvolvem, na condição em que alguém precisa <strong>decidir com informação incompleta, suportar a consequência da decisão e revisar a rota</strong>. Essa condição não cabe em uma avaliação escrita individual com prazo de sete dias.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O relatório do CNIPES português fecha o raciocínio na mesma direção. Sandra Soares propõe um modelo em que o docente passa a ser &#8220;arquiteto de aprendizagem&#8221; e mentor, com avaliação centrada no processo e não no produto final. É um reposicionamento, não uma reinvenção: a pedagogia experiencial descreve isso desde os anos 1980, com Kolb. O que mudou foi a urgência.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">A regulação brasileira também está se mexendo</h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quem acompanha o ensino superior sabe que o <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/decreto/d12456.htm">Decreto nº 12.456/2025</a> e a Portaria MEC nº 506/2025 reestruturaram a oferta de EAD, mas o aspecto menos comentado dessas normas é justamente o que mais importa para o debate sobre avaliação: a obrigatoriedade de <strong>avaliações presenciais com peso na nota final</strong>, a exigência de mediadores pedagógicos com responsabilidade ativa sobre o acompanhamento e a reafirmação dos referenciais de qualidade para os processos de ensino-aprendizagem.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em outras palavras, o MEC empurrou no mesmo sentido em que a IA generativa empurrou: aumentar o peso de momentos em que o estudante demonstra o que sabe <strong>com acompanhamento real</strong>, não apenas entrega produtos à distância. Para as IES com forte presença em EAD e híbrido, o tensionamento é duplo. Avaliar com rigor em escala, sem voltar a ser refém da prova escrita tradicional, que a IA também resolve.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A resposta não vai vir de mais uma prova presencial ao final do semestre. Vai vir da reengenharia do que significa &#8220;avaliar&#8221; dentro da disciplina.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Por que jogos de empresas resolvem, em parte, essa equação</h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Há uma categoria de atividade pedagógica que já nasceu avaliando processo: os jogos de empresas, ou business games. Em um simulador de negócios aplicado a Administração, Contabilidade ou Engenharia de Produção, equipes de 3 a 5 estudantes assumem a gestão de uma empresa virtual e tomam decisões em rodadas sucessivas: preço, produção, marketing, finanças, RH. Cada rodada processa as decisões de <strong>todas</strong> as equipes simultaneamente, gerando um mercado dinâmico em que o resultado de cada time depende das escolhas dos concorrentes.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Isso muda tudo do ponto de vista avaliativo, por três razões concretas:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>1. O produto final não é replicável por IA.</strong> Um ChatGPT até pode sugerir preços para uma empresa fictícia em abstrato, mas não conhece o estado do mercado simulado, que é construído, turno a turno, pelas decisões reais das outras equipes da mesma turma. Cada rodada é uma situação única. A IA pode ajudar a estudante a analisar um relatório, mas não substitui a decisão sob incerteza no contexto específico.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2. O que importa é o caminho, não o número final.</strong> O professor-mediador acompanha como a equipe <strong>interpreta</strong> o Balanço e a DRE, como <strong>negocia</strong> internamente sob pressão, como <strong>revisa</strong> a estratégia depois de uma rodada ruim, como <strong>integra</strong> áreas funcionais. Isso é visão sistêmica, tomada de decisão sob incerteza e trabalho em equipe sendo desenvolvidos e avaliados no mesmo ato. É <em>learning by doing</em> no sentido literal.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>3. A avaliação é longitudinal.</strong> Em vez de um ponto único de medição (a prova), a turma vive 6, 8 ou 12 rodadas. O desempenho acumulado revela padrões de aprendizagem: melhora no uso de relatórios gerenciais, sofisticação crescente da análise de cenários, amadurecimento na dinâmica de equipe. Processo, portanto, não produto.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Nada disso é especulação teórica. Em 18 anos operando jogos de empresas com mais de 25 mil estudantes por ano em 250+ IES, vemos o mesmo padrão se repetir: a turma que começa decidindo no &#8220;feeling&#8221; e termina construindo análise de cenários com base em relatórios financeiros não aprendeu a fazer isso na aula expositiva. Aprendeu decidindo, errando e revisando.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que muda na prática para coordenadores e professores</h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Incorporar metodologias de avaliação de processo não significa abandonar o que funciona. Provas, seminários e trabalhos ainda têm lugar, em dose menor, e com propósito mais focado. Três ajustes práticos costumam fazer a diferença:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Tornar explícita a rubrica de processo.</strong> Se o curso diz desenvolver visão sistêmica e tomada de decisão, a avaliação precisa incluir observação estruturada desses comportamentos em situação. Isso exige do professor um instrumento (uma rubrica, um diário de campo, uma rodada de feedback formativo) e não apenas a nota final.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Reduzir entregas que a IA resolve sozinha.</strong> Trabalho dissertativo individual sobre tema genérico virou commodity. Substitui-se, em parte, por atividades em que o estudante precisa defender a decisão dentro de um contexto específico, preferencialmente ao vivo, respondendo a questionamentos.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Integrar disciplinas em torno de um caso vivo.</strong> Um simulador empresarial aplicado transversalmente em Administração, por exemplo, permite que Finanças avalie a decisão financeira da equipe, Marketing avalie o mix, Produção avalie a capacidade. Todos sobre os mesmos dados, com a mesma equipe. O estudante deixa de ser avaliado disciplina por disciplina em abstrato e passa a ser avaliado em integração, que é como o mundo cobra.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O problema não é a IA. É continuar avaliando como se ela não existisse</h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Vale repetir: a crise da avaliação tradicional não foi criada pela IA generativa. Foi revelada por ela. Coordenadores que ainda olham o ChatGPT como ameaça a ser combatida perdem o ponto. A ameaça real é formar estudantes que passam no curso sem desenvolver as competências que o mercado e a legislação cobram.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A boa notícia é que os instrumentos para enfrentar essa questão já existem e estão maduros. Metodologias ativas, avaliação por competências, aprendizagem experiencial, jogos de empresas: nenhum desses conceitos é novidade. O que mudou foi a urgência de colocá-los no centro do projeto pedagógico em vez de deixá-los como experimentação periférica.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Para aprofundar como os jogos de empresas podem atuar como eixo de avaliação de processo no seu curso, e como integrar disciplinas em torno de um mesmo cenário simulado, <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://simulare.com.br">conheça nosso simulador</a> ou <a href="https://simulare.com.br/contato/">converse</a> com nosso time sobre aplicações em cursos de Administração, Contabilidade, Economia e Engenharia de Produção.</p>
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		<title>Competências socioemocionais no ensino superior: como os jogos empresariais desenvolvem o que a sala de aula tradicional não alcança</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/competencias-socioemocionais-jogos-empresariais-ensino-superior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais que a sala de aula tradicional não alcança. Veja como simuladores formam profissionais completos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho mudou. E com ele, mudou também o que se espera de um profissional recém-formado. Dominar conceitos técnicos continua sendo importante, mas já não é suficiente. As organizações buscam pessoas capazes de colaborar, liderar, tomar decisões sob pressão, resolver conflitos e se adaptar a contextos que mudam com velocidade sem precedentes. Em outras palavras: o que diferencia profissionais hoje são as competências socioemocionais — e é exatamente nesse ponto que o ensino superior precisa avançar.</p>
<p>O problema é que essas competências não se desenvolvem com aulas expositivas, provas escritas ou trabalhos individuais. Elas exigem vivência, interação e contextos que simulem a complexidade do mundo real. É por isso que os jogos empresariais vêm ganhando espaço como uma das metodologias mais eficazes para preencher essa lacuna: ao colocar os alunos no papel de gestores de empresas simuladas, eles criam um ambiente onde competências como empatia, comunicação, resiliência e tomada de decisão surgem de forma orgânica, como consequência direta da dinâmica do jogo.</p>
<h2>O que são competências socioemocionais e por que o ensino superior precisa se preocupar com elas</h2>
<p>Competências socioemocionais são um conjunto de habilidades que permitem às pessoas gerenciar suas emoções, estabelecer relacionamentos saudáveis, trabalhar em equipe e tomar decisões responsáveis. Embora o termo tenha se popularizado nas discussões sobre educação básica — especialmente após a inclusão dessas competências na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) —, sua relevância no ensino superior é igualmente crítica.</p>
<p>A razão é simples: é na graduação e na pós-graduação que o aluno faz a transição entre o ambiente escolar e o mundo do trabalho. E o que o mercado espera desse profissional vai muito além do diploma. O relatório Future of Jobs 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial com base em dados de mais de 1.000 empresas em 55 economias, aponta que entre as competências de crescimento mais acelerado até 2030 estão pensamento criativo, resiliência, flexibilidade, curiosidade, aprendizagem ao longo da vida, liderança e influência social. Todas elas são, por natureza, competências socioemocionais.</p>
<p>Outro dado relevante: segundo o mesmo relatório, 63% dos empregadores identificam lacunas de competências como a principal barreira para a transformação dos seus negócios. E 39% das habilidades consideradas essenciais hoje serão transformadas ou se tornarão obsoletas até 2030. Isso significa que formar profissionais apenas com conhecimento técnico é preparar pessoas para um mercado que já não existe.</p>
<p>Para coordenadores e professores de cursos de Administração, Contábeis, Economia e Engenharia de Produção, essa realidade tem implicações práticas diretas. Não se trata de adicionar uma disciplina de &#8220;soft skills&#8221; ao currículo. Trata-se de repensar a metodologia como um todo, incorporando experiências que desenvolvam essas competências de forma integrada ao conteúdo técnico. E é exatamente aí que os jogos empresariais entram como ferramenta estratégica.</p>
<h2>Os limites da sala de aula tradicional</h2>
<p>Há competências que não se ensinam — se vivenciam. E a sala de aula tradicional, por mais bem conduzida que seja, tem limitações estruturais quando o objetivo é desenvolver habilidades socioemocionais.</p>
<p>Uma aula expositiva sobre liderança pode transmitir conceitos valiosos, mas não coloca o aluno na posição de ter que liderar um grupo sob pressão de tempo e com informações incompletas. Um estudo de caso sobre gestão de conflitos pode gerar reflexões importantes, mas não reproduz a tensão de um desacordo real entre colegas que precisam chegar a uma decisão conjunta. Um trabalho em grupo pode até exigir colaboração, mas raramente simula a interdependência de áreas e a pressão competitiva que existem em uma organização de verdade.</p>
<p>Esse gap entre teoria e prática não é novo, mas ganhou urgência em um cenário onde a Inteligência Artificial automatiza tarefas analíticas e operacionais com eficiência crescente. Quanto mais a IA assume funções técnicas e repetitivas, mais o mercado valoriza justamente aquilo que ela não faz: interpretar contextos ambíguos, negociar com empatia, construir consenso em equipes diversas e tomar decisões que envolvem julgamento ético e visão de longo prazo.</p>
<p>Nesse contexto, o ensino superior que se limita a transmitir conteúdo técnico está formando profissionais incompletos — e, cada vez mais, substituíveis.</p>
<h2>Como os jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais na prática</h2>
<p>Um jogo de empresas é, por natureza, um laboratório de competências socioemocionais. Não porque foi desenhado para isso como objetivo primário, mas porque a dinâmica do simulador exige dos participantes exatamente o tipo de comportamento que o mercado valoriza. As competências emergem como consequência da experiência, não como conteúdo programático.</p>
<h3>Trabalho em equipe e comunicação</h3>
<p>Nos jogos empresariais, os participantes são organizados em equipes de 3 a 5 integrantes que precisam administrar uma empresa simulada. Cada rodada exige dezenas de decisões interdependentes — preço, produção, investimento em marketing, contratação, financiamento — que precisam ser discutidas, negociadas e decididas em conjunto, geralmente sob pressão de prazo.</p>
<p>Não existe espaço para o &#8220;cada um faz a sua parte&#8221; típico dos trabalhos acadêmicos tradicionais. As decisões de uma área afetam diretamente todas as outras: uma contratação precipitada compromete o caixa; uma redução agressiva de preço sobrecarrega a produção. Essa interdependência força a equipe a se comunicar com clareza, dividir responsabilidades de forma inteligente e construir processos internos de governança — habilidades que são diretamente transferíveis para o ambiente corporativo.</p>
<h3>Tomada de decisão sob incerteza</h3>
<p>Decidir é fácil quando se tem todas as informações. O problema é que isso quase nunca acontece na vida real — e tampouco acontece no simulador. Os participantes tomam decisões com base em relatórios, indicadores e análises de mercado, mas sempre com grau de incerteza: o comportamento dos concorrentes é imprevisível, as condições do mercado mudam a cada rodada e os resultados nem sempre correspondem às expectativas.</p>
<p>Essa dinâmica desenvolve algo que nenhuma prova escrita consegue: a tolerância à ambiguidade e a capacidade de agir com assertividade mesmo quando não se tem certeza absoluta. Os alunos aprendem a avaliar riscos, ponderar alternativas e — tão importante quanto — a lidar com as consequências das suas escolhas, incluindo o erro.</p>
<h3>Resiliência e gestão emocional</h3>
<p>Em um jogo empresarial competitivo, nem tudo vai dar certo. Equipes que lideram em uma rodada podem cair nas seguintes. Decisões que pareciam acertadas revelam-se equivocadas quando os resultados chegam. A frustração, a pressão e a necessidade de recomeçar fazem parte da experiência — e são exatamente essas situações que constroem resiliência.</p>
<p>Diferentemente de uma avaliação tradicional, onde o erro gera apenas uma nota baixa, no simulador o erro tem contexto, consequência e oportunidade de correção. O aluno não apenas erra: ele entende por que errou, vê o impacto da decisão no resultado da empresa e tem a chance de ajustar a rota na próxima rodada. Esse ciclo de ação, reflexão e ajuste é a base do aprendizado experiencial — e um dos mecanismos mais poderosos de desenvolvimento socioemocional.</p>
<h3>Liderança e influência</h3>
<p>Dentro de uma equipe de jogo, papéis de liderança surgem de forma espontânea. Alguém precisa organizar o processo decisório, mediar divergências e garantir que o grupo entregue suas decisões no prazo. Mas a liderança no jogo não é dada por um título: é conquistada pela capacidade de influenciar, articular ideias e manter o grupo coeso.</p>
<p>Essa dinâmica expõe diferentes perfis — o analítico, o estratégico, o conciliador, o executor — e permite que os alunos experimentem papéis que normalmente não exerceriam em uma sala de aula convencional. Para muitos, é a primeira vez que lideram um grupo sob pressão real, e essa vivência é profundamente formadora.</p>
<h3>Empatia e consciência social</h3>
<p>A convivência intensiva dentro de um jogo empresarial, com suas vitórias e frustrações compartilhadas, desenvolve algo difícil de ensinar em aula: a empatia. Os participantes aprendem a reconhecer os pontos fortes e limitações dos colegas, a lidar com perfis diferentes dos seus e a construir relações de confiança que viabilizam decisões coletivas de qualidade.</p>
<p>Além disso, decisões que envolvem gestão de pessoas — como definir salários, jornadas de trabalho e investimentos em treinamento — sensibilizam os alunos para o impacto humano das escolhas gerenciais, algo que um caso teórico dificilmente consegue transmitir com a mesma intensidade.</p>
<h2>O papel do mediador: transformar experiência em aprendizado consciente</h2>
<p>É importante ressaltar que o simulador, por si só, não desenvolve competências socioemocionais de forma automática. O que transforma a experiência do jogo em aprendizado efetivo é a mediação pedagógica — o papel do professor ou consultor que conduz a atividade.</p>
<p>O mediador é responsável por criar momentos de reflexão entre as rodadas, provocar a análise crítica das decisões tomadas, destacar os comportamentos observados nas equipes e conectar a experiência do jogo com os conceitos teóricos da disciplina. É ele que ajuda o aluno a perceber que a dificuldade de alinhar a equipe na rodada 3 é, na essência, o mesmo desafio de integração departamental que estudou na teoria de administração.</p>
<p>Sem essa mediação, o jogo é apenas um jogo. Com ela, torna-se uma experiência de desenvolvimento integral, que combina conteúdo técnico (finanças, marketing, operações) com competências humanas (comunicação, liderança, resiliência) de forma integrada e memorável.</p>
<h2>Jogos empresariais e o novo perfil de egresso que o mercado exige</h2>
<p>Os dados são consistentes: o mercado de trabalho está se movendo em uma direção clara. Competências técnicas continuam sendo pré-requisito, mas são as competências socioemocionais que diferenciam profissionais e definem trajetórias de carreira.</p>
<p>Para as instituições de ensino, isso representa tanto um desafio quanto uma oportunidade. O desafio é incorporar metodologias que de fato desenvolvam essas competências, indo além do discurso. A oportunidade é se diferenciar em um mercado educacional cada vez mais competitivo, oferecendo uma formação que prepara o aluno para o que o mercado realmente valoriza.</p>
<p>Os jogos empresariais cumprem esse papel com uma eficácia difícil de igualar por outras metodologias. Eles não são uma atividade complementar ou um recurso lúdico opcional: são um espaço de desenvolvimento integral, onde o aluno aprende a pensar sistemicamente, decidir sob pressão, liderar com colaboração e lidar com a incerteza — competências que nenhuma prova, trabalho escrito ou aula expositiva consegue desenvolver com a mesma profundidade.</p>
<p>Em um cenário onde a IA transforma o que significa ser um bom profissional, investir em experiências que desenvolvam o que é essencialmente humano não é mais uma escolha. É uma necessidade estratégica para qualquer curso que pretenda formar profissionais relevantes para o mercado de trabalho dos próximos anos.</p>
<hr />
<p><em>Se você é professor ou coordenador e quer entender como os jogos empresariais podem fortalecer o desenvolvimento de competências socioemocionais no seu curso, entre em contato com a equipe da Simulare. Teremos prazer em mostrar como o simulador funciona na prática e como ele pode se integrar à sua disciplina ou projeto pedagógico.</em></p>
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		<title>Jogos empresariais no mundo Corporativo &#8211; vantagens para a formação profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 12:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os jogos empresariais, amplamente usados no mundo corporativo, impulsionam habilidades como tomada de decisões e análise de indicadores, promovendo um ambiente motivador e inovador essencial para o aprendizado contínuo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a utilização de jogos empresariais, também conhecidos como simuladores gerenciais, no ambiente corporativo tem crescido significativamente, revelando-se uma abordagem valiosa para o desenvolvimento de habilidades essenciais nos profissionais. Essas ferramentas não apenas promovem a aquisição de conhecimento, mas também estimulam a dinâmica de grupo, a capacidade de tomada de decisões e a análise de indicadores, proporcionando um aprendizado ativo e envolvente. Além disso, contribuem de forma significativa para a motivação e o clima organizacional, criando um ambiente propício não apenas para a aprendizagem, mas também para a inovação a partir de uma inovação.</p>
<p>Abaixo destacamos alguns atributos trabalhados com os jogos.</p>
<h2>Estímulo à visão sistêmica</h2>
<p>Os simuladores empresariais são projetados para imitar a complexidade do funcionamento de uma organização, permitindo que os participantes realizem escolhas em um ambiente controlado. Essa abordagem força os profissionais a aceitarem a interdependência entre diferentes áreas da empresa, promovendo uma visão sistêmica. A participação ativa no jogo aumenta a compreensão do funcionamento organizacional, uma vez que os participantes precisam considerar como suas decisões afetam não apenas sua área, mas toda a empresa como um todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tomada de decisões estratégicas</h2>
<p>Uma das principais vantagens da utilização de simuladores é a oportunidade de experimentar a tomada de decisões em cenários de alta pressão e em tempo real. Essas simulações permitem que os profissionais explorem as consequências de várias opções simultaneamente, validando seu senso comum e refletindo sobre os resultados de suas escolhas. A experiência de tomar decisões baseadas em dados e situações reais reforça a importância da análise crítica e da eficácia nas decisões, preparando os participantes para situações desafiadoras no ambiente de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Análise de indicadores e relatórios</h2>
<p>Os jogos empresariais não apenas envolvem a tomada de decisões estratégicas, mas também permitem que os participantes analisem dados e indicadores de maneira prática. Durante as simulações, os profissionais são confrontados com notícias fictícias (que muito se assemelham ao mundo real), relatórios financeiros e indicadores gerenciais que influenciam suas decisões, criando uma ligação direta entre teoria e prática. Essa análise crítica é fundamental para o desenvolvimento de habilidades analíticas e para a interpretação de resultados, que são indispensáveis no ambiente corporativo moderno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Trabalho em equipe e dinâmica de grupo</h2>
<p>Outra característica essencial dos simuladores empresariais é a ênfase no trabalho em equipe. Os jogos promovem a colaboração entre os participantes, que precisam unir forças para atingir objetivos comuns. A dinâmica de grupo reforça a importância da comunicação, da liderança e da resolução de conflitos, formando profissionais mais preparados para atuar em equipes multidisciplinares. A experiência compartilhada em uma simulação cria um espaço onde os participantes podem aprender uns com os outros, trocando experiências e insights valiosos sobre o desempenho individual e coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Motivação e clima organizacional</h2>
<p>Os jogos empresariais também incentivam a motivação dos colaboradores e melhoram o clima organizacional. O ambiente lúdico e interativo das simulações torna o aprendizado mais agradável, promovendo o engajamento dos participantes. Quando os colaboradores se divertem enquanto aprendem, sentem-se mais valorizados e comprometidos, o que, por sua vez, resulta em maior satisfação no trabalho. Este aspecto positivo não só melhora as relações interpessoais como também cria um espaço aberto para a inovação, permitindo que novas ideias sejam testadas e implementadas de maneira mais ágil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Inovação através da simulação</h2>
<p>Os jogos empresariais também desempenham um papel crucial na promoção da inovação dentro das organizações. Ao criar cenários que permitem que os participantes experimentem novas estratégias e abordagens, os simuladores funcionam como um laboratório para ideias. A liberdade de testar diferentes situações e ver seus resultados em tempo real estimula a criatividade e o pensamento inovador, encorajando os indivíduos a buscarem melhorias contínuas e a desenvolverem soluções criativas para os desafios que enfrentam em suas funções cotidianas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais no mundo corporativo transcende o mero aprendizado de conceitos teóricos, proporcionando uma experiência rica, envolvente e prática. Ao estimular a visão sistêmica, a tomada de decisões, a análise de indicadores, o trabalho em equipe, a motivação, e o clima organizacional, além de fomentarem a inovação, essas ferramentas se tornam essenciais na formação de profissionais aptos a enfrentar os desafios do mercado contemporâneo. Assim, empresas que incorporam simulações em seus programas de treinamento não apenas melhoram o desenvolvimento de suas equipes, mas também contribuem para um ambiente de aprendizado contínuo e inovador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crédito:</p>
<ul>
<li>Foto de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@homajob?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Scott Graham</a> na <a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/pessoa-segurando-lapis-perto-do-computador-portatil-5fNmWej4tAA?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Unsplash</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Jogos empresariais como Torneio Interno: promovendo aprendizado em um evento institucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolas, faculdades e universidades estão constantemente buscando maneiras de tornar a experiência educacional mais envolvente e relevante para os alunos como uma forma de se destacar frente à difícil concorrência atual. Uma das abordagens inovadoras adotadas por muitas instituições é a realização de jogos empresariais entre turmas e unidades distintas do mesmo grupo educacional, transformando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolas, faculdades e universidades estão constantemente buscando maneiras de tornar a experiência educacional mais envolvente e relevante para os alunos como uma forma de se destacar frente à difícil concorrência atual.</p>
<p>Uma das abordagens inovadoras adotadas por muitas instituições é a realização de jogos empresariais entre turmas e unidades distintas do mesmo grupo educacional, transformando o aprendizado em um grande evento institucional, um grande desafio.</p>
<p>Neste post, quero falar um pouco sobre como a aplicação de jogos empresariais em universidades se tornou um evento significativo para os alunos, promovendo uma competição saudável, aprendizado prático e colaboração.</p>
<h2>Jogos empresariais como um catalisador no ensino</h2>
<p>Nos últimos anos, os jogos empresariais se tornaram uma ferramenta valiosa para o ensino superior, em especial. Essas simulações permitem que os alunos experimentem situações do mundo real em um ambiente controlado, desenvolvendo habilidades essenciais para suas futuras carreiras.</p>
<p>O que torna isso tudo ainda mais emocionante é a transformação desses jogos em um grande torneio entre turmas e cursos. Em vez de simplesmente integrar os jogos empresariais no currículo, as universidades estão adotando uma abordagem mais abrangente, organizando competições entre um grupo maior de alunos de diversas fases, cursos e unidades da instituição. Essas competições não apenas despertam o interesse dos alunos, mas também proporcionam benefícios significativos em soft e hard skills.</p>
<h2>Promovendo uma competição saudável</h2>
<p>A competição é uma parte fundamental da natureza humana. Quando canalizada de forma saudável, pode ser uma poderosa ferramenta motivadora. Os jogos empresariais trazem essa competição para o ambiente acadêmico de maneira inovadora, gamificada e construtiva.</p>
<p>Ao competirem em equipes, os alunos desenvolvem habilidades de trabalho em equipe, comunicação e resolução de conflitos (soft skills). Além disso, a competição os incentiva a se superarem, a buscar o conhecimento entre as diversas áreas estudadas e a aplicar suas habilidades de forma mais eficaz, resultando em um aumento na motivação e no comprometimento com o aprendizado.</p>
<h2>Aprendizado prático e relevante</h2>
<p>Uma das vantagens dos jogos empresariais é a oportunidade de aplicar conceitos teóricos em situações do mundo real. Essa aplicação prática torna o aprendizado mais significativo e memorável para os alunos. Quando os jogos empresariais são organizados como eventos, os estudantes têm a chance de competir em cenários de negócios simulados, tomando decisões críticas e enfrentando desafios semelhantes aos que encontrarão em suas futuras carreiras.</p>
<p>Além disso, esses eventos podem envolver a participação de empresas reais como parceiras ou apoiadores, proporcionando aos alunos a oportunidade de interagir com profissionais do setor e ganhar insights valiosos sobre o mercado real.</p>
<h2>Colaboração e networking</h2>
<p>Os jogos empresariais não se limitam apenas à competição entre os alunos; eles também promovem a colaboração e o networking. Os estudantes são frequentemente incentivados a trabalhar em equipes multidisciplinares com pessoas que nunca viram antes, o que reflete a diversidade de habilidades e perspectivas encontradas no mundo real dos negócios.</p>
<p>Além disso, esses eventos muitas vezes envolvem júris compostos por professores e profissionais da área, proporcionando aos alunos a oportunidade de receber feedback construtivo e orientação de especialistas. Isso cria conexões valiosas que podem ser benéficas ao longo de suas carreiras.</p>
<h2>Elevando a qualidade do aprendizado</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais em universidades como um torneio é uma abordagem inovadora e eficaz para o ensino superior. Ao promover a competição saudável, o aprendizado prático e a colaboração, esses eventos enriquecem a experiência educacional dos alunos, preparando-os melhor para enfrentar os desafios do mundo dos negócios.</p>
<p>À medida que as universidades adotam essa abordagem, é essencial continuar refinando e expandindo esses eventos para garantir que eles atendam às necessidades dos alunos, da instituição e do mercado de trabalho em constante evolução.</p>
<p>Fica evidente, no meu ponto de vista, que os jogos empresariais, aplicados como uma grande competição, têm o potencial de elevar o aprendizado a um novo patamar, proporcionando aos alunos uma dinâmica mais completa, integrativa, desafiadora e muito envolvente, chegando muito próximo ao que os participantes vivenciariam em um ambiente real de negócios. Por esses aspectos a metodologia acaba aumentando a percepção do aluno quanto à inovação e à qualidade do ensino da instituição que está promovendo o evento.</p>
<p>A <a href="https://simulare.com.br">Simulare</a> hoje presta esse tipo de consultoria e ajuda universidades a criarem estes eventos a partir dos nossos jogos empresariais. Se você tem interesse em conhecer um pouco, entra em contato com a gente =)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Créditos<br />
<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/imagem-de-uma-bela-dama-de-oculos-ouvindo-seu-parceiro-ou-colega-empresaria-trabalhando-no-laptop-no-restaurante-ou-cafe_23477914.htm#query=students%20business&amp;position=29&amp;from_view=search&amp;track=ais" class="broken_link">Imagem destacada de LipikStockMedia</a> no Freepik<br />
Conteúdo escrito por Tiago Rodrigo Piccinin</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Torneio Empreendedor 2021 &#8211; Competição nacional de Jogos de Empresas</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/te2021-competicao-nacional-de-jogos-de-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 18:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edição 2021 do “Torneio Empreendedor”, competição nacional, 100% online, de caráter educacional, realizado pela Simulare.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para quem ainda não conhece, O “<a href="https://torneioempreendedor.com.br" target="_blank" rel="noopener">Torneio Empreendedor</a>” (TE) é uma competição nacional, 100% online, de caráter educacional, realizado pela Simulare, com os objetivos de estimular o empreendedorismo e desenvolver competências de gestão de negócios com o uso de jogos empresariais, conhecidos também como simuladores gerenciais.</p>
<p>O evento ocorre apenas uma vez por ano. Em 2021 o Torneio Empreendedor funcionou um pouco diferente das edições anteriores, pois pela primeira vez a participação foi individual, diferente das demais edições, onde a participação poderia ser em equipe (de até 3 pessoas). Pelo feedback que tivemos, alguns amaram esta nova proposta, porém outros nem tanto &#8211; isso é uma outra história, mas já adiantamos para todos que 2022 a competição voltará a ser por equipe.</p>
<p>A premiação total, em dinheiro, dos finalistas foi de R$ 14.000, distribuídos entre os 10 (dez) primeiros colocados gerais da competição, sendo R$ 5.100 para o primeiro, bolsa de mestrado Integral (100% de desconto nas mensalidades) para os 3º primeiros colocados e bolsa de curso de idiomas (100% de desconto) para aqueles que ficaram entre a 4ª e 10ª colocação.</p>
<p>Além disso, como nos anos anteriores, enviamos um troféu personalizado do Torneio para cada finalista.</p>
<p>Confira algumas curiosidades e mais detalhes de como foi esta edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>DADOS DA EDIÇÃO 2021</h2>
<ul>
<li>Período de inscrição: 31/03 a 02/05/2021</li>
<li>Valor da inscrição: R$ 75,00</li>
<li>Público: qualquer pessoa, estudante ou não, poderia se inscrever</li>
<li>Quantidade inscritos: 420</li>
<li>Total de Estados participantes: 24 + DF (não tivemos representação de Roraima e Tocantins)</li>
<li>Estados com as maiores participações:
<ul>
<li>SP (106)</li>
<li>MG (40)</li>
<li>RJ (38)</li>
<li>SC (27)</li>
<li>PR (26)</li>
<li>RS (24)</li>
<li>CE (22)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Participação dos inscritos nas edições do TE
<ul>
<li>Primeira participação: 46,2%</li>
<li>Segunda participação: 29,5%</li>
<li>Terceira participação: 24,3%</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Idade média dos participantes: 29 anos</li>
<li>Grau de escolaridade:
<ul>
<li>Superior completo: 35,9%</li>
<li>Superior incompleto: 25,3%</li>
<li>Pós-graduação completa: 24,3%</li>
<li>Pós-graduação incompleta: 10,5%</li>
<li>Ensino médio completo: 2,4%</li>
<li>Ensino médio incompleto: 1,6%</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Premiação:
<ul>
<li>Total em Dinheiro: R$ 14.000,00</li>
<li>Bolsas de Mestrado e</li>
<li>Bolsa de Idiomas</li>
<li>Troféus personalizados</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>AS ETAPAS</h2>
<ul>
<li>Etapa 1: Simulador Pequena Indústria</li>
<li>Etapa 2: Simulador de Empresa de Serviço</li>
<li>Etapa 3: Simulador de Empresa Comercial</li>
<li>Etapa 4: Simulador Grande Indústria</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O simulador, utilizado em todas as etapas do Torneio, é um software de simulação gerencial oferecido pela </span><a href="http://simulare.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Simulare</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é a organizadora do Torneio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira etapa o cenário representou uma divertida e bem humorada fábrica de chocolates artesanais, na segunda uma lavanderia doméstica, na terceira um comércio de mochilas e pochetes e para a grande final uma indústria de eletrodomésticos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PREMIAÇÃO</h2>
<p>Com o objetivo de incentivar a participação de todos, a Simulare distribuiu:</p>
<ul>
<li>1º Lugar R$5.100,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>2º Lugar R$3.100,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>3º Lugar R$2.050,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>4º Lugar R$1.050,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>5º Lugar R$700,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>6º Lugar R$600,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>7º Lugar R$500,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>8º Lugar R$400,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>9º Lugar R$300,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>10º Lugar R$200,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
</ul>
<p>Além do valor em dinheiro, a Simulare enviou também um <a href="https://torneioempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2021/03/trofeu-TE.jpg" target="_blank" rel="noopener">troféu personalizado</a> por equipe e medalhas personalizadas a cada um dos finalistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>RANKING FINAL</h2>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-3990 aligncenter " src="https://torneioempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2022/03/26.jpg" alt="" width="421" height="421" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>DEPOIMENTOS</h2></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_0 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>O Torneio Empreendedor me permitiu testar, em um ambiente simulado, todo o conhecimento sobre Negócios que venho adquirindo em cursos e livros. Este processo de simulação é fundamental para nos dar mais confiança para empreender &#8220;na prática&#8221; e para que pontos fracos nas nossas estratégias sejam identificados antes mesmo de colocarmos nossos recursos escassos à prova. Obrigado Torneio Empreendedor, nos vemos na próxima!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Rafael Augusto</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe R BUSINESS</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_1 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>O torneio proporciona um imenso aprendizado, pois retrata diversos cenários econômicos e sociais, onde temos de tomar decisões que impactarão diretamente no rumo da organização, visto que a concorrência direta também está elaborando estratégias neste mesmo contexto. As análises dos relatórios financeiros e gestão de produção são completas e auxiliam no entendimento de todo ecossistema do empreendedor. Este simulador é ótimo, onde a condução pela equipe do torneio torna tudo mais dinâmico e interessante. Com certeza participarei novamente!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Bruno Nunes</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe Avaneight</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_2 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>A primeira vez sempre é memorável! o aprendizado foi bom, independente dos resultados!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Pedro Paulo</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe DREAM</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_3 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>A Simulação Gerencial nos Jogos de Empresas é uma ferramenta excepcional para o aprimoramento das técnicas de gestão&#8230; aplicar as ferramentas de gestão possibilita a experiência e exalta a importância dos fundamentos da administração dos recursos, possibilitando o exercício da busca do maior retorno com o menor dispêndio.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Manoel Nunes Neto</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe ManNunNeto</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Palavra da coordenação</h2></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_4 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>Todas as edições são únicas e desafiadoras e esta não foi diferente. É muito gratificante estarmos à frente do Torneio e em contato diretamente com os participantes, pois a cada edição aprendemos e, também, podemos compartilhar conhecimento, seja nas redes sociais, e-mail ou webinar. O feedback positivo que, normalmente, recebemos recompensa todo e qualquer esforço durante a organização e planejamento.</p>
<p>Agradecemos muito a todos os participantes e esperamos vê-los novamente na próxima edição, que será mais um torneio incrível.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Marina e Tiago</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Coordenação TE</span></p>
				</div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Jogos empresariais: o que o professor ganha com isso?</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/jogos-empresariais-o-que-o-professor-ganha-com-isso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 17:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://simulare.com.br/?p=3323</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relato de professor sobre a utilização dos jogos empresariais em sala de aula</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor não é &#8211; e não pode ser! &#8211; um mero reprodutor de conceitos. O professor é uma das pessoas mais importantes na formação de qualquer cidadão e, assim sendo, ele deve agir como um mediador de conhecimentos, repassando aos seus alunos aquilo que ele já aprendeu.</p>
<p>Assim como qualquer outra profissão, o professor também precisa se adaptar e &#8216;evoluir&#8217; de acordo com as demandas da sociedade. Isso não quer dizer que o professor precisa ensinar outras coisas e sim que o professor precisa ensinar de outras maneiras. Essa é uma realidade e, mesmo que torçamos o nariz para isso, é algo que já acontece desde que o homem é homem: mimeógrafo, data-show, powerpoint, quadro negro, quadro verde, quadro branco, quadro de vidro… A sala de aula vai se transformando e o professor também.</p>
<p>Com o advento da crescente tecnologia e do incessante acesso à informação, os professores precisam se reinventar a fim de que acompanhem a velocidade de atividades e de pensamento que os jovens são capazes de fazer. Você pode ser um <em>showman</em>, mas a sua aula, ainda assim, precisa ser dinâmica, porque, com a quantidade de informações que os jovens têm na palma da mão e com as inúmeras ferramentas disponíveis a qualquer momento, você precisa que a sala de aula seja quase imbatível.</p>
<p>Nesse sentido, os professores podem &#8211; e devem! &#8211; utilizar essa revolução tecnológica a seu favor e hoje vou contar para vocês da percepção de um professor ao usar os jogos empresariais como um aliado em cursos como administração e ciências contábeis.</p>
<h2>É bom jogar?</h2>
<p>As faculdades de negócios têm, em sua grande maioria, uma grade curricular bastante teórica, o que gera um pouco mais de dificuldade em “inovar”. As disciplinas, por si só, não são pensadas/projetadas para que sejam feitos “laboratórios”, dissociando a possibilidade de estreitar a teoria da prática.</p>
<p>No entanto, os simuladores empresariais têm trazido uma nova percepção para esses cursos. O primeiro passo é entender que os jogos empresariais consistem em um simulador no qual os participantes simulam a gestão de uma empresa em um ambiente competitivo e interativo. A partir disso, os participantes tomam decisões do negócio com base na teoria, no contexto econômico e social apresentado, nos relatórios e notícias e em gráficos gerenciais.</p>
<p>Em Florianópolis, a professora Nathália Laffin, que ministra aulas nos cursos de administração e ciências contábeis, utilizou o Simulare para diversificar a sua forma de atuação em sala de aula e, a partir de agora, ela vai contar para vocês a experiência dela &#8211; desde a capacitação até a análise depois de alguns períodos de aplicação.</p>
<h2>Sobre a capacitação</h2>
<p>O primeiro passo para aprender a utilizar os jogos empresariais é a capacitação oferecida pela empresa. No caso da <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">Simulare</a>, quem fez essa capacitação foi a Marina e o conhecimento dela sobre o sistema e sobre todas as variáveis que ele apresenta nos deixa super à vontade. Além de uma boa didática, os materiais que acompanham a capacitação facilitam muito o aprendizado.</p>
<p>A capacitação nos ajuda a conhecer o sistema, a entender como cada um dos setores é pensado e como as decisões tomadas vão impacta-los. A leitura prévia do material é fundamental para que se possa acompanhar a capacitação e o “teste” também é bastante importante para que possamos entrar no “espírito” do jogo.</p>
<p>Assim como os professores têm uma capacitação, é fundamental que eles façam essa capacitação com seus alunos. O uso de uma “rodada teste” é o fechamento perfeito para a capacitação, pois é a ilustração do que o sistema oferece: aprender na prática.</p>
<h2>As rodadas de simulação</h2>
<p>A primeira vez é inesquecível. E a gente pode até ficar tão perdido quanto os alunos. Mas essa é uma das grandes virtudes dessa nova experiência: nos desafiarmos e percebermos que nossa capacidade de aprender coisas novas é incrível. Os alunos vão descobrindo o sistema e testando os resultados a partir das diferentes escolhas.</p>
<p>O resultado da rodada é interessante, pois eles percebem que as decisões de cada uma das equipes impacta o cenário geral e, assim, uma decisão de preço de venda, por exemplo, pode se mostrar mais ou menos acertada. Esse resultado é interessante para que os alunos compreendam que o mercado é bastante dinâmico e competitivo. O feedback trazido pelo próprio sistema (e que fica disponível apenas para os professores) é um plus, pois auxilia na visualização de quais estratégias e quais decisões pesaram mais nos resultados da empresa.</p>
<p>Na segunda rodada, já estamos mais adaptados e começamos a visualizar com mais facilidade a composição dos resultados de cada uma das equipes. O professor amadurece a cada uma das rodadas e, ao longo da simulação, ele consegue compreender cada uma das decisões dos alunos e o processo fica mais dinâmico.</p>
<h2>Um professor também aprende quando ensina?</h2>
<p>Paulo Freire já disse: “quem ensina aprende ao ensinar”. O aprendizado não é um processo único e em linha reta. Ele é construído de diferentes maneiras e a partir de diferentes perspectivas. As percepções de cada pessoa são singulares e, por isso, cada um tem o seu ritmo de aprendizagem. Todo dia, nossas experiências se refletem em nossas vidas e nossos olhares conseguem enxergar algo mais. Assim sendo, o próprio professor, no papel de responsável por transmitir e mediar conhecimentos, aprende com aquilo que ensina.</p>
<p>Nos jogos empresariais, não é diferente. O simulador é projetado para trazer resultados a partir de cada uma das decisões tomadas e as teorias levam apenas até um caminho: aquele de dizer como tal caminho deve ser percorrido. No entanto, as estratégias definidas pelos alunos a partir daquilo que enxergam como mais adequado é que mostram o caminhar. E, em cada uma das etapas do simulador, os professores têm a chance de aprender um pouco com as percepções empresariais de seus alunos: suas estratégias, suas decisões e os impactos disso no jogo.</p>
<p>Como o jogo foi aplicado pela primeira vez durante a pandemia do coronavírus, o desenvolvimento das dinâmicas de aula foram todas online. Dessa forma, criamos “salas online” com cada uma das equipes para auxiliá-las no processo decisório e, depois, para apresentar o feedback com os resultados. Essa interação entre professor e aluno é bastante enriquecedora e permite que ambos vislumbrem novas percepções e formas de enxergar a empresa, o mercado e as decisões.</p>
<h2>Benefícios da utilização do jogo</h2>
<p>A aplicação de um jogo de empresa nas faculdades de negócios tem inúmeros benefícios e o principal deles é de estreitar as relações entre a teoria e a prática. Com a dinâmica do jogo, os alunos conseguem visualizar o conteúdo advindo dos livros e compreende como as decisões impactam nos resultados.</p>
<p>Além disso, o fator retenção de atenção é um ponto forte da gamificação, pois os alunos gostam da novidade e se mostram mais interessados pela disciplina durante todo o semestre. As interações entre os alunos também aumentaram, o que propicia uma melhora na capacidade de diálogo e de discussões entre eles &#8211; e entre os professores envolvidos.</p>
<p>Outro aspecto importante é a interdisciplinaridade trazida pelo jogo, que permite com que os alunos utilizem conteúdos de diferentes disciplinas para a tomada de decisão. Por último &#8211; e, talvez, mais importante &#8211; é possível enxergar, também, é o rendimento dos acadêmicos após a aplicação das rodadas de simulação: a acepção da teoria como fonte de recurso para a vida prática.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A necessidade de novas estratégias para as salas de aula é indiscutível: tornar o ambiente acadêmico um local convidativo e dinâmico é uma demanda para os professores. O que pudemos visualizar neste artigo é que o uso de um simulador gerencial é extremamente benéfico para o processo de ensino-aprendizagem e que o professor, como mediador dessa simulação, é também beneficiado: ele aprende ao ensinar e cria um ambiente onde os alunos podem vincular a teoria à prática &#8211; além, claro, de criar um ambiente de dinamismo e e de inovação para a sua disciplina.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gestão Empresarial e a Visão Sistêmica</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/gestao-empresarial-e-a-visao-sistemica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 13:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja a importância da gestão empresarial e da visão sistêmica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao abrir ou gerir uma empresa, vários são os elementos que devem ser pensados e estruturados, desde o produto ou serviço que será ofertado até as formas de captação de cliente. Nesse ciclo, uma atividade é fundamental para o sucesso do negócio: a gestão empresarial.</p>
<p>Vamos ver, a seguir, a importância da gestão empresarial e como a visão sistêmica é relevante nesse processo.</p>
<h2>O que é gestão empresarial?</h2>
<p>A gestão empresarial, como o próprio nome já diz, consiste em gerir uma empresa. De forma simples, trata-se da condução de um negócio. Assim sendo, ela envolve as ações voltadas ao desenvolvimento e crescimento sustentável deste negócio.</p>
<p>A gestão empresarial perpassa a organização de processos como compra de mercadorias, compra de materiais, administração de recursos humanos, controle financeiro e todas as outras atividades que são necessárias para que se chegue a etapa de entrega do produto ou serviço seja entregue ao consumidor.</p>
<p>Apesar de parecer tema para grandes empresas, a gestão empresarial é essencial também para as pequenas e médias empresas. Isso porque, nessas empresas, geralmente, as diferentes atividades ficam concentradas em poucas pessoas &#8211; quase inexistindo a figura de um gestor. Em pequenas empresas, muitas vezes o dono do negócio é o gestor &#8211; mas isso não é uma exigência &#8211; e, as vezes, nem é uma indicação!</p>
<p>Agora que você já entendeu o que é a gestão empresarial, vamos entender alguns exemplos de atividades desempenhadas na gestão empresarial!</p>
<p>A lista a seguir apresenta os diferentes conceitos relacionados à gestão empresarial. Veja:</p>
<ul>
<li>Definição de metas</li>
<li>Organização de processos</li>
<li>Planejamento estratégico</li>
<li>Controle e análise de custos</li>
<li>Organização de estoques: custos, compras e vendas</li>
<li>Controles financeiros de recebimentos e pagamentos</li>
<li>Contratações e demissões</li>
<li>Pós vendas</li>
</ul>
<p>Como falamos anteriormente, a gestão empresarial envolve diferentes atividades e, para a sua realização é necessário dominar diferentes conceitos e dinâmicas. Desta forma, o profissional torna-se capacitado para estabelecer estratégias para o desenvolvimento, sobrevivência e expansão do negócio.</p>
<p>Gerir uma empresa não é tarefa fácil, mas quanto mais experiência você tem, mais você consegue se adaptar aos problemas que podem aparecer e entender as diversas forças que atuam no seu mercado. Uma visão sistêmica é fundamental para o sucesso do negócio.</p>
<h2>O que é uma visão sistêmica empresarial?</h2>
<p>A visão sistêmica é a capacidade de visualizar o cenário macro da empresa, isto é, o cenário completo que a envolve. A partir de uma visão sistêmica, a pessoa é capaz de analisar todos os agentes e todas as situações que fazem parte das rotinas de um negócio.</p>
<p>Essa visão completa da empresa ocorre a partir da análise das partes que a formam, isto é, a partir do conhecimento dos diferentes processos e setores do negócio. Assim sendo, o profissional precisa entender as relações que regem demandas internas e externas à empresa.</p>
<p>A partir deste conceito, percebe-se que institui-se um novo perfil de profissional: sai o profissional especialista e entra o profissional que tem conhecimentos distintos sobre diferentes áreas, sabendo analisá-las e relacioná-las. Deve-se pensar macro, buscando a fluidez dos processos. A visão sistêmica possibilita o amplo conhecimento da empresa, contribui no processo decisório, corrige falhas e evita imprevistos que possam vir a acontecer, tem papel fundamental no engajamento e também na motivação dos colaboradores e contribui para a expansão da empresa.</p>
<p>A visão sistêmica possibilita o amplo conhecimento da empresa, contribui no processo decisório, corrige falhas e evita imprevistos que possam vir a acontecer, tem papel fundamental no engajamento e também na motivação dos colaboradores e contribui para a expansão da empresa.</p>
<p>E como se tornar um profissional que tenha qualidade de analisar a empresa de forma sistêmica?</p>
<p>Como falamos anteriormente, o profissional precisa desenvolver habilidades que permitam que ele estabeleça relação entre diferentes conceitos, diferentes técnicas e diferentes dinâmicas. Ter a mente “aberta” para o novo e para a compreensão dele, é uma habilidade fundamental para tanto.</p>
<p>Depois disso, é necessário que ele tenha conhecimento aprofundado sobre a empresa, sabendo:</p>
<ol>
<li>as metas e diretrizes da empresa;</li>
<li>seus valores;</li>
<li>seus departamentos e processos; e</li>
<li>como os profissionais da empresa realizam suas demandas.</li>
</ol>
<p>Com isso, o profissional é capaz de entender como o todo funciona e analisar como cada uma dessas partes se relaciona e se alinha com as metas, diretrizes e valores da organização.</p>
<p>Existem algumas ferramentas que promovem a <a href="http://simulare.com.br/blog/formacao-de-profissionais-utilizando-jogos/">capacitação de profissionais sistêmicos</a> e que auxiliam as pessoas a entender, de forma didática, o processo de gestão empresarial e da visão sistêmica &#8211; desde seu conceito até a visualização dos resultados a partir da prática.</p>
<p>O uso de <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-e-um-simulador-gerencial/">simuladores gerenciais</a>, por exemplo, é uma ferramenta prática para auxiliar no aprendizado da visão sistêmica, tendo em vista que ele permite que o usuário visualize a empresa como um todo, desenvolvendo estratégias macro para a empresa, bem como sendo capaz de tomar decisões com múltiplas consequências para a empresa &#8211; sendo essa decisão bem pensada e articulada para tais consequências.</p>
<p>Apesar de um simulador trazer um ambiente controlado, ele trabalha com dinâmicas de mercado que são desconhecidas do jogador, o que permite com que ele tenha que lidar com situações imprevisíveis e, a partir disso, tomar decisões pautadas em questões racionais e, sobretudo, estratégicas. Logo, é uma ferramenta muito bacana para quem busca se aprimorar em técnicas de gestão &#8211; que, como vimos nesse artigo, é uma demanda tão necessária para os profissionais atuais.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Diante da ideia de que a gestão empresarial compreende atividades diversificadas, pode-se compreender os seus diferentes benefícios, como a assertividade na tomada de decisão, um conhecimento ampliado e apurado sobre o mercado no qual a empresa está inserida e um melhor uso do capital disponível na empresa.</p>
<p>Além disso, a gestão empresarial permite que os processos sejam mais eficientes (há uma otimização nas atividades), seguros e menos suscetíveis a erros, tendo em vista que viabiliza uma maior integração entre os diferentes departamentos da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Metodologias ativas: sala de aula invertida</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/sala-de-aula-invertida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 11:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sala de aula invertida é um modelo de metodologia ativa  onde os alunos aprendem o conteúdo antes de o professor ensiná-los! Veja mais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não ouviu a expressão “esse mundo está de cabeça para baixo”, não experimentou viver no último ano: estamos passando por uma pandemia que mudou a vida de todos! E na vida acadêmica, isso também tem acontecido. Uma expressão voltou a ser bastante pesquisada e discutida nesse meio, a sala de aula invertida. Você conhece?</p>
<p>Se você nunca ouviu falar no assunto, fique tranquilo, nesse post nós vamos te explicar o que é a sala de aula invertida e quais os seus benefícios.</p>
<h2>O que é a sala de aula invertida ?</h2>
<p>A sala de aula invertida é um modelo de metodologia ativa que surgiu na década de 90 a partir de pesquisas realizadas nas universidades americanas de Harvard e Yale. Já nos anos 2000, Baker apresentou esse modelo como uma forma inovadora com o título flipped classroom field guide &#8211; ou flipped classroom!</p>
<p>Nessa metodologia, os alunos aprendem o conteúdo antes de o professor ensiná-los! Isso mesmo, no modelo de sala de aula invertida, a aprendizagem ocorre de forma diferente da qual estamos habituados: o professor separa alguns materiais para os alunos (textos, artigos, vídeos, filmes, podcasts, etc) sobre o tema e envia para os alunos. Os alunos devem, então, estudar esse conteúdo por conta própria. Depois disso, os alunos interagem com o professor, que traz o conteúdo e a discussão para a sala de aula.</p>
<h2>Como fazer a sala de aula invertida?</h2>
<p>Para aplicar a metodologia da sala de aula invertida, tem-se o flipped classroom field guide, que é um compilado de práticas sugeridas. O primeiro passo, com certeza, é o planejamento &#8211; tal qual ocorre nas metodologias mais comuns.</p>
<p>Depois disso, o professor deve pesquisar o material de fontes confiáveis que irá sugerir aos alunos e deverá estar atualizado nas novidades relacionadas à tecnologias disponíveis para o aprendizado. Depois disso, deve instrui-los à leitura e à imersão no conteúdo, explicando o que é a metodologia e como funcionará a dinâmica de aprendizado.</p>
<p>Mesmo havendo muitas maneiras de implementar a sala de aula invertida, estudos mostram que as mais bem sucedidas são aquelas que apresentam maneiras criativas de aumentar o tempo de envolvimento do aluno,</p>
<p>Dessa forma, é importante que, em sala de aula, haja a realização de atividades que envolvam uma quantidade significativa de questionários, discussões entre os alunos, resolução de problemas e outras atividades de aprendizagem ativa.</p>
<p>Essas atividades forçam os alunos a recuperar, aprofundar e aplicar o que foi aprendido fora da sala de aula. Como elemento importante do processo, nessas dinâmicas, os alunos recebem feedback em tempo real. Essa é uma oportunidade valiosa de aprendizado para os alunos. Portanto, crie amplas possibilidades para esses intercâmbios &#8211; seja entre alunos e/ou entre alunos e professor.</p>
<p>Destaco aqui que essas atividades devem usar o material trabalhado fora de sala de aula, mas não devem apenas repeti-los! E, para que haja sucesso, é necessário que as dinâmicas em sala de aula sejam bem planejadas e estruturadas.</p>
<h2>Influência da tecnologia da informação na sala de aula invertida</h2>
<p>É sabido que a tecnologia da informação é uma grande aliada ao processo de ensino. Ao passo que trazem muitas distrações aos estudantes, as ferramentas tecnológicas promovem, também, ambientes diferentes e interativos de aprendizagem.</p>
<p>Com a ajuda da tecnologia, os alunos podem produzir e interagir com conteúdos gerados por outros e por eles mesmos de diferentes maneiras. O professor instrutor deve incentivar os alunos a usarem sua criatividade na maneira como compartilham e interagem esse conteúdo.</p>
<p>É importante lembrar, no entanto, que nem todos os alunos têm acesso a tecnologias básicas &#8211; como computadores bons ou internet com alta velocidade. Ciente disso, certifique-se também que os alunos entendam a tecnologia antes de pedir que eles a utilizem!</p>
<p>E você, como professor, não pense que a tecnologia irá reduzir o tempo dedicado às atividades na metodologia de sala de aula invertida. Muitos professores relatam investir mais tempo em suas disciplinas &#8211; pelo menos no início do processo, em razão da criação de atividades. Não é a tecnologia que vai impulsionar o sucesso dessa aprendizagem combinada e, sim a pedagogia envolvida.</p>
<h2>Vantagens e desvantagens da sala de aula invertida</h2>
<p>Você já viu que a sala de aula invertida é uma metodologia que busca fazer o aluno como responsável pelo primeiro conteúdo com um novo tema. Dessa forma, na maioria das salas de aula invertidas, os alunos compreendem o conteúdo fora da classe e participam de atividades de aprendizagem engajadas dentro da classe.</p>
<p>Essa metodologia é importante no processo de ensino-aprendizagem pois permite que os professores envolvam seus alunos com práticas de aprendizagem baseadas em evidências que podem melhorar significativamente os resultados dos alunos.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma forma de trazer o aluno como expoente de seu conhecimento e que tem caído no gosto dos estudantes, pois eles podem acompanhar o conteúdo de acordo com seu ritmo e a partir de fontes que têm mais afinidade (eu, por exemplo, aprendo lendo, mas o meu irmão tem mais facilidade em aprender vendo vídeos).</p>
<p>Entretanto, existem algumas desvantagens. Ao abordarmos a relação das tecnologias da informação com a sala de aula invertida, mencionamos a primeira delas: é necessário que os alunos tenham um mínimo de acesso à tecnologias para que esse modelo possa ser aplicado. Não adianta promover diferentes ferramentas de ensino-aprendizagem se os alunos não tiverem como e nem souberem acessá-las.</p>
<p>Outra desvantagem &#8211; pelo menos no início do processo &#8211; está relacionada à autodisciplina dos estudantes! Em estudos, professores relataram a dificuldade em fazer com que seus alunos concluam as atividades pré-sala de aula e cheguem em sala de aula despreparados. Uma forma de contornar esse problema é estimular os alunos e destacar a importância dessa atividade. Uma forma bastante utilizada é o incentivo para que os alunos assistam a vídeos ou leiam os materiais em grupos &#8211; online, mesmo!</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>As salas de aula invertidas são uma forma de aprendizagem combinada, na qual o aluno é o elemento inicial do seu processo de aprendizagem: o professor compartilha materiais que devem ser estudados e, posteriormente, traz o aluno para a discussão e para a prática do conteúdo aprendido.</p>
<p>Trata-se de uma metodologia ativa que tem apresentado resultados significativos no desempenho dos estudantes, ainda mais em tempos de pandemia e de tecnologias. A tecnologia vem como um elemento extra e facilitador nesse processo, mas lembre-se que é a pedagogia que vai impulsionar o sucesso da sala de aula invertida.</p>
<p>Você já viu que a sala de aula invertida é uma metodologia que busca fazer o aluno como responsável pelo primeiro conteúdo com um novo tema. Dessa forma, na maioria das salas de aula invertidas, os alunos compreendem o conteúdo fora da classe e participam de atividades de aprendizagem engajadas dentro da classe.</p>
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		<item>
		<title>Digitalização do ensino: ferramentas para atrair a atenção de alunos</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/digitalizacao-do-ensino-ferramentas-para-atrair-a-atencao-de-alunos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 18:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja neste post algumas ferramentas digitais disponíveis online para atrair a atenção de alunos.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/digitalizacao-do-ensino-ferramentas-para-atrair-a-atencao-de-alunos/">Digitalização do ensino: ferramentas para atrair a atenção de alunos</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2021 começou e o mundo já não é mais o mesmo. Mesmo que tenhamos uma vacina sendo aplicada, ainda lidamos com inúmeros problemas decorrentes da Covid-19. A vida de todos foi afetada e, no que concerne à educação, pessoas e instituições precisaram se reinventar.</p>
<p>Não é nenhuma novidade que 2020 fez emergir a revolução tecnológica que envolve os meios de ensino. Em razão de uma pandemia que assolou o mundo, foi necessário que instituições empresariais e de ensino conseguissem extrair o máximo possível de eficiência a partir das ferramentas disponíveis na internet para atrair a atenção de alunos.</p>
<p>As aulas passaram do ambiente presencial para o online e, no processo de “digitalização” da educação, foi necessário repensar as necessidades de professores e alunos: as reclamações e dificuldades partiram dos dois lados. Enquanto os alunos lidam com diferentes distrações, os professores buscam elementos para complementar as aulas e torná-las mais atrativas.</p>
<p>No âmbito das instituições de ensino, os já conhecidos <a href="http://youtube.com">YouTube</a> e <a href="http://whatsapp.com">WhatsApp</a> se tornaram aliados para atrair a atenção de alunos, assim como algumas ferramentas interativas não tão conhecidas, mas que agregaram bastante às rotinas estudantis de uma forma geral:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.cahoot.com/">Kahoot</a>: quiz online com pontuação e ranking dinâmicos.</li>
<li><a href="https://ahaslides.com/">Aha Slides</a>: software online para ter maior interatividade em uma apresentação. Os alunos podem interagir com curtidas, aplausos e etc. Substitui as apresentações em PowerPoint, por exemplo.</li>
<li><a href="https://pt-br.padlet.com/" class="broken_link"> Padlet</a>: &#8216;quadro-branco&#8217; interativo e colaborativo.</li>
<li><a href="https://web.telegram.org/">Telegram</a>: um WhatsApp com mais recursos e menos limitado em relação aos grupos.</li>
<li><a href="https://classroom.google.com/">Google Classroom</a>: gerenciamento de conteúdo e aulas online.</li>
<li><a href="https://www.google.com/intl/pt-BR/docs/about/">Google Docs</a>: planilhas, apresentações e editor de texto online e colaborativos.</li>
<li><a href="https://www.google.com/intl/pt-BR/forms/about/">Google Forms</a>: formulário customizado online.</li>
</ul>
<p>Mais especificamente no campo das faculdades de negócios, o uso de ferramentas dinâmicas que possibilitem uma maior interação entre conteúdo e prática são o suprassumo do ensino. Nesse sentido, a utilização de <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos de empresas</a> (como o simulador gerencial da <a href="http://simulare.com.br">Simulare</a>) gera diferentes benefícios na aprendizagem.</p>
<p>Dentre os principais pontos positivos, o primeiro deles é a <a href="http://simulare.com.br/blog/percepcoes-do-uso-de-jogos-de-empresas-nas-faculdades-de-negocios/">aceitação dos docentes e discentes</a> ao uso da ferramenta: tanto os professores quanto os alunos conseguem entender facilmente o simulador, o que torna o jogo um aliado ao processo pedagógico.</p>
<p>A partir dessa facilidade, os alunos têm a percepção de que o conteúdo é assimilado com uma maior facilidade a partir do uso de diferentes instrumentos mediadores. O uso de um simulador contribui também para uma visão macro do curso: em um único jogo, diferentes conteúdos, técnicas e habilidades são colocados em prática, fazendo com que os alunos consigam fazer conexões entre as diferentes disciplinas de um curso de negócios: custos, marketing, análise de demonstrações, estudo de mercado e tomada de decisão são alguns dos exemplos de conteúdos que embasam um simulador gerencial.</p>
<p>Para além dos benefícios oriundos da utilização de um jogo nos cursos de negócios, os ganhos são relevantes na retenção dos alunos: os alunos tornam-se mais interessados com as dinâmicas, pois percebem que conseguem colocar em prática aquilo que aprenderam em sala de aula.  É quase que unânime dizer que um <em>game</em> consegue atrair a atenção de alunos.</p>
<p>Dessa forma, conseguimos compreender que os jogos de empresa são utilizados pelas instituições de ensino como ferramentas fundamentais no processo formativo e, com essa nova forma de ensino, que pode ser totalmente online ou híbrida, têm se tornado um elemento muito valioso para o ensino, pois criam um ambiente no qual o aluno se vê interessado em participar das aulas com foco, não deixando que as diferentes distrações façam com que perca o interesse nas aulas.</p>
<p>E você, que tipo de ferramentas digitais já utilizou ou utiliza na sua faculdade como forma de atrair a atenção de alunos? Comente aqui e compartilhe conosco suas experiências!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/digitalizacao-do-ensino-ferramentas-para-atrair-a-atencao-de-alunos/">Digitalização do ensino: ferramentas para atrair a atenção de alunos</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
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		<item>
		<title>Percepções do uso de jogos de empresas nas faculdades de negócios</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/percepcoes-do-uso-de-jogos-de-empresas-nas-faculdades-de-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 12:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo de uma pesquisa realizada com alunos que traz a perspectiva de percepção do discente e docente.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Viver é uma constante evolução. Não longe disso, a vida em sala de aula também precisa acompanhar esse evoluir da sociedade. A partir disso, os professores precisam se reinventar para que consigam acompanhar a velocidade de pensamentos e atividades que os jovens são capazes de fazer.</p>
<p><a href="http://simulare.com.br/blog/retencao-de-alunos-como-superar-esse-desafio-na-ie/">Reter a atenção dos alunos</a>, nos tempos atuais, não é uma das tarefas mais fáceis. Não importa se você é um professor nota dez, se é um “<em>showman</em>”, a quantidade de informações que eles têm na palma da mão e as inúmeras ferramentas disponíveis a qualquer momento, tornam-se distrações &#8211; mesmo que o aluno esteja super interessado na aula &#8211; e essa é uma realidade que não temos como fugir.</p>
<p>No entanto, os professores podem utilizar essa<a href="http://simulare.com.br/blog/como-usar-a-tecnologia-na-sala-de-aula/"> revolução tecnológica a seu favor</a>. Um exemplo disso é o uso de <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">jogos de empresas </a>(conhecidos também como simuladores gerenciais ou de empresas) como aliados aos diferentes cursos de graduação, em especial, nas faculdades de negócios: Administração, Ciências Contábeis e diversos MBAs.</p>
<p>Uma pesquisa realizada com os alunos da sexta, sétima e oitava fase de uma faculdade de Florianópolis-SC, que tiveram um semestre letivo de experiência com os jogos de empresas, mostra que os <a href="http://simulare.com.br/nas-instituicoes-de-ensino/">benefícios</a> no uso dessas estratégias ocorrem tanto para alunos quanto professores.</p>
<h2>Perspectiva dos professores quanto aos jogos de empresas</h2>
<p>Sob a ótica dos professores, o principal benefício é a atenção dos alunos que se mostraram mais interessados pela disciplina durante todo o semestre. Após as simulações gerenciais, o rendimento dos acadêmicos diante de questões similares foi superior ao período no qual não houve a mescla de conteúdo e prática.</p>
<p>Outro aspecto importante se relaciona à interdisciplinaridade proposta pelo jogo, que permite com que os alunos utilizem conteúdos de diferentes disciplinas para a tomada de decisão. Além disso, as interações entre os alunos aumentaram, melhorando a capacidade de diálogo e de discussões entre os alunos.</p>
<h2>Perspectiva dos alunos quanto aos jogos de empresas</h2>
<p>Durante o segundo semestre de 2020, foram entrevistados 35 alunos. Deste total, 85,71% afirmaram que o uso de um simulador gerencial foi fundamental para a compreensão dos conteúdos discutidos na disciplina.</p>
<p>Ainda sob a percepção dos alunos, 97,14% dos entrevistados consideram a utilização dos jogos de empresas uma inovação nas faculdades de negócios; 94,28% deles considera o jogo uma estratégia dinâmica e agregadora à disciplina e 80% dos alunos percebem os jogos como uma forma criativa de aula.</p>
<p>No que diz respeito ao conteúdo, 88,57% dos entrevistados consideram que os jogos de empresas auxiliam na absorção do conteúdo proposto na disciplina e 71,43% alegaram ter uma visão mais abrangente do curso depois da prática gerencial.</p>
<p>No que diz respeito às dificuldades encontradas pelos alunos, uma curiosidade, 77,14% apontam que é o diálogo entre o grupo: o trabalho em equipe e a dificuldade de concordância em relação à tomada de decisão como o aspecto mais trabalhoso do processo.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Em 2020, 35 alunos experimentaram uma forma diferente de aprender: o ensino a partir da prática, proposta por um jogo que simula a administração de uma empresa, com exercícios de tomadas de decisões a partir de análises gerenciais, o software é desenvolvido e comercializado pela <a href="https://simulare.com.br">Simulare</a>.</p>
<p>Ao longo do semestre, os alunos mesclaram o conteúdo teórico com a prática com o jogo de empresa e, de acordo com a percepção dos professores, houve um aumento de atenção e melhora no desempenho dos estudantes quando da aplicação do jogo. Sob a percepção dos alunos, os principais benefícios envolvem a inovação, o dinamismo e a inovação trazida pelo jogo.</p>
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