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	<title>Formação de Líderes/Empreendedorismo Archives - Simulare - Jogos de Empresas</title>
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	<description>A Simulare atua desde 2008 em todo o Brasil e no Exterior desenvolvendo e licenciando simuladores de gestão de negócios e jogos de empresas nos ambientes industrial, comercial e de serviços.</description>
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	<title>Formação de Líderes/Empreendedorismo Archives - Simulare - Jogos de Empresas</title>
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		<title>Competências socioemocionais no ensino superior: como os jogos empresariais desenvolvem o que a sala de aula tradicional não alcança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais que a sala de aula tradicional não alcança. Veja como simuladores formam profissionais completos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho mudou. E com ele, mudou também o que se espera de um profissional recém-formado. Dominar conceitos técnicos continua sendo importante, mas já não é suficiente. As organizações buscam pessoas capazes de colaborar, liderar, tomar decisões sob pressão, resolver conflitos e se adaptar a contextos que mudam com velocidade sem precedentes. Em outras palavras: o que diferencia profissionais hoje são as competências socioemocionais — e é exatamente nesse ponto que o ensino superior precisa avançar.</p>
<p>O problema é que essas competências não se desenvolvem com aulas expositivas, provas escritas ou trabalhos individuais. Elas exigem vivência, interação e contextos que simulem a complexidade do mundo real. É por isso que os jogos empresariais vêm ganhando espaço como uma das metodologias mais eficazes para preencher essa lacuna: ao colocar os alunos no papel de gestores de empresas simuladas, eles criam um ambiente onde competências como empatia, comunicação, resiliência e tomada de decisão surgem de forma orgânica, como consequência direta da dinâmica do jogo.</p>
<h2>O que são competências socioemocionais e por que o ensino superior precisa se preocupar com elas</h2>
<p>Competências socioemocionais são um conjunto de habilidades que permitem às pessoas gerenciar suas emoções, estabelecer relacionamentos saudáveis, trabalhar em equipe e tomar decisões responsáveis. Embora o termo tenha se popularizado nas discussões sobre educação básica — especialmente após a inclusão dessas competências na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) —, sua relevância no ensino superior é igualmente crítica.</p>
<p>A razão é simples: é na graduação e na pós-graduação que o aluno faz a transição entre o ambiente escolar e o mundo do trabalho. E o que o mercado espera desse profissional vai muito além do diploma. O relatório Future of Jobs 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial com base em dados de mais de 1.000 empresas em 55 economias, aponta que entre as competências de crescimento mais acelerado até 2030 estão pensamento criativo, resiliência, flexibilidade, curiosidade, aprendizagem ao longo da vida, liderança e influência social. Todas elas são, por natureza, competências socioemocionais.</p>
<p>Outro dado relevante: segundo o mesmo relatório, 63% dos empregadores identificam lacunas de competências como a principal barreira para a transformação dos seus negócios. E 39% das habilidades consideradas essenciais hoje serão transformadas ou se tornarão obsoletas até 2030. Isso significa que formar profissionais apenas com conhecimento técnico é preparar pessoas para um mercado que já não existe.</p>
<p>Para coordenadores e professores de cursos de Administração, Contábeis, Economia e Engenharia de Produção, essa realidade tem implicações práticas diretas. Não se trata de adicionar uma disciplina de &#8220;soft skills&#8221; ao currículo. Trata-se de repensar a metodologia como um todo, incorporando experiências que desenvolvam essas competências de forma integrada ao conteúdo técnico. E é exatamente aí que os jogos empresariais entram como ferramenta estratégica.</p>
<h2>Os limites da sala de aula tradicional</h2>
<p>Há competências que não se ensinam — se vivenciam. E a sala de aula tradicional, por mais bem conduzida que seja, tem limitações estruturais quando o objetivo é desenvolver habilidades socioemocionais.</p>
<p>Uma aula expositiva sobre liderança pode transmitir conceitos valiosos, mas não coloca o aluno na posição de ter que liderar um grupo sob pressão de tempo e com informações incompletas. Um estudo de caso sobre gestão de conflitos pode gerar reflexões importantes, mas não reproduz a tensão de um desacordo real entre colegas que precisam chegar a uma decisão conjunta. Um trabalho em grupo pode até exigir colaboração, mas raramente simula a interdependência de áreas e a pressão competitiva que existem em uma organização de verdade.</p>
<p>Esse gap entre teoria e prática não é novo, mas ganhou urgência em um cenário onde a Inteligência Artificial automatiza tarefas analíticas e operacionais com eficiência crescente. Quanto mais a IA assume funções técnicas e repetitivas, mais o mercado valoriza justamente aquilo que ela não faz: interpretar contextos ambíguos, negociar com empatia, construir consenso em equipes diversas e tomar decisões que envolvem julgamento ético e visão de longo prazo.</p>
<p>Nesse contexto, o ensino superior que se limita a transmitir conteúdo técnico está formando profissionais incompletos — e, cada vez mais, substituíveis.</p>
<h2>Como os jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais na prática</h2>
<p>Um jogo de empresas é, por natureza, um laboratório de competências socioemocionais. Não porque foi desenhado para isso como objetivo primário, mas porque a dinâmica do simulador exige dos participantes exatamente o tipo de comportamento que o mercado valoriza. As competências emergem como consequência da experiência, não como conteúdo programático.</p>
<h3>Trabalho em equipe e comunicação</h3>
<p>Nos jogos empresariais, os participantes são organizados em equipes de 3 a 5 integrantes que precisam administrar uma empresa simulada. Cada rodada exige dezenas de decisões interdependentes — preço, produção, investimento em marketing, contratação, financiamento — que precisam ser discutidas, negociadas e decididas em conjunto, geralmente sob pressão de prazo.</p>
<p>Não existe espaço para o &#8220;cada um faz a sua parte&#8221; típico dos trabalhos acadêmicos tradicionais. As decisões de uma área afetam diretamente todas as outras: uma contratação precipitada compromete o caixa; uma redução agressiva de preço sobrecarrega a produção. Essa interdependência força a equipe a se comunicar com clareza, dividir responsabilidades de forma inteligente e construir processos internos de governança — habilidades que são diretamente transferíveis para o ambiente corporativo.</p>
<h3>Tomada de decisão sob incerteza</h3>
<p>Decidir é fácil quando se tem todas as informações. O problema é que isso quase nunca acontece na vida real — e tampouco acontece no simulador. Os participantes tomam decisões com base em relatórios, indicadores e análises de mercado, mas sempre com grau de incerteza: o comportamento dos concorrentes é imprevisível, as condições do mercado mudam a cada rodada e os resultados nem sempre correspondem às expectativas.</p>
<p>Essa dinâmica desenvolve algo que nenhuma prova escrita consegue: a tolerância à ambiguidade e a capacidade de agir com assertividade mesmo quando não se tem certeza absoluta. Os alunos aprendem a avaliar riscos, ponderar alternativas e — tão importante quanto — a lidar com as consequências das suas escolhas, incluindo o erro.</p>
<h3>Resiliência e gestão emocional</h3>
<p>Em um jogo empresarial competitivo, nem tudo vai dar certo. Equipes que lideram em uma rodada podem cair nas seguintes. Decisões que pareciam acertadas revelam-se equivocadas quando os resultados chegam. A frustração, a pressão e a necessidade de recomeçar fazem parte da experiência — e são exatamente essas situações que constroem resiliência.</p>
<p>Diferentemente de uma avaliação tradicional, onde o erro gera apenas uma nota baixa, no simulador o erro tem contexto, consequência e oportunidade de correção. O aluno não apenas erra: ele entende por que errou, vê o impacto da decisão no resultado da empresa e tem a chance de ajustar a rota na próxima rodada. Esse ciclo de ação, reflexão e ajuste é a base do aprendizado experiencial — e um dos mecanismos mais poderosos de desenvolvimento socioemocional.</p>
<h3>Liderança e influência</h3>
<p>Dentro de uma equipe de jogo, papéis de liderança surgem de forma espontânea. Alguém precisa organizar o processo decisório, mediar divergências e garantir que o grupo entregue suas decisões no prazo. Mas a liderança no jogo não é dada por um título: é conquistada pela capacidade de influenciar, articular ideias e manter o grupo coeso.</p>
<p>Essa dinâmica expõe diferentes perfis — o analítico, o estratégico, o conciliador, o executor — e permite que os alunos experimentem papéis que normalmente não exerceriam em uma sala de aula convencional. Para muitos, é a primeira vez que lideram um grupo sob pressão real, e essa vivência é profundamente formadora.</p>
<h3>Empatia e consciência social</h3>
<p>A convivência intensiva dentro de um jogo empresarial, com suas vitórias e frustrações compartilhadas, desenvolve algo difícil de ensinar em aula: a empatia. Os participantes aprendem a reconhecer os pontos fortes e limitações dos colegas, a lidar com perfis diferentes dos seus e a construir relações de confiança que viabilizam decisões coletivas de qualidade.</p>
<p>Além disso, decisões que envolvem gestão de pessoas — como definir salários, jornadas de trabalho e investimentos em treinamento — sensibilizam os alunos para o impacto humano das escolhas gerenciais, algo que um caso teórico dificilmente consegue transmitir com a mesma intensidade.</p>
<h2>O papel do mediador: transformar experiência em aprendizado consciente</h2>
<p>É importante ressaltar que o simulador, por si só, não desenvolve competências socioemocionais de forma automática. O que transforma a experiência do jogo em aprendizado efetivo é a mediação pedagógica — o papel do professor ou consultor que conduz a atividade.</p>
<p>O mediador é responsável por criar momentos de reflexão entre as rodadas, provocar a análise crítica das decisões tomadas, destacar os comportamentos observados nas equipes e conectar a experiência do jogo com os conceitos teóricos da disciplina. É ele que ajuda o aluno a perceber que a dificuldade de alinhar a equipe na rodada 3 é, na essência, o mesmo desafio de integração departamental que estudou na teoria de administração.</p>
<p>Sem essa mediação, o jogo é apenas um jogo. Com ela, torna-se uma experiência de desenvolvimento integral, que combina conteúdo técnico (finanças, marketing, operações) com competências humanas (comunicação, liderança, resiliência) de forma integrada e memorável.</p>
<h2>Jogos empresariais e o novo perfil de egresso que o mercado exige</h2>
<p>Os dados são consistentes: o mercado de trabalho está se movendo em uma direção clara. Competências técnicas continuam sendo pré-requisito, mas são as competências socioemocionais que diferenciam profissionais e definem trajetórias de carreira.</p>
<p>Para as instituições de ensino, isso representa tanto um desafio quanto uma oportunidade. O desafio é incorporar metodologias que de fato desenvolvam essas competências, indo além do discurso. A oportunidade é se diferenciar em um mercado educacional cada vez mais competitivo, oferecendo uma formação que prepara o aluno para o que o mercado realmente valoriza.</p>
<p>Os jogos empresariais cumprem esse papel com uma eficácia difícil de igualar por outras metodologias. Eles não são uma atividade complementar ou um recurso lúdico opcional: são um espaço de desenvolvimento integral, onde o aluno aprende a pensar sistemicamente, decidir sob pressão, liderar com colaboração e lidar com a incerteza — competências que nenhuma prova, trabalho escrito ou aula expositiva consegue desenvolver com a mesma profundidade.</p>
<p>Em um cenário onde a IA transforma o que significa ser um bom profissional, investir em experiências que desenvolvam o que é essencialmente humano não é mais uma escolha. É uma necessidade estratégica para qualquer curso que pretenda formar profissionais relevantes para o mercado de trabalho dos próximos anos.</p>
<hr />
<p><em>Se você é professor ou coordenador e quer entender como os jogos empresariais podem fortalecer o desenvolvimento de competências socioemocionais no seu curso, entre em contato com a equipe da Simulare. Teremos prazer em mostrar como o simulador funciona na prática e como ele pode se integrar à sua disciplina ou projeto pedagógico.</em></p>
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		<title>Business Games, IA e o Futuro da Formação Executiva (MBA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 12:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visão sistêmica, tomada de decisões e trabalho em equipe na era da Inteligência Artificial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cursos de MBA sempre foram espaços privilegiados de desenvolvimento executivo. Com carga horária entre 360 e 600 horas, distribuídas ao longo de 12 a 24 meses, esses programas reúnem disciplinas como Finanças, Marketing, Contabilidade, Recursos Humanos e Empreendedorismo. Mas, por muito tempo, faltou um ingrediente essencial: a prática. É exatamente nessa lacuna que os Business Games, ou Jogos Empresariais, se consolidaram como uma das metodologias mais transformadoras do ensino de gestão.</p>
<p>A habilidade de tomar decisões em ambientes de incerteza é, sem dúvida, uma das competências mais valorizadas no mercado. Provas, artigos e trabalhos de conclusão de curso testam o domínio teórico, mas raramente simulam a pressão e a complexidade do dia a dia de um gestor. Os Business Games vieram para preencher esse vácuo e, com a chegada da Inteligência Artificial, esse potencial está sendo radicalmente ampliado.</p>
<h2>O que são Business Games e por que importam</h2>
<p>Business Games são simuladores empresariais que colocam os participantes no papel de gestores de empresas fictícias, em mercados competitivos simulados. Inspirados na Teoria dos Jogos, esses simuladores reproduzem dinâmicas reais de negócios: decisões de precificação, gestão de estoque, estratégias de marketing, planejamento financeiro, contratação de pessoas, entre outras variáveis interdependentes.</p>
<p>A cada rodada, os grupos tomam decisões, o simulador processa os dados e apresenta resultados como balanços, relatórios de mercado e indicadores de desempenho. Os participantes analisam os impactos das suas escolhas, ajustam estratégias e competem entre si, tudo em tempo real e sob pressão de prazo.</p>
<p>Mais do que um jogo, a experiência reproduz fielmente os dilemas que os gestores enfrentam nas organizações: informações incompletas, decisões interdependentes, concorrentes imprevisíveis e recursos limitados. É justamente por isso que os Business Games são tão eficazes no desenvolvimento de três habilidades fundamentais: visão sistêmica, tomada de decisões e trabalho em equipe.</p>
<h2>Visão Sistêmica: enxergar o todo antes de agir</h2>
<p>Um dos maiores aprendizados proporcionados pelos Business Games é a percepção de que cada decisão gera consequências em múltiplas dimensões da empresa e que essas consequências se espalham de forma não linear. Reduzir o preço de um produto pode aumentar o volume de vendas, mas pressionar a margem, sobrecarregar a produção e comprometer o fluxo de caixa. Uma contratação precipitada pode elevar custos fixos num momento de retração do mercado.</p>
<p>Essa interdependência entre as partes da empresa é o núcleo da visão sistêmica, e os simuladores empresariais são, por natureza, ferramentas de desenvolvimento dessa competência. Ao vivenciar os efeitos em cadeia de suas escolhas, os participantes aprendem a pensar de forma integrada: a considerar finanças, operações, marketing e pessoas não como silos isolados, mas como engrenagens de um mesmo sistema.</p>
<p>Para líderes e gestores em formação, essa perspectiva é absolutamente essencial. Organizações são sistemas adaptativos complexos, e as decisões de maior impacto são justamente aquelas que exigem uma leitura integrada do ambiente interno e externo.</p>
<h2>Tomada de Decisões: aprender fazendo, errando e corrigindo</h2>
<p>A habilidade de decidir bem sob pressão não se aprende em sala de aula. Ela se constrói pela experiência e, idealmente, em ambientes onde o erro tem custo pedagógico, não organizacional. É aí que os Business Games são insubstituíveis.</p>
<p>Nos simuladores mais modernos, os participantes não apenas lançam decisões: eles têm acesso a sistemas de apoio à decisão que permitem simular diferentes cenários antes de confirmar uma escolha. Isso desenvolve o raciocínio analítico, a capacidade de avaliar riscos e a habilidade de agir com assertividade mesmo diante da incerteza, característica central da liderança eficaz.</p>
<p>O ambiente competitivo dos Business Games acrescenta mais uma camada de complexidade: os resultados de cada empresa dependem não apenas das suas próprias decisões, mas das estratégias adotadas pelos concorrentes. Essa dinâmica replica com precisão o ambiente de mercado real, onde a inteligência competitiva e a adaptabilidade são diferenciais decisivos.</p>
<h2>Trabalho em Equipe: decidir junto é mais difícil do que parece</h2>
<p>Um Business Game não é uma experiência individual. Os participantes trabalham em grupos, o que transforma o simulador também num laboratório de desenvolvimento de competências interpessoais. Dividir responsabilidades, alinhar pontos de vista divergentes, construir consenso sob pressão de tempo e aprender a comunicar decisões com clareza fazem parte da dinâmica de jogo.</p>
<p>Equipes que desenvolvem processos de governança interna, com papéis definidos, rituais de análise e critérios claros de decisão, tendem a apresentar resultados superiores. Essa aprendizagem é diretamente transferível para o ambiente corporativo, onde o trabalho colaborativo é cada vez mais a norma, não a exceção.</p>
<p>A diversidade de perfis dentro de uma equipe também enriquece a experiência. Profissionais com formação em finanças, marketing, operações e RH contribuem com perspectivas complementares e aprendem a integrar esses olhares numa estratégia coerente. O jogo, assim, desenvolve não apenas competências técnicas, mas também a inteligência relacional e a capacidade de liderança coletiva.</p>
<h2>Business Games e Inteligência Artificial: aprender usando a ferramenta</h2>
<p>A relação entre os Business Games e a Inteligência Artificial vai muito além de qualquer recurso interno ao simulador. Há uma dimensão prática ainda mais imediata e igualmente transformadora: a IA como recurso externo de apoio ao aluno durante toda a experiência do jogo.</p>
<p>Plataformas como ChatGPT, Copilot e outros assistentes de IA generativa estão disponíveis para qualquer participante. Nos Business Games, elas encontram um terreno fértil de aplicação: análise de relatórios financeiros, interpretação de indicadores de mercado, comparação de estratégias, elaboração de cenários e revisão de decisões passadas. A quantidade de informação gerada a cada rodada de um simulador é considerável, e é exatamente aí que a IA pode ser uma aliada poderosa.</p>
<p>Mas há um ponto fundamental: a IA não trabalha por conta própria. Para extrair valor real dessas ferramentas, o aluno precisa saber o que perguntar, como contextualizar o problema, quais dados fornecer e como interpretar as respostas. Isso exige leitura atenta dos relatórios, raciocínio analítico e clareza sobre os objetivos estratégicos da equipe. Em outras palavras, a IA amplifica a capacidade de quem já está engajado e não substitui o esforço de pensar.</p>
<p>Essa dinâmica coloca o participante numa posição nova e altamente relevante para o mercado: a de alguém que aprende a trabalhar <em>com</em> a inteligência artificial, e não apenas sobre ela. Ao interagir ativamente com essas ferramentas durante o jogo, testando prompts, refinando perguntas e cruzando as respostas com a realidade do simulador, o aluno desenvolve na prática uma das competências mais exigidas pelas organizações hoje: a capacidade de usar IA como alavanca de decisão.</p>
<p>Assim, o Business Game deixa de ser apenas um simulador de gestão e passa a ser também um laboratório de letramento em IA. O aluno sai da experiência não só com mais habilidade para tomar decisões empresariais, mas com maior maturidade para navegar em um ambiente profissional onde a inteligência artificial já é parte do cotidiano e onde saber usá-la com discernimento é, cada vez mais, um diferencial competitivo.</p>
<h2>Conclusão: além da teoria, a experiência que transforma</h2>
<p>Um bom programa de MBA precisa equilibrar rigor acadêmico e vivência prática. Os Business Games representam, hoje, a metodologia mais eficaz para essa integração. Ao combinar simulação realista, pressão competitiva, trabalho em equipe e o uso ativo da Inteligência Artificial, eles criam um ambiente de aprendizagem que nenhuma sala de aula convencional consegue replicar.</p>
<p>Mais do que ensinar conceitos, os simuladores desenvolvem a capacidade de pensar sistemicamente, de decidir com assertividade e de liderar com colaboração. Em um mercado cada vez mais volátil, complexo e impactado pela IA, essas habilidades não são apenas desejáveis: são indispensáveis.</p>
<p>Os Business Games, portanto, não são apenas uma disciplina complementar nos cursos de MBA. São um laboratório de formação executiva e, com a Inteligência Artificial ao alcance de todos, esse laboratório acaba de ganhar uma nova e decisiva dimensão.</p>
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		<title>Jogos empresariais no mundo Corporativo &#8211; vantagens para a formação profissional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 12:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os jogos empresariais, amplamente usados no mundo corporativo, impulsionam habilidades como tomada de decisões e análise de indicadores, promovendo um ambiente motivador e inovador essencial para o aprendizado contínuo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a utilização de jogos empresariais, também conhecidos como simuladores gerenciais, no ambiente corporativo tem crescido significativamente, revelando-se uma abordagem valiosa para o desenvolvimento de habilidades essenciais nos profissionais. Essas ferramentas não apenas promovem a aquisição de conhecimento, mas também estimulam a dinâmica de grupo, a capacidade de tomada de decisões e a análise de indicadores, proporcionando um aprendizado ativo e envolvente. Além disso, contribuem de forma significativa para a motivação e o clima organizacional, criando um ambiente propício não apenas para a aprendizagem, mas também para a inovação a partir de uma inovação.</p>
<p>Abaixo destacamos alguns atributos trabalhados com os jogos.</p>
<h2>Estímulo à visão sistêmica</h2>
<p>Os simuladores empresariais são projetados para imitar a complexidade do funcionamento de uma organização, permitindo que os participantes realizem escolhas em um ambiente controlado. Essa abordagem força os profissionais a aceitarem a interdependência entre diferentes áreas da empresa, promovendo uma visão sistêmica. A participação ativa no jogo aumenta a compreensão do funcionamento organizacional, uma vez que os participantes precisam considerar como suas decisões afetam não apenas sua área, mas toda a empresa como um todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tomada de decisões estratégicas</h2>
<p>Uma das principais vantagens da utilização de simuladores é a oportunidade de experimentar a tomada de decisões em cenários de alta pressão e em tempo real. Essas simulações permitem que os profissionais explorem as consequências de várias opções simultaneamente, validando seu senso comum e refletindo sobre os resultados de suas escolhas. A experiência de tomar decisões baseadas em dados e situações reais reforça a importância da análise crítica e da eficácia nas decisões, preparando os participantes para situações desafiadoras no ambiente de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Análise de indicadores e relatórios</h2>
<p>Os jogos empresariais não apenas envolvem a tomada de decisões estratégicas, mas também permitem que os participantes analisem dados e indicadores de maneira prática. Durante as simulações, os profissionais são confrontados com notícias fictícias (que muito se assemelham ao mundo real), relatórios financeiros e indicadores gerenciais que influenciam suas decisões, criando uma ligação direta entre teoria e prática. Essa análise crítica é fundamental para o desenvolvimento de habilidades analíticas e para a interpretação de resultados, que são indispensáveis no ambiente corporativo moderno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Trabalho em equipe e dinâmica de grupo</h2>
<p>Outra característica essencial dos simuladores empresariais é a ênfase no trabalho em equipe. Os jogos promovem a colaboração entre os participantes, que precisam unir forças para atingir objetivos comuns. A dinâmica de grupo reforça a importância da comunicação, da liderança e da resolução de conflitos, formando profissionais mais preparados para atuar em equipes multidisciplinares. A experiência compartilhada em uma simulação cria um espaço onde os participantes podem aprender uns com os outros, trocando experiências e insights valiosos sobre o desempenho individual e coletivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Motivação e clima organizacional</h2>
<p>Os jogos empresariais também incentivam a motivação dos colaboradores e melhoram o clima organizacional. O ambiente lúdico e interativo das simulações torna o aprendizado mais agradável, promovendo o engajamento dos participantes. Quando os colaboradores se divertem enquanto aprendem, sentem-se mais valorizados e comprometidos, o que, por sua vez, resulta em maior satisfação no trabalho. Este aspecto positivo não só melhora as relações interpessoais como também cria um espaço aberto para a inovação, permitindo que novas ideias sejam testadas e implementadas de maneira mais ágil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Inovação através da simulação</h2>
<p>Os jogos empresariais também desempenham um papel crucial na promoção da inovação dentro das organizações. Ao criar cenários que permitem que os participantes experimentem novas estratégias e abordagens, os simuladores funcionam como um laboratório para ideias. A liberdade de testar diferentes situações e ver seus resultados em tempo real estimula a criatividade e o pensamento inovador, encorajando os indivíduos a buscarem melhorias contínuas e a desenvolverem soluções criativas para os desafios que enfrentam em suas funções cotidianas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Considerações finais</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais no mundo corporativo transcende o mero aprendizado de conceitos teóricos, proporcionando uma experiência rica, envolvente e prática. Ao estimular a visão sistêmica, a tomada de decisões, a análise de indicadores, o trabalho em equipe, a motivação, e o clima organizacional, além de fomentarem a inovação, essas ferramentas se tornam essenciais na formação de profissionais aptos a enfrentar os desafios do mercado contemporâneo. Assim, empresas que incorporam simulações em seus programas de treinamento não apenas melhoram o desenvolvimento de suas equipes, mas também contribuem para um ambiente de aprendizado contínuo e inovador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crédito:</p>
<ul>
<li>Foto de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@homajob?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Scott Graham</a> na <a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/pessoa-segurando-lapis-perto-do-computador-portatil-5fNmWej4tAA?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Unsplash</a></li>
</ul>
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		<title>Atividade de extensão com jogos empresariais, uma ferramenta de transformação para microempreendedores.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos desempenham um papel crucial como tutores nessa abordagem com jogos que enriquece a formação acadêmica e gera um impacto positivo na comunidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação superior no Brasil passa por um momento de transformação, com crescente ênfase na formação prática e na contribuição social dos acadêmicos. Como resposta a essa mudança, a aplicação de jogos empresariais em comunidades de microempresários e autônomos tornou-se uma alternativa inovadora para atender às demandas do Ministério da Educação (MEC) em relação às atividades de extensão.</p>
<p>Neste contexto, alunos universitários desempenham um papel crucial como tutores nessa abordagem única, que não apenas enriquece a formação acadêmica, mas também gera um impacto positivo nas comunidades.</p>
<h2>O Potencial Transformador dos Jogos Empresariais para Microempresários</h2>
<p>Os jogos empresariais são conhecidos por proporcionar um ambiente prático de aprendizado, simulando situações empresariais reais. Eles desafiam os participantes a analisar dados gerenciais, tomar decisões operacionais, táticas e estratégicas, lidar com recursos humanos, materiais e trabalhar em cenários de incerteza e risco.</p>
<p>Essas habilidades são fundamentais não apenas para o sucesso nos negócios, mas também para o desenvolvimento pessoal e a capacidade de lidar com desafios comuns enfrentados por microempreendedores em seu dia-dia.</p>
<h2>Envolvendo os alunos como tutores</h2>
<p>Em uma atividade de extensão, o envolvimento dos alunos como tutores é uma abordagem eficaz para a aplicação dos jogos empresariais. Os alunos, com seu conhecimento acadêmico em áreas como administração, economia, finanças e empreendedorismo, desempenham um papel de liderança na organização e facilitação dos conteúdos e jogos. Além disso, eles atuam como mentores e modelos para os participantes, demonstrando a importância da educação superior e da aplicação prática dos conceitos acadêmicos.</p>
<p>Os alunos seriam responsáveis pela condução total do projeto, desde sua elaboração inicial, projetando cronograma, quantidade de participantes, definindo o público-alvo, passando pela captação e convencimento dos participantes e chegando até a aplicação do jogo e conteúdos relevantes para os microempreendedores.</p>
<p>O professores seriam os orquestradores da atividade. Ficariam responsáveis por ajudar os alunos durante as etapas iniciais, de execução e finais do projeto, oferecendo apoio didático, técnico e monitorando as participações e resultados.</p>
<h2>A Importância das atividades de extensão para o MEC</h2>
<p>O MEC reconhece a relevância das atividades de extensão no ensino superior, que visam promover a interação entre a instituição de ensino e a sociedade, contribuindo para o desenvolvimento local e regional.</p>
<p>Os jogos empresariais aplicados em comunidades, especialmente aquelas mais carentes de informação, são uma forma eficaz de cumprir esse propósito, proporcionando não só experiências inovadoras e envolventes, que vão além das salas de aula, mas também permitindo uma troca muito rica de informações entre aluno e microempreendedor, um mostrando a realidade nua e crua e outro apresentando possibilidades de melhorias a partir do conhecimento acadêmico unido ao jogo, como ferramenta de consolidação e prática do conhecimento.</p>
<h2>Benefícios para os microempreendedores e desafios futuros</h2>
<p>Fica evidente que os benefícios dos jogos empresariais não se limitam aos alunos. Os microempreendedores, ao se envolverem em simulações empresariais, têm a oportunidade de adquirir conhecimentos práticos e habilidades que podem ser aplicados em suas vidas pessoais e profissionais.</p>
<p>Além disso, os jogos promovem o trabalho em equipe, a tomada de decisões baseada em dados financeiros e econômicos e o pensamento crítico, fortalecendo a capacidade do empreendedor de enfrentar seus diversos desafios diários.</p>
<p>Embora a aplicação de jogos empresariais em comunidades ofereça inúmeros benefícios, há desafios a serem superados. A mobilização das pessoas, de recursos e a garantia de acessibilidade e a adaptação às necessidades específicas de cada comunidade são questões que exigem atenção.</p>
<p>A participação e o envolvimento dos microempreendedores dependerá muito da abordagem dos alunos, por este motivo, deve-se dar muita atenção na estratégia de captação dos participantes.</p>
<p>À medida que essa abordagem inovadora se expande, surgem oportunidades para estabelecer parcerias com organizações locais, desenvolver materiais personalizados e criar modelos sustentáveis para a continuidade do programa.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais para microempreendedores em comunidades locais, com alunos universitários atuando como tutores, representa uma alternativa valiosa para atender às exigências de atividades de extensão do MEC. Essa abordagem única não apenas enriquece a formação acadêmica dos alunos, mas também gera um impacto positivo nas comunidades, capacitando os participantes com uma abordagem prática, onde tomam decisões reais, mas em um cenário controlado.</p>
<p>À medida que essa prática se desenvolve, o potencial transformador dos jogos empresariais na sociedade é grande, criando uma ponte sólida entre a educação superior e o desenvolvimento social.</p>
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		<title>Torneio Empreendedor 2021 &#8211; Competição nacional de Jogos de Empresas</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/te2021-competicao-nacional-de-jogos-de-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 18:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edição 2021 do “Torneio Empreendedor”, competição nacional, 100% online, de caráter educacional, realizado pela Simulare.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para quem ainda não conhece, O “<a href="https://torneioempreendedor.com.br" target="_blank" rel="noopener">Torneio Empreendedor</a>” (TE) é uma competição nacional, 100% online, de caráter educacional, realizado pela Simulare, com os objetivos de estimular o empreendedorismo e desenvolver competências de gestão de negócios com o uso de jogos empresariais, conhecidos também como simuladores gerenciais.</p>
<p>O evento ocorre apenas uma vez por ano. Em 2021 o Torneio Empreendedor funcionou um pouco diferente das edições anteriores, pois pela primeira vez a participação foi individual, diferente das demais edições, onde a participação poderia ser em equipe (de até 3 pessoas). Pelo feedback que tivemos, alguns amaram esta nova proposta, porém outros nem tanto &#8211; isso é uma outra história, mas já adiantamos para todos que 2022 a competição voltará a ser por equipe.</p>
<p>A premiação total, em dinheiro, dos finalistas foi de R$ 14.000, distribuídos entre os 10 (dez) primeiros colocados gerais da competição, sendo R$ 5.100 para o primeiro, bolsa de mestrado Integral (100% de desconto nas mensalidades) para os 3º primeiros colocados e bolsa de curso de idiomas (100% de desconto) para aqueles que ficaram entre a 4ª e 10ª colocação.</p>
<p>Além disso, como nos anos anteriores, enviamos um troféu personalizado do Torneio para cada finalista.</p>
<p>Confira algumas curiosidades e mais detalhes de como foi esta edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>DADOS DA EDIÇÃO 2021</h2>
<ul>
<li>Período de inscrição: 31/03 a 02/05/2021</li>
<li>Valor da inscrição: R$ 75,00</li>
<li>Público: qualquer pessoa, estudante ou não, poderia se inscrever</li>
<li>Quantidade inscritos: 420</li>
<li>Total de Estados participantes: 24 + DF (não tivemos representação de Roraima e Tocantins)</li>
<li>Estados com as maiores participações:
<ul>
<li>SP (106)</li>
<li>MG (40)</li>
<li>RJ (38)</li>
<li>SC (27)</li>
<li>PR (26)</li>
<li>RS (24)</li>
<li>CE (22)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Participação dos inscritos nas edições do TE
<ul>
<li>Primeira participação: 46,2%</li>
<li>Segunda participação: 29,5%</li>
<li>Terceira participação: 24,3%</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Idade média dos participantes: 29 anos</li>
<li>Grau de escolaridade:
<ul>
<li>Superior completo: 35,9%</li>
<li>Superior incompleto: 25,3%</li>
<li>Pós-graduação completa: 24,3%</li>
<li>Pós-graduação incompleta: 10,5%</li>
<li>Ensino médio completo: 2,4%</li>
<li>Ensino médio incompleto: 1,6%</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>Premiação:
<ul>
<li>Total em Dinheiro: R$ 14.000,00</li>
<li>Bolsas de Mestrado e</li>
<li>Bolsa de Idiomas</li>
<li>Troféus personalizados</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>AS ETAPAS</h2>
<ul>
<li>Etapa 1: Simulador Pequena Indústria</li>
<li>Etapa 2: Simulador de Empresa de Serviço</li>
<li>Etapa 3: Simulador de Empresa Comercial</li>
<li>Etapa 4: Simulador Grande Indústria</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O simulador, utilizado em todas as etapas do Torneio, é um software de simulação gerencial oferecido pela </span><a href="http://simulare.com.br/"><span style="font-weight: 400;">Simulare</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é a organizadora do Torneio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira etapa o cenário representou uma divertida e bem humorada fábrica de chocolates artesanais, na segunda uma lavanderia doméstica, na terceira um comércio de mochilas e pochetes e para a grande final uma indústria de eletrodomésticos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PREMIAÇÃO</h2>
<p>Com o objetivo de incentivar a participação de todos, a Simulare distribuiu:</p>
<ul>
<li>1º Lugar R$5.100,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>2º Lugar R$3.100,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>3º Lugar R$2.050,00 + Bolsa de Mestrado + Troféu</li>
<li>4º Lugar R$1.050,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>5º Lugar R$700,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>6º Lugar R$600,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>7º Lugar R$500,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>8º Lugar R$400,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>9º Lugar R$300,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
<li>10º Lugar R$200,00 + Bolsa de Idiomas + Troféu</li>
</ul>
<p>Além do valor em dinheiro, a Simulare enviou também um <a href="https://torneioempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2021/03/trofeu-TE.jpg" target="_blank" rel="noopener">troféu personalizado</a> por equipe e medalhas personalizadas a cada um dos finalistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>RANKING FINAL</h2>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-3990 aligncenter " src="https://torneioempreendedor.com.br/wp-content/uploads/2022/03/26.jpg" alt="" width="421" height="421" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>DEPOIMENTOS</h2></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_0 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>O Torneio Empreendedor me permitiu testar, em um ambiente simulado, todo o conhecimento sobre Negócios que venho adquirindo em cursos e livros. Este processo de simulação é fundamental para nos dar mais confiança para empreender &#8220;na prática&#8221; e para que pontos fracos nas nossas estratégias sejam identificados antes mesmo de colocarmos nossos recursos escassos à prova. Obrigado Torneio Empreendedor, nos vemos na próxima!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Rafael Augusto</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe R BUSINESS</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_1 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>O torneio proporciona um imenso aprendizado, pois retrata diversos cenários econômicos e sociais, onde temos de tomar decisões que impactarão diretamente no rumo da organização, visto que a concorrência direta também está elaborando estratégias neste mesmo contexto. As análises dos relatórios financeiros e gestão de produção são completas e auxiliam no entendimento de todo ecossistema do empreendedor. Este simulador é ótimo, onde a condução pela equipe do torneio torna tudo mais dinâmico e interessante. Com certeza participarei novamente!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Bruno Nunes</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe Avaneight</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_2 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>A primeira vez sempre é memorável! o aprendizado foi bom, independente dos resultados!</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Pedro Paulo</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe DREAM</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_3 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>A Simulação Gerencial nos Jogos de Empresas é uma ferramenta excepcional para o aprimoramento das técnicas de gestão&#8230; aplicar as ferramentas de gestão possibilita a experiência e exalta a importância dos fundamentos da administração dos recursos, possibilitando o exercício da busca do maior retorno com o menor dispêndio.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Manoel Nunes Neto</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Equipe ManNunNeto</span></p>
				</div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h2>Palavra da coordenação</h2></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_testimonial et_pb_testimonial_4 clearfix  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light et_pb_testimonial_no_image">
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_testimonial_description">
					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>Todas as edições são únicas e desafiadoras e esta não foi diferente. É muito gratificante estarmos à frente do Torneio e em contato diretamente com os participantes, pois a cada edição aprendemos e, também, podemos compartilhar conhecimento, seja nas redes sociais, e-mail ou webinar. O feedback positivo que, normalmente, recebemos recompensa todo e qualquer esforço durante a organização e planejamento.</p>
<p>Agradecemos muito a todos os participantes e esperamos vê-los novamente na próxima edição, que será mais um torneio incrível.</p></div></div>
					<span class="et_pb_testimonial_author">Marina e Tiago</span>
					<p class="et_pb_testimonial_meta"><span class="et_pb_testimonial_company">Coordenação TE</span></p>
				</div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ligando as partes: como o uso da visão sistêmica torna a gestão empresarial mais eficiente</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/ligando-as-partes-como-o-uso-da-visao-sistemica-torna-a-gestao-empresarial-mais-eficiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 12:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://simulare.com.br/?p=3318</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aprenda um pouco mais sobre o uso da visão sistêmica no processo de gestão empresarial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que falamos em empreender, ouvimos frases de que esse é um processo muitas vezes doloroso, mas se bem executado, bem recompensador. Theodore Roosevelt, ex-presidente dos Estados Unidos da América, um dia disse: “faça o que você pode, com o que você tem, onde você estiver” &#8211; e essa se tornou uma das grandes frases impulsionadoras para empreendedores. Gerir uma empresa é andar em corda bamba, cuidando com todos os aspectos dela para que o sucesso seja alcançado. E como a gente está aqui para facilitar a sua vida, neste artigo você vai aprender um pouco mais sobre o uso da visão sistêmica no processo de gestão empresarial.</p>
<h2>Gestão empresarial e visão sistêmica</h2>
<p>A gestão empresarial é o movimento de organizar os diferentes setores de uma empresa para que essa empresa consiga “girar” da melhor forma possível: com dinamismo e eficiência. No entanto, não é uma tarefa simples! Cada vez mais, os gestores empresariais precisam ter características multifacetadas para que possam entender a empresa como um todo e conseguir organizá-la. Nessa perspectiva, o uso da visão sistêmica é um grande aliado.</p>
<p>Para compreender a importância da visão sistêmica, vamos lembrar o que ela representa? O termo “sistêmico” significa, no dicionário, algo “capaz de afetar inteiramente um organismo; generalizado”. Ou seja, refere-se a uma ideia de abrangência e completude. A visão sistêmica corresponde, portanto, à visão da empresa como um todo: analisando todo o seu cenário &#8211; agentes e situações &#8211; e alinhando as demandas em prol de uma melhor dinâmica de trabalho.</p>
<p>Para entender como a visão sistêmica pode auxiliar na gestão, vamos, primeiramente, entender quais as rotinas de cada um dos principais subsistemas (setores) de uma empresa: compras, fabricação, marketing e recursos humanos.</p>
<ul>
<li>No setor de compras, temos dois pontos importantes: a) a compra e venda de imobilizados, definindo se haverá ou não investimentos em prédios, salas, veículos, máquinas etc; b) a compra de insumos: a quantidade de insumos que pretende adquirir, de qual fornecedor e qual a forma de pagamento que irá optar.</li>
<li>No setor de marketing, estrutura-se desde a escolha de preço de venda, perpassando a escolha das inserções de propaganda, até a estimativa de vendas e escolha das formas de pagamento até .</li>
<li>No setor de fabricação, a escolha de quais e quantos produtos irá fabricar.</li>
<li>No setor de recursos humanos, define-se a escolha de quantas pessoas deseja contratar, quais as decisões de demissões, qual o ritmo de trabalho (se vai demandar horas extras ou não), escolha de concessão de férias coletivas ou não.</li>
<li>E no setor de finanças, são avaliadas quais as opções bancárias disponíveis para a empresa, como financiamento de imobilizado, empréstimos de giro, antecipação de recebíveis, aplicações financeiras etc.</li>
</ul>
<p>Agora que verificamos exemplos de decisões e rotinas dos diferentes subsistemas de uma empresa, começamos a compreender e conhecer como eles funcionam. Esse é o principal ponto de partida para a gestão com base na visão sistêmica: conhecer cada um dos processos para, então, vislumbrar o todo.</p>
<p>Compreendendo e conhecendo os diferentes subsistemas de uma empresa, começa a ser mais factível a visão do todo e, assim, tomar decisões. Para colocar em prática a visão sistêmica, o gestor precisa encontrar uma forma de organizar a empresa como se ela fosse um único sistema todo integrado: as partes precisam se conectar.</p>
<p>Assim, o gestor precisa manter um diálogo constante com toda a equipe e também com os seus fornecedores e clientes. Esse contato direto é chamado de inter-relação entre as partes e essa inter-relação é o elo que se deve observar. Quando se trabalha com dinâmicas de inter-relação, é necessário perceber que mudanças em um subsistema impactam outro subsistema &#8211; portanto, elas não podem ser realizadas de qualquer forma.</p>
<p>Agora, inspirados nos nossos <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">jogos de empresas</a> e nas olímpiadas, vamos imaginar uma empresa que produz e comercializa Skates.</p>
<p>O setor de marketing vai estudar o mercado no qual a empresa está inserida e vai definir a estimativa de vendas. Com base nisso, a empresa vai organizar a quantidade de insumos que pretende adquirir e, caso necessário, a decisão de compra de novos imobilizados para a produção. Essa compra de insumos estará, também, alinhada com o setor de finanças, que avaliará as melhores propostas e disponibilidades de recursos para essa transação. O setor produtivo (fabricação) só poderá se organizar a partir da disponibilidade de insumos &#8211; ou seja, super alinhado com os demais setores. O setor de recursos humanos, por sua vez, também se alinhará aos demais setores, pontuando a quantidade e a forma com que os colaboradores trabalharão.</p>
<p>Imagine que o setor de recursos humanos concede férias a 50% do pessoal que trabalha no setor produtivo justo no mês em que o setor de compras adquire novos insumos e novas máquinas: teremos custos de compras e maquinário parado, pois não há mão de obra o suficiente para produção. Ou seja: um período de gastos sem que a produção se alinhe às expectativas.</p>
<p>Perceba, portanto, que a mudança em um dos elementos desse sistema, afetará todos os demais sistemas. E é assim que a visão sistêmica atua: analisando o todo para que os subsistemas funcionem com excelência.</p>
<p>A visão sistêmica não é desenvolvida do dia para a noite, é necessário que o gestor tenha bastante experiência para conseguir colocar em prática, mas ela é possível sempre que esse gestor buscar entender o negócio como um todo. Uma forma bastante interessante de desenvolver habilidades de visão sistêmica é o uso de softwares de simulação gerencial. A partir de dinâmicas criadas por um sistema, você é capaz de tomar decisões que envolvem todos os setores de uma empresa e, com essas decisões, avaliar quais seriam os resultados em um cenário simulado. Essa é uma forma incrível de refinar seus conhecimentos e habilidades.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Nesse artigo você pôde entender como a visão sistêmica auxilia no processo de tomada de decisão das empresas. Você aprendeu que a visão sistêmica é a capacidade de vislumbrar o cenário completo que envolve uma empresa e, a partir disso, analisar todos os agentes e todas as situações que fazem parte das rotinas de um negócio. A partir da ideia de visão sistêmica é possível compreender que, apesar de os setores de uma empresa trabalharem com coisas distintas, quanto mais alinhadas as decisões que os envolvem estiverem, mais chances de sucesso &#8211; e esse é o principal aspecto do uso da visão sistêmica na gestão empresarial.</p>
<p>Curtiu nosso texto? Já aplica ou tenta aplicar a gestão empresarial com base na visão sistêmica?</p>
<p>Deixe seu comentário aqui pra gente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cálculo IPI e ICMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 13:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda nesse post: o que é o IPI e o ICMS e como realizar o cálculo do IPI e ICMS com exemplos práticos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que você aprenderá nesse post: o que é o IPI e o ICMS e como realizar o cálculo do IPI e o cálculo do ICMS.</p>
<p>Muitas vezes, ouvimos falar que é difícil empreender no Brasil em razão da alta carga tributária. Geralmente, essas frases referem-se à incidência de diferentes impostos que existem em nosso país. Para que você possa entender melhor, hoje vamos te explicar dois impostos: o ICMS, que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços e o IPI, que incide sobre a industrialização de produtos.</p>
<h2>ICMS</h2>
<p>O ICMS é a sigla para Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e refere-se à circulação de transporte interestadual e intermunicipal. Esse imposto é regulamentado pela Lei Complementar n. 87/1996, a chamada Lei Kandir.</p>
<p>O ICMS é um imposto que está presente em praticamente tudo que é essencial para o cidadão: alimentos, eletrodomésticos, serviços de comunicação e transporte.</p>
<p>A Lei Kandir determina que alguns produtos ou serviços não serão tributados o ICMS, são eles:</p>
<ul>
<li>operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão;</li>
<li>operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e produtos industrializados semielaborados, ou serviços;</li>
<li>operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou à comercialização;</li>
<li>operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial;</li>
<li>operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar;</li>
<li>operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie;</li>
<li>operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor;</li>
<li>operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário;</li>
<li>operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras.</li>
</ul>
<p>Veja, portanto, que as exceções são poucas diante da grandeza de atividades, serviços e produtos que podem ser ofertados.</p>
<p>E será que você já se deparou com o ICMS alguma vez em sua vida? Mesmo que você ainda não tenha visto, diretamente, a incidência do ICMS, você, com certeza, já pagou por ele!</p>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>Exemplo</strong>: Quando você compra uma camiseta, por exemplo, sob o valor dessa camiseta é calculado o ICMS – ou seja, ele já está incluso no valor de venda. Portanto, quando você compra sua camiseta, você já está pagando o ICMS.</p>
<p>E assim ocorre na grande parte das atividades de comércio e serviços existentes no Brasil. Por ser um imposto de incidência estadual e federal, cada estado tem a liberdade de aplicar a alíquota que entender pertinente. Você pode buscar na internet a alíquota de cada estado. Aqui em Santa Catarina, a alíquota adotada é de 17%.</div></div>
<h2>Como é feito o cálculo do ICMS?</h2>
<p>Como já falamos anteriormente, o ICMS incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. Portanto, quando um produto é vendido, o valor referente a esse imposto deverá ser apurado para posterior pagamento aos cofres públicos!</p>
<p>Como você verá nos exemplos a seguir, as empresas fazem a apuração do ICMS tanto no momento em que compram um produto quanto no momento que revendem tal produto. Isso ocorre pois o Governo não tem como fiscalizar quem é ou não é o consumidor final dos produtos e, dessa forma, para evitar evasões fiscais, o imposto deve ser apurado em ambas as transações.</p>
<p>Mas você deve estar pensando que realmente fica difícil empreender tendo que pagar o mesmo imposto duas vezes, não é mesmo?! Calma, para que não sejam bitributadas, isto é, tributadas duplamente, as empresas “se creditam” do valor pago na compra e devem pagar apenas a diferença entre o valor calculado no momento da compra e o valor pago no momento da venda.</p>
<p>Quando a empresa compra o produto, ela apura o ICMS da transação e, por isso, ele debitará o valor em uma conta denominada ICMS a Recuperar – pois ela poderá abater esse valor do total devido a título de ICMS (que é calculado a partir das vendas).</p>
<p>Quando a empresa vende o produto, ela apura o ICMS da transação e, por isso, ela creditará o valor em uma conta chamada ICMS a Recolher ou ICMS a Pagar. Ao final do exercício social, ela deverá fazer o confronto entre os saldos de ambas as contas e deverá pagar apenas o valor a maior – se houver – entre a diferença a Recuperar e a Pagar.</p>
<p>Vamos entender melhor?!</p>
<p>Vamos apresentar exemplos de contabilização do ICMS no caso de compra de mercadorias e venda de mercadorias, pois para cada cenário o processo de contabilização é distinto.</p>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>Exemplo 1 (compra de mercadoria):</strong></p>
<p>A empresa Sempre Chic comprou, a prazo, 3.000 unidades de mercadorias por R$ 120 cada. Sob cada produto há a incidência de ICMS com a alíquota de 17%.</p>
<p>O valor total da compra corresponde a R$ 360.000, certo?!
Nesse valor, o ICMS já está incluso. O valor do ICMS é, então, de R$ 61.200, assim calculado: R$ 360.000 x 17% = R$ 61.200</p>
<p>Portanto, o valor real das mercadorias é de apenas R$ 298.800, assim calculado: R$ 360.000 – 298.800. Como a legislação brasileira obriga que o valor registrado em estoques seja livre de impostos, a contabilização dessa operação será:</p>
<ul>
<li>Valor total da compra deve ser creditado na conta Fornecedores, visto que a compra foi efetuada a prazo.</li>
<li>Valor real das mercadorias deve ser debitado na conta Estoques.</li>
<li>Valor do ICMS deve ser debitado na conta ICMS a Recuperar.</li>
</ul>
<p>Veja:
D: ICMS a Recuperar – R$ 61.200
D: Estoque &#8211; R$ 298.800
C: Fornecedores (valor bruto da compra) – R$ 360.000</p>
<p>Assim, a empresa possui um direito de deduzir do valor que deve pagar ao governo esses R$ 61.200 pagos a título de ICMS.</p>
<p>Perceba que o valor unitário de cada mercadoria adquirida é de R$ 99,60, assim calculados: R$ 298.800 / 3.000 unidades = R$ 99,60. (isso é importante para o cálculo do custo da mercadoria vendida!)</p></div></div>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>Exemplo 2 (venda de mercadoria):</strong></p>
<p>A empresa Sempre Chic vendeu, a prazo, 1.200 unidades dessas mercadorias por R$ 350 cada uma. O ICMS da transação foi de 17%.</p>
<p>O valor total da compra corresponde a R$ 420.000,00. Esse valor deve ser creditado na conta de Resultado, reconhecendo a receita realizada e sua contrapartida será feita nas contas correspondentes às operações. Observe os cálculos: R$ 350 x 1.200 unidades = R$ 420.000</p>
<p>O valor que será contabilizado a título de custo de mercadorias, isto é, o que saiu do estoque da empresa é de R$ 119.520, assim calculado: R$ 99,60 x 1.200 unidades = R$ 119.520.</p>
<p>O valor do ICMS a pagar é de 17% sobre o valor da venda, isto é, R$ 71.400. Veja: R$ 420.000 x 17% = R$ 71.400. Esse valor deverá ser reconhecido como uma despesa e a sua contrapartida mostrará o valor que deve ser pago, em relação a essa transação de venda, ao Governo:</p>
<p>A contabilização ocorrerá da seguinte forma:
D: Clientes – R$ 420.000
C: Receita de Vendas (conta de resultado) – R$ 420.000</p>
<p>D: Custo das mercadorias vendidas – R$ 119.520
C: Estoque – R$ 119.520</p>
<p>D: ICMS sobre Vendas (conta de resultado/despesa/DRE) – R$ 71.400
C: ICMS a Recolher (conta patrimonial/passivo) – R$ 71.400</p>
<p>Se o exercício social fosse encerrado nesse momento, qual o valor que a empresa deveria pagar ao Governo a título de ICMS?</p>
<p>Ela possui R$ 61.200 de saldo na conta ICMS a Recuperar. O valor devido é de R$ 71.400. Portanto, ela deverá pagar aos cofres públicos o valor de R$ 61.200: R$ 71.400 – R$ 61.200 = R$ 10.200</p>
<p>A contabilização para zerar o direito de recuperação de ICMS e reduzir o valor a pagar será:
D – ICMS a Recolher – R$ 61.200 (por ser uma contra credora, seu valor será diminuído)
C – ICMS a Recuperar – R$ 61.200 (essa conta, nesse momento, está zerada!)</div></div>
<p>Agora que você aprendeu o que é o ICMS e como ele deve ser calculado, vamos conhecer os detalhes referente ao IPI?!</p>
<h2>IPI</h2>
<p>O IPI, por sua vez, é o imposto sobre produtos industrializados, podendo ser tributado nos produtos nacionais e internacionais. Por se tratar de um imposto federal, sua arrecadação é destinada ao Tesouro Nacional.</p>
<p>A legislação que regulamenta o IPI é o Decreto n. 7.212/2010 e, tal qual o ICMS, alguns produtos são isentos da tributação do IPI, sendo eles:</p>
<ul>
<li>Aeronaves de uso das forças armadas</li>
<li>Caixões funerários</li>
<li>Materiais bélicos</li>
<li>Materiais promocionais, como folhetos</li>
<li>Diversos aparelhos destinados ao uso da polícia</li>
<li>Produtos destinados à exportação</li>
</ul>
<p>Assim, todo produto que passar por algum processo de industrialização, será submetido à incidência do IPI.</p>
<p>É importante lembrar que quem paga esses impostos (tanto o IPI quanto o ICMS), é o contribuinte final, ou seja, nós cidadãos! As responsáveis pelo recolhimento e pagamento para o Estado (Governo Estadual ou Governo Federal) será a empresa – mas esses impostos são repassados aos consumidores: o preço que você paga para levar o produto para casa já inclui os impostos!</p>
<p>Em vias de regra, todos os impostos arrecadados de uma forma ou de outra retornam para a sociedade em forma de serviços (hospitais, rodovias, hidrelétricas, portos, universidades, entre outros).</p>
<h2>
Como é feito o cálculo do IPI?</h2>
<p>Primeiramente, deve-se observar as alíquotas informadas na TIPI (tabela de incidência do imposto sobre produtos industrializados), pois a base de cálculo do IPI é formada a partir das alíquotas contidas nessa tabela para cada produto específico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Base de cálculo = (Valor do produto + Frete + Seguro + Outras Despesas Acessórias)</strong></p>
<p>Então, se possuímos um produto cujo valor é de R$ 100.000, o IPI incidirá sobre esse valor! O valor total da nota fiscal será de R$ 100.00 + IPI.</p>
<p>Vamos tentar entender melhor a partir de um exemplo&#8230;</p>
<p><strong><div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'>Exemplo:</strong></p>
<p>Suponha que foram adquiridos produtos no valor de R$ 100.000 e que o IPI desses produtos é de 5%. O valor total da nota fiscal será de: R$ 105.000, assim calculada:
R$ 100.000 x 5% = R$ 5.000
R$ 100.000 + R$ 5.000 = R$ 105.000</p>
<p>Ou você pode calcular diretamente: R$ 100.000 x 1,05 = R$ 105.000 (o 1,05 refere-se a 100% da base de cálculo mais 5% da alíquota do imposto).</p>
<p>Agora se você receber o valor da nota fiscal e quiser descobrir o valor do IPI, basta fazer o caminho inverso:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Valor do IPI = Base de cálculo x (Alíquota / 100).</strong></p>
<p>Veja na equação (X representa o valor do IPI, que queremos descobrir):</p>
<p>X = R$ 100.000 x (5/100)
X = R$ 100.000 x 0,05
X = 5%</p></div></div></p>
<p><strong>IMPORTANTE: </strong><br />
Relação do IPI na base de cálculo do ICMS: quando o produto/mercadoria for vendido ao consumidor final, o IPI será incluído na base de cálculo do ICMS, vale lembrar que indústria vendendo para indústria, não haverá cálculo de IPI, apenas ICMS.</p>
<p>E aí, conseguiu entender o que é IPI e ICMS? Se ficou alguma dúvida, entre em contato, a gente vai tentar te ajudar para que você compreenda &#8211; de vez – esses impostos tão importantes.</p>
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		<item>
		<title>Planejamento estratégico: como usar para alcançar metas e sonhos</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/planejamento-estrategico-para-alcancar-metas-e-sonhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 16:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento de um bom planejamento estratégico tem a capacidade de realizar sonhos. Veja o que é e como implementar seu planejamento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento de um bom planejamento estratégico tem a capacidade de realizar sonhos. Porém, para funcionar, é preciso ir além da sua criação. É preciso colocá-lo em prática.</p>
<h2>Planejamento Estratégico</h2>
<p>O <a href="https://www.scopi.com.br/planejamento-estrategico/">planejamento estratégico é uma ferramenta</a> que tem o poder de converter ideias e anseios em resultados. Ele possibilita a compreensão e análise de cenários, bem como onde se deseja chegar e como atingir os objetivos em um determinado período de tempo.</p>
<p>Parece uma tarefa simples, mas na prática o planejamento orienta a <a href="http://simulare.com.br/blog/5-passos-para-uma-boa-tomada-de-decisao/">tomada de decisões</a> e exige o envolvimento de toda a equipe. Também é necessária uma excelente compreensão e análise do cenário atual, dos recursos existentes e de quais sonhos e metas são alcançáveis de fato.</p>
<p>Um boa percepção destas informações é vital, pois quanto mais clareza se tem, maior é o poder de ação dos envolvidos. Por consequência, melhores são os resultados conquistados.</p>
<h2>Para quem o Planejamento Estratégico é recomendado?</h2>
<p>Pode-se pensar que esta é uma ferramenta útil apenas para grandes empresas ou, pelo menos, para as que já estão bem estabelecidas. Entretanto, esse é um erro, já que o planejamento estratégico também é altamente recomendado para startups, pequenas e médias empresas e até mesmo para o âmbito pessoal.</p>
<p>Afinal, independente do tamanho ou da quantidade de recursos, todos possuem sonhos e metas para alcançar. O PE nada mais é do que um mapa para se chegar até aos objetivos previamente traçados.</p>
<h2>Definindo o planejamento estratégico</h2>
<p>Um planejamento estratégico eficiente precisa responder às seguintes perguntas:</p>
<ol>
<li>Qual cenário se encontra hoje?</li>
<li>Onde se quer chegar?</li>
<li>Como se deseja estar daqui determinado período tempo?</li>
<li>Como chegar lá?</li>
</ol>
<p>Para chegar nessas respostas, é necessário fazer um bom diagnóstico da empresa e do mercado. A <a href="http://simulare.com.br/blog/analise-swot/">análise SWOT</a> tem um papel muito importante no planejamento estratégico e é uma excelente ferramenta para este fim ao ajudar a listar as principais forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da empresa e do contexto que se está inserido.</p>
<p>Após avaliar esses parâmetros, é necessário entender como eles se relacionam com a empresa. Para tanto, é indicado definir a missão, a visão e os valores da empresa e assim conhecer a identidade e os objetivos da organização.</p>
<p>Com esses dados analisados, chega o momento de traçar as metas que irão guiar a estratégia e envolver toda a empresa para atingir os objetivos. Boas metas são específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com data para acontecer. O ideal é que cada setor da empresa tenha as suas próprias metas.</p>
<p>Definidos os objetivos, é hora planejar a ação, desenvolver o cronograma e atribuir os responsáveis por cada tarefa. É preciso estabelecer quais ações são prioridades. Metas mais simples ou urgentes devem ser feitas primeiro.</p>
<p>Todos esses processos demandam de uma boa liderança e precisam ser revisados de tempos em tempos. Sempre que eles não estiverem mais alinhados com os objetivos da empresa, devem ser atualizados.</p>
<h2>Sem ação não há avanços</h2>
<p>De nada adianta fazer um planejamento estratégico e deixá-lo engavetado. Mesmo o mais perfeito dos projetos irá falhar se não for executado. Sempre envolve colocar em prática: revisar, atualizar e agir constantemente.</p>
<p>Contudo, com a rotina atribulada das empresas, somado aos incidentes que precisam ser resolvidos com urgência e até mesmo a criação de um plano inapropriado, é comum que o planejamento estratégico se torne um mero documento.</p>
<p>Para não cair nessa situação, os <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a> podem ser muito eficazes para praticar o planejamento estratégico. Por meio de uma metodologia atraente para as pessoas &#8211; com metas, regras, feedback e participação voluntária &#8211; acontece o aprendizado para um planejamento virar realidade e ser aplicado às tarefas diárias da empresa.</p>
<p>São mecanismos que imitam a prática, de maneira mais lúdica, e que possibilitam ter uma visão mais sistêmica sobre os desafios. Isso ocorre ao envolver os integrantes de uma equipe na disputa pela solução de problemas, com etapas capazes de estimular os jogadores a tomar rumos diferentes até chegar à solução efetiva.</p>
<p>De modo geral, investir em business games auxilia os profissionais a se transformarem em <a href="http://simulare.com.br/blog/formacao-de-lideres-4-motivos-para-usar-metodologias-inovadoras/">líderes de sucesso</a> comprometidos em converter planos em conquistas.</p>
<p>O que é, como vimos, indispensável para um planejamento estratégico ser tirado do papel e virar realidade. Desta maneira, sonhos distantes se tornam fatos e lucros.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>5 passos para uma boa tomada de decisão</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/5-passos-para-uma-boa-tomada-de-decisao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 16:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diariamente passamos por situações em nossas vidas nas quais devemos tomar decisões. Veja 5 passos para refletir antes de tomar uma decisão importante.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diariamente passamos por situações em nossas vidas nas quais devemos tomar decisões, não é mesmo? A tomada de decisão vem sendo estudada por diversas áreas, pelos administradores, contadores, <em>coaches</em>, enfim, todos interessados em fazer a escolha certa no momento certo. E, assim, conseguir <a href="https://vanzolini.org.br/weblog/2015/01/21/administracao-de-conflitos-empresariais-como-agir-de-forma-estrategica/" class="broken_link">solucionar conflitos</a>, sejam eles pessoais, empresariais ou quaisquer outros tipos de conflitos que possam surgir.</p>
<p>Mas, aqui neste artigo iremos focar na tomada de decisão empresarial.</p>
<p>A principal função de um gestor dentro de uma empresa é a de realizar a tomada de decisões, tarefa que geralmente não é muito fácil. Eles precisam decidir a melhor opção, visando o lado econômico do negócio, mas também o lado humano, pois sem a equipe de trabalho, os colaboradores, a empresa não vai para frente não é mesmo?!</p>
<p>Além disso, não se pode perder o “<em>timing</em>” do negócio, pois com a rapidez na geração das informações, atualmente, até isso conta para uma boa decisão.</p>
<h2>Tomada de decisão em 5 Passos</h2>
<p>É neste sentido que trazemos 5 passos para serem seguidos para realizar uma boa tomada de decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>1º Passo: Identificação do Problema</h2>
<p>O motivo de uma pessoa precisar tomar uma decisão é a identificação de um problema. Esta etapa é de extrema importância, pois precisa ser definido exatamente qual é o problema. Com o problema definido, ficará mais fácil a identificação e resolução das próximas etapas.</p>
<p>Sendo assim, responda apenas uma pergunta: Qual o problema que precisa ser solucionado?</p>
<h2>2º Passo: Levantamento de Dados</h2>
<p>Nesta etapa você irá se aprofundar no problema, verificar quais foram as causas para ele ter surgido. Visto isto, é possível realizar diversos métodos para conseguir levantar os dados necessários para a tomada de decisão, como:</p>
<ul>
<li>Entrevistas;</li>
<li>Pesquisas de mercado;</li>
<li>Elaboração de planilhas;</li>
<li>Elaboração de relatórios, dentre outros.</li>
</ul>
<p>Enfim, tudo que possa tentar ajudar você a entender a origem do problema.</p>
<h2>3º Passo: Identificação das Alternativas</h2>
<p>Após realizar uma minuciosa análise nos dados coletados, você irá identificar alguns caminhos que você possa seguir para tentar solucionar o problema da melhor maneira possível. São esses caminhos que irão nortear a sua tomada de decisão.</p>
<h2>4º Passo: Análise das alternativas</h2>
<p>Analise todas as alternativas possíveis e imagináveis. Analisou?</p>
<p>Agora você coloca numa balança as vantagens e desvantagens de cada alternativa. Colocou?</p>
<p>Basta, agora, decidir qual é a melhor opção dentre todas as alternativas levantadas para solucionar determinado problema.</p>
<h2>5º Passo: Tomada de Decisão e Acompanhamento</h2>
<p>Após realizadas todas as análises é chegada a hora de realizar a tão esperada tomada de decisão. Nem sempre acertamos, mas o importante é sempre acompanharmos o impacto das decisões tomadas, tanto na economia do negócio, como nas rotinas gerais e, também, nas pessoas afetadas. Só assim, você saberá se tomou a decisão certa ou errada e tentará melhorar para as próximas vezes.</p>
<p>O ideal em todas as tomadas de decisões é sistematizar o contexto e criar cenários para todas as situações possíveis de ocorrerem, assim como é feito nos <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a>. Onde são feitos simulados com os <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">cenários empresariais</a> de compra, venda e, até mesmo, escassez de produtos ou mão-de-obra.</p>
<p>E você, como costuma tomar decisões importantes?</p>
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]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que é gamificação nas empresas?</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-e-gamificacao-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 17:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você ainda não sabe do que se trata essa tecnologia ou pretende entender melhor sua implantação e benefícios, não pode deixar de conferir este texto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos empreendedores e gestores sempre se questionam sobre o segredo da produtividade. Além de concentrar-se nas prioridades e ser organizado, existem inúmeras ferramentas/técnicas que podem ser investidas para que seus colaboradores melhorem o rendimento. No post de hoje, falaremos sobre a gamificação nas empresas.</p>
<p>Se você ainda não sabe do que se trata essa <a href="https://simulare.com.br/blog/empreendedorismo-como-a-tecnologia-pode-estimular-esse-ideal/" target="_blank" rel="noopener">tecnologia </a>ou pretende entender melhor sua implantação e benefícios, não pode deixar de conferir este texto. Continue com a leitura e descubra como melhorar a qualidade e a produtividade de sua equipe!</p>
<h2>A gamificação nas empresas</h2>
<p>Como o termo sugere, a gamificação (ou gamification) nada mais é do que uma plataforma que traz para o interior da empresa alguns sistemas e dinâmicas aplicadas em <a href="https://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/" target="_blank" rel="noopener">jogos</a>. A intenção dessa técnica é fazer com que os participantes fiquem interessados e instigados a enfrentar os desafios apresentados nos “games” — comumente vinculados à rotina da organização.</p>
<p>Para tornar as atividades ainda mais eficientes e estimular a produtividade, a gamificação também utiliza rankings e gratificações para sinalizar o sucesso. Dessa forma, os melhores colaboradores são premiados.</p>
<h2>As vantagens da gamificação nas empresas</h2>
<p>Se existe algo que você pode ter certeza, é que a <a href="http://simulare.com.br/blog/gamification-entenda-o-que-e/" target="_blank" rel="noopener">gamification</a> promove o engajamento. Dentre os principais benefícios que podem ser obtidos por quem utiliza esse sistema metodológico estão:</p>
<ul>
<li>maior facilidade em fixar o conhecimento, já que implica tanto a teoria quanto a prática simultaneamente;</li>
<li>oportunidade de ver as falhas como uma experiência de aprendizado;</li>
<li>aumento do envolvimento e motivação dos jogadores;</li>
<li>percepção de autonomia, pois os participantes podem fazer suas próprias escolhas;</li>
<li>ajuda na solução de problemas;</li>
<li>garantia de feedback em tempo real;</li>
<li>aumento do interesse em participar de treinamentos;</li>
<li>promoção de uma disputa saudável;</li>
<li>não gera prejuízo para o negócio e nem para o jogador quando não se consegue atingir o objetivo proposto;</li>
<li>pode ser aplicada em qualquer circunstância, seja ela formal ou não.</li>
</ul>
<h2>Como implementar a gamificação nas empresas</h2>
<p>Existem alguns aspectos que devem ser considerados para implantação de uma ação para treinamentos organizacionais e educativos. Confira algumas recomendações.</p>
<h3>Comece com um objetivo plausível</h3>
<p>O alvo de qualquer game é o objetivo, seja ele resolver um puzzle (quebra-cabeças), seja derrotar um oponente. Sem uma meta predefinida, fica difícil promover o engajamento em qualquer atividade. O mesmo vale quando a meta a ser atingida parece irrelevante ou excessivamente difícil.</p>
<p>Antes de tudo, levante quais são os objetivos do negócio e dos seus funcionários. Depois disso, você terá ideias para estabelecer metas desafiadoras, porém que ainda sejam perfeitamente atingíveis.</p>
<p>Se houver pouca dificuldade, os participantes não sentirão a necessidade de se esforçar. Em contrapartida, se o nível de complexidade for extremamente alto, você não conseguirá nada além de insatisfação e desistência.</p>
<h3>Ofereça recompensas conforme os resultados</h3>
<p>Um fator crucial da gamificação nas empresas é que cada meta cumprida deve ter uma recompensa concreta. Faça perguntas para descobrir o que seria de maior valor para o seu time. Um abono, uma viagem, um brinde relacionado ao cargo exercido, etc. Se a retribuição for relevante, eles se esforçarão mais para consegui-la.</p>
<h3>Mantenha uma rotina de feedback</h3>
<p>Não existe algo mais desmotivador do que a ausência de feedback. Para que isso não seja o caso da sua empresa, a gamificação segue o princípio do retorno imediato.</p>
<p>Quanto antes for possível expor as consequências/efeitos das decisões tomadas nos jogos, mais rápido elas poderão ser corrigidas, sem que seja preciso desperdiçar tempo em algo que não está trazendo bons resultados.</p>
<p>Agora que você já sabe como funciona a gamificação nas empresas, pode começar a aplicá-la para melhorar a performance da sua equipe. Para isso, basta contar com uma ferramenta profissional!</p>
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