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	<title>Simulare &#8211; Jogos de Empresas</title>
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	<description>A Simulare atua desde 2008 em todo o Brasil e no Exterior desenvolvendo e licenciando simuladores de gestão de negócios e jogos de empresas nos ambientes industrial, comercial e de serviços.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Dec 2020 12:55:56 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Simulare &#8211; Jogos de Empresas</title>
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		<title>O que são EBIT e EBITDA?</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/o-que-sao-ebit-e-ebitda/</link>
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				<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 12:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Entenda o que são os termos EBIT e EBITDA com exemplos e cálculos práticos. </p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de análise de investimentos, muitas vezes nos deparamos com termos e siglas que parecem de difícil compreensão. <a href="http://simulare.com.br/blog/mini-aula-indicadores-economicos-financeiros-pt-1-rentabilidade/">ROI, ROE, ROA,</a> GAF, GAO&#8230; 3 letrinhas que gostam de complicar a vida que quem só quer entender de números, não é mesmo? Para piorar, resolveram que as siglas podem ser maiores e “inventaram” o EBIT e EBITDA.</p>
<p>É muita letra para quem quer entender de números, você não acha?</p>
<p>Brincadeiras à parte, o mundo de análise de investimentos é realmente um mix entre letras e números: você precisa considerar rubricas e indicadores econômico-financeiros para apurar cálculos de desempenho das empresas. Esse é um universo que gostamos, pois ele se relaciona às decisões empresariais – que são o cerne da existência dos <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a> da <a href="https://simulare.com.br">Simulare</a>. Assim, hoje, especificamente, falaremos sobre dois destes termos que são utilizados para análise de informações contábeis e análises de investimentos: EBIT e EBITDA.</p>
<h2>DRE &#8211; Conceito Básico</h2>
<p>Como falamos anteriormente, o EBIT e EBITDA são termos utilizados para análises de informações econômico-financeiras. Para poder entende-los, é necessário conhecer a<a href="http://simulare.com.br/blog/demonstracoes-financeiras/"> DRE – Demonstração do Resultado do Exercício</a>.</p>
<p>A DRE é um dos demonstrativos contábeis exigidos pela legislação brasileira e ela mostra a composição do resultado da empresa em um determinado período. Trata-se de um demonstrativo dinâmico no qual as receitas e despesas são confrontadas a fim de verificar se a empresa teve lucro ou prejuízo em um exercício social. Além disso, ela mostra a composição desse resultado – isto é, quais são as receitas, custos e despesas que compõem o lucro ou o prejuízo da empresa naquele período.</p>
<p>Lembrando que o lucro existe quando, em um período de tempo, as receitas da empresa superam as suas despesas. O prejuízo, no entanto, ocorre quando, nesse período de tempo, as despesas são maiores que as receitas.</p>
<h2>EBIT e EBITDA &#8211; Significados</h2>
<p>Os termos EBIT e EBITDA vêm do inglês e são siglas para: Earnings Before Interests and Taxes (EBIT) e Earnings Before Interests, Depreciation and Amortization (EBITDA) Em português, temos, respectivamente, o LAJIR e o LAJIDA: Lucro Antes dos Juros e Imposto de Renda (LAJIR) e Lucro Antes de Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização (LAJIDA).</p>
<p>É a partir da estrutura da DRE que conseguimos compreender estes conceitos. Em linhas gerais, o EBIT é o resultado operacional da empresa e o EBITDA é o resultado operacional acrescido das despesas com depreciação e amortização.</p>
<p>Eles são rubricas econômico-financeiras para apresentar a capacidade operacional da empresa em um determinado exercício social. São cálculos utilizados por analistas para verificar se as empresas listadas nas bolsas de valores são eficientes em suas atividades fim e, desta forma, saber se são empresas que têm perspectiva de agregar/gerar valor à carteira de investimentos.</p>
<p>Em termos práticos, vamos pensar na estrutura de resultado: receitas, custos, despesas&#8230; Quando pegamos a receita de vendas da empresa (que é a quantidade de itens que vende multiplicado pelo preço de venda) e deduzimos o que ela teve de custos para produzir esses itens e despesas para manter a empresa funcionando, temos o resultado operacional – que é o EBIT.</p>
<p>No entanto, nesses custos e despesas, temos elementos chamados “depreciação” e “amortização”, que incorporam o cálculo do EBIT, mas que não devem ser levados em consideração para o cálculo do EBITDA. Então, eles são acrescidos ao lucro operacional para que tenhamos a fórmula do EBITDA.</p>
<h2>Calculando o EBIT e EBITDA</h2>
<p>Já sabemos que o EBIT e EBITDA são siglas calculadas a partir da estrutura da DRE das empresas a partir da dedução dos custos e despesas das receitas. Os quadros a seguir apresentam a estrutura de cálculo do EBIT e EBITDA, mas queremos que você entenda de vez esse assunto, então, logo após o quadro, confira o nosso exemplo também.</p>
<div class="code-embed-wrapper"> <pre class="language-markup code-embed-pre"  data-start="1" data-line-offset="0"><code class="language-markup code-embed-code">RECEITAS
- CUSTOS
- DESPESAS
= RESULTADO OPERACIONAL ou EBIT</code></pre> <div class="code-embed-infos"> <span class="code-embed-name">EBIT</span> </div> </div>
<div class="code-embed-wrapper"> <pre class="language-markup code-embed-pre"  data-start="1" data-line-offset="0"><code class="language-markup code-embed-code">RECEITAS
- CUSTOS
- DESPESAS
+ DEPRECIAÇÃO
+ AMORTIZAÇÃO
= EBITDA</code></pre> <div class="code-embed-infos"> <span class="code-embed-name">EBITDA</span> </div> </div>
<p>Vamos imaginar uma empresa que fornece serviços de limpeza:</p>
<ul>
<li>A empresa teve receitas de R$ 100.000,00 em um ano.</li>
<li>Nesse período, os custos, que são os gastos necessários para ela prestar o serviço, foram de R$ 50.000,00.</li>
<li>As suas despesas administrativas (que são aquelas necessárias para manter o serviço funcionando, como uma secretária para agendar as limpezas, por exemplo) foram de R$ 15.000,00 e as suas despesas com marketing foram de R$ 5.000,00.</li>
<li>Nesse período, o resultado operacional da empresa será um lucro de R$ 30.000,00, certo?</li>
</ul>
<div class="code-embed-wrapper"> <pre class="language-markup code-embed-pre"  data-start="1" data-line-offset="0"><code class="language-markup code-embed-code">Resultado operacional = Receitas – custos – despesas adm – despesas com marketing
Resultado operacional = 100.000 – 50.000,00 – 15.000,00 – 5.000,00
Resultado operacional = 30.000,00</code></pre> <div class="code-embed-infos"> </div> </div>
<p>Esse resultado operacional é o que chamamos de EBIT. Ele é um indicador importante pois mostra a capacidade operacional da empresa. Ou seja: ele mostra a capacidade da empresa de gerar resultado (lucro) em sua atividade fim, que é a prestação de serviço de limpeza.</p>
<p>Mas, dentro dos custos de prestação de serviços, temos a depreciação dos equipamentos de limpeza utilizados para prestar os serviços, não é mesmo? A depreciação é o desgaste – natural ou por uso – de alguns itens que compõem o ativo das empresas. É um processo calculado para que as empresas consigam visualizar que esse elemento, algum dia, não servirá mais para os seus fins. O mesmo ocorre com a amortização.</p>
<p>Estes custos com depreciação e amortização diminuem o resultado operacional da empresa, mas não têm impacto no caixa e, portanto, não são considerados para o cálculo do EBITDA. Logo, o EBITDA é o lucro operacional ACRESCIDO da depreciação.</p>
<p>! ATENÇÃO ! A depreciação e a amortização constam nos custos, mas não são uma despesas-caixa, isto é, elas não impactam diretamente no caixa da empresa. É importante frisar que elas não saem do caixa agora, mas as empresas devem fazer uma “reserva” para repor esse ativo quando ele tiver sido totalmente depreciado/amortizado.</p>
<div class="code-embed-wrapper"> <pre class="language-markup code-embed-pre"  data-start="1" data-line-offset="0"><code class="language-markup code-embed-code">EBITDA = EBIT + Depreciação/Amortização
EBITDA = 30.000,00 + 6.500,00
EBITDA = 36.500,00

-- ou --

EBITDA = Receitas – custos – despesas adm – despesas com marketing + depreciação
EBITDA = 100.000 – 50.000,00 – 15.000,00 – 5.000,00 + 6.500,00
EBITDA = 36.500,00</code></pre> <div class="code-embed-infos"> </div> </div>
<p>E por que eles não são considerados pelo EBITDA? Pois o propósito do EBITDA é mostrar uma proxy da geração de caixa operacional da empresa: isto é, mostrar a eficiência e capacidade produtiva da empresa em gerar caixa. E, como a depreciação e a amortização são custos/despesas que não impactam no caixa, elas são deduzidas do cálculo do EBITDA.</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>Nesse texto, você aprendeu o que é o EBIT e EBTIDA, qual sua importância e qual o cálculo efetuado para chegar ao seu valor. É importante que você entenda que essas duas siglas representam dois indicadores muito populares e que são importantes na área de análise de investimentos.</p>
<p>Tanto o EBIT quanto o EBITDA são elementos-chave na análise da capacidade produtiva da empresa e na análise da eficiência operacional da geração de caixa, o que facilita na análise de investimentos e de comparação entre empresas – e é por isso, eles são tão importantes e conhecidos no meio financeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O valor do dinheiro no tempo: valor presente líquido</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/vpl-valor-presente-liquido/</link>
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				<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 17:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://simulare.com.br/?p=3185</guid>
				<description><![CDATA[<p>Confira as estratégias de uso do valor presente líquido (VPL) no processo de tomada de decisão a partir da análise de viabilidade econômica e financeira.</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<h2>Valor Presente Líquido (VPL)</h2>
<p>Quando lidamos com a matemática financeira, um dos primeiros conceitos que aprendemos é que a simples soma ou subtração de elementos não pode ser considerada como &#8220;simples&#8221;.</p>
<p>Isso porque o dinheiro tem valor no tempo – e a partir dessa ideia, compreende-se que 1+1 não pode, simplesmente, ser 2, se eu tenho o fator tempo envolvido nesse processo.</p>
<p>Com base nisso, utiliza-se uma técnica de cálculo para entender como ocorrem essas somas e subtrações considerando a variável tempo.</p>
<p>Assim, neste texto vamos estudar as estratégias de uso do valor presente líquido (VPL) no processo de tomada de decisão a partir da análise de viabilidade econômica e financeira de projetos de investimento. Vamos lá?!</p>
<h2></h2>
<h2>O que é o Valor Presente Líquido?</h2>
<p>Quando uma empresa busca algum investimento, ela tem a expectativa de, alguma forma, agregar valor a esse recurso. A forma mais habitual, economicamente falando, de se pensar os investimentos é a partir da análise do Valor Presente Líquido (VPL).</p>
<p>De acordo com pesquisadores, o VPL é a ferramenta mais utilizada pelas empresas quando se fala de análise de investimentos. Brigham (1993, p. 823), que estuda o tema, pontua que “valor presente líquido é um método de avaliação das propostas de investimento de capital em que se encontra o valor presente dos fluxos de caixa futuro líquidos, descontados ao custo de capital da empresa ou à taxa de retorno exigida.”</p>
<p>Ou seja&#8230;</p>
<p>Entende-se que o VPL é um método que considera o valor do dinheiro do tempo, trazendo os valores para um mesmo período para efeito de comparação. Isso significa dizer que o VPL traz para a data zero todos os fluxos de caixa de um projeto de investimento, somando-os ao valor do investimento inicial. Para tanto, faz uso da TMA, a taxa mínima de atratividade da empresa ou do projeto.</p>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'>CONCEITO: A TMA (taxa mínima de atratividade) é uma taxa de desconto utilizada nos métodos de análise de investimento que representa o mínimo de retorno que o executor do projeto de investimento – seja a empresa ou o investidor – deseja obter.</div></div>
<h2></h2>
<h2>Vantagens e desvantagens do VPL:</h2>
<p>Veja, a seguir, algumas das vantagens do uso do VPL:</p>
<ul>
<li>Considera o valor do dinheiro no tempo.</li>
<li>Considera o custo de capital da empresa (ou seja, a taxa mínima de atratividade).</li>
<li>Pode ser aplicado a qualquer fluxo de caixa (convencional e não convencional).</li>
<li>Pressupõe a reinversão dos fluxos de caixa à taxa mínima de atratividade.</li>
</ul>
<p>Apesar de muitas vantagens, o VPL também tem algumas desvantagens.</p>
<p>As duas principais são:</p>
<ul>
<li>Exige conhecimento de diversos parâmetros, principalmente no que diz respeito a uma precisa estimativa dos fluxos de caixa que serão utilizados para análise.</li>
<li>O VPL não considera o prazo de duração de cada projeto&#8230; E isso pode ser um “detalhe” importante quando são analisados projetos com vencimentos diferentes.</li>
</ul>
<h2></h2>
<h2>Cálculo do VPL</h2>
<p>Vamos entender, agora, como é realizado o cálculo do VPL?</p>
<p>Parece um cálculo complexo, mas com o auxílio de uma calculadora científica ou do Excel, você consegue realizar esse cálculo com mais facilidade!</p>
<p>Veja a fórmula a seguir:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3189" src="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/vpl.gif" alt="" width="682" height="107" /></p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li>FC0 é o valor do fluxo de caixa no período zero, ou seja, do investimento inicial.</li>
<li>FC1 é o valor do fluxo de caixa no período 1 (assim como o 2 e o “n”, que refere-se aos diferentes períodos do projeto).</li>
<li>TMA é a taxa mínima de atratividade.</li>
</ul>
<p>A partir do cálculo do VPL, o investidor terá certeza de que o seu investimento terá rentabilidade real, isto é, de que apresentará valorização diante das taxas de inflação.</p>
<h2></h2>
<h2>Tomada de decisão com o VPL</h2>
<p>Como você já sabe, o Valor Presente Líquido é uma das métricas mais importantes quando se trata de análise de investimento. O VPL deve ser observado, dentre outros fatores, porque ele leva em conta o poder de compra do dinheiro no tempo.</p>
<p>O cenário atual brasileiro (e mundial!) demanda análises acuradas para que os investimentos sejam os mais assertivos o possível. Dessa forma, análises que vislumbrem a rentabilidade real de um investimento é uma peça fundamental no processo decisório empresarial.</p>
<p><strong>E como tomar decisão a partir do uso do VPL? </strong>Se a taxa mínima de atratividade for igual à taxa de retorno esperada pelo investidor e o VPL positivo, então o projeto será classificado como viável.</p>
<h2></h2>
<h2>Conclusão</h2>
<p>O cálculo do Valor Presente Líquido é uma importante ferramenta de tomada de decisão. A partir do cálculo do VPL, podemos decidir entre um ou outro investimento, pensando sempre qual deles terá um retorno mais fidedigno à empresa.</p>
<p>Considera-se o VPL uma das métricas mais importantes na tomada de decisão porque ele leva em conta o valor do dinheiro no tempo, mostrando a real rentabilidade do investimento – o que é fundamental para que as empresas orientem seus projetos e suas decisões financeiras.</p>
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		<title>Ensino híbrido veio para ficar!</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/ensino-hibrido/</link>
				<comments>https://simulare.com.br/blog/ensino-hibrido/#comments</comments>
				<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 13:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://simulare.com.br/?p=3167</guid>
				<description><![CDATA[<p>Acredita-se que o ensino híbrido se estabelecerá como uma nova tendência nos processos formativos – seja em qualquer grau de instrução. Entenda!</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Em 31 de dezembro de 2019, quando você estava lá, todo vestido de branco, comendo lentilha e pulando ondas, você prometeu que 2020 ia ser um grande ano, não é mesmo? Em 2020 eu vou guardar dinheiro, emagrecer, ler mais livros&#8230; O que você não podia imaginar é que 2020 seria um ano de grandes mudanças – de verdade!</p>
<p>Na saúde, na alimentação, na economia, tudo foi se adaptando. E na educação não poderia ser diferente!</p>
<p>Falamos aqui que o processo de ensino-aprendizagem se modificou neste ano e as pessoas e instituições foram obrigadas a se adaptar às tecnologias para que as aulas pudessem ter continuidade. Esse uso de tecnologias no processo de ensino reforçou formas já existentes de ensino, como a educação a distância. Será que, a partir de agora, temos – com força – uma nova tendência nos modelos de ensino?</p>
<h2>Ensino híbrido, presencial e remoto</h2>
<p>O ensino, como decorrência de processos educativos, tem recebido reflexões quanto à modalidade de sua ocorrência.</p>
<p>O ensino denominado tradicional carrega não apenas a modalidade como ele ocorre, mas, sobretudo, as diferentes formas de sua organização didático-pedagógica. Tem como sua principal característica o denominador “presencial”: de ser realizado e reunir no mesmo espaço físico alunos e professores, dispor de horários fixos e pré-definidos de atividades, aulas, conteúdos e disciplinas e ter exigência legal de percentual de frequência bem como das avaliações. A interação e integração de alunos e professores, mediados pelos objetos de ensino caracterizam sua condição de contato direto e presencial no processo.</p>
<p>A modalidade de ensino remoto, tem como seu denominador a “distância”, já é utilizada em diferentes formas de organização pedagógica, mas foi no cenário da pandemia decorrente da Covid-19 que assumiu maior destaque e utilização. Para muitas escolas, a sua organização didático-pedagógica acompanha os itens do modelo presencial, com a diferença de não requerer a presença de alunos e professores no mesmo espaço físico para realização do processo. A legislação que regula esta modalidade de ensino prevê que a sua ocorrência pode ser organizada em até 20% da carga horária do curso ou etapas da formação.</p>
<p>Assim, a diferença que emerge nessas formas de organização do ensino é de que o presencial requer a presença física de alunos e professores para a realização do processo. Para o ensino remoto, as atividades de ensino são realizadas de formas em que se flexibiliza a presença física pela separação entre atividades físicas e presenciais.</p>
<p>O ensino hibrido, no entanto, vem se caracterizando pela união desses dois fundamentos que caracterizam o ensino presencial e o a distância. É um “mix” dos denominadores marcantes de cada uma das outras duas modalidades: a presença física e o uso de tecnologias tanto para o desenvolvimento de atividades de ensino quanto para a exposição didática de conteúdos.</p>
<h2>Ensino híbrido</h2>
<p>Essas modalidades de ensino são diferentes e, portanto, as suas organizações didática e pedagógica precisam ser definidas em consonância com a finalidade do processo educativo &#8211; no qual o ensino é uma de suas características. Não basta e não é suficiente reunir as duas modalidades, presencial e a distância para tornar o ensino híbrido. As metodologias que são utilizadas nessas modalidades impactam o ensino como trabalho do professor e impactam as situações de aprendizagem dos alunos.</p>
<p>Numa analogia rudimentar poder-se-ia dizer que as rudimentares “tarefas de casa” do modelo presencial se consubstanciaram em “atividades remotas” da modalidade à distância. Contudo, ambas prescindem da presença do professor e do aluno.</p>
<p>O conteúdo do ensino assumia o elo de mediação entre professor e aluno no modelo presencial e agora, além de manter essa mediação, inclui-se também as tecnologias de ensino que são, ao mesmo tempo, objetos de trabalho e de aprendizagens para os processos de ensino. Quem ainda não era adepto, conheceu ferramentas como <a href="https://meet.google.com/">Google Meet</a>, <a href="https://zoom.us/pt-pt/meetings.html">Zoom</a>, <a href="https://kahoot.com/">Kahoot!</a>, <a href="https://ahaslides.com/pt/">Aha Slides</a> , entre outros. E essa é uma tendência que veio para ficar! Cada vez mais, as instituições irão fazer uso de softwares e sistemas que possibilitem a interação escola-aluno nas diferentes modalidades.</p>
<p>Nesse sentido, é necessário pensar e propor ideias que façam um elo coerente entre as atividades presenciais e remotas. Em se tratando disso a <a href="http://simulare.com.br">Simulare</a> propõe o uso do simulador de empresas a distância e presencial e é um exemplo de dinâmica que faz esse elo nas aulas híbridas: enquanto a mediação professor-aluno traz o conteúdo didático, o software permite que os alunos realizem a prática à distância, testando os conhecimentos já adquiridos em sala de aula a partir de <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a>. É uma característica importante e que tem se destacado como forma de ganhar e reter a atenção dos alunos.</p>
<p>No entanto, destaca-se ainda que a reorganização didática e pedagógica vai além de espaços e tempos, requer fundamentalmente uma infraestrutura que esteja a serviço e em condições de ocorrer o processo pedagógico e isso inclui políticas de Estado para regular e regulamentar um direito constitucional.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Acredita-se que o ensino híbrido se estabelecerá como uma nova tendência nos processos formativos – seja em qualquer grau de instrução. Atualmente, no cenário de desenvolvimento das ciências e das tecnologias, é impensável destituir o uso de tecnologias em novas concepções dos processos formativos – e, nesse sentido, semear espaços de junção dessas modalidades de ensino é fundamental para o desenvolvimento das formas de ensino-aprendizagem que se estabelecem no mundo. Contudo, o ensino como conceito fundante da educação das pessoas, se mantém como indissolúvel e é nesta perspectiva que as modalidades de ensino deverão implementar os processos formativos.</p>
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		<title>Percepção de clima nas organizações com jogos empresariais</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/jogos-empresariais-percepcao-clima-organizacoes/</link>
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				<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 17:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://simulare.com.br/?p=3161</guid>
				<description><![CDATA[<p>Os jogos empresariais podem ser utilizados como ferramenta para entender o clima nas organizações e isso é peça-chave para que empresas sejam bem sucedidas.</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A leitura correta do clima nas organizações é peça-chave para que empresas sejam bem sucedidas, retenham talentos e obtenham melhores resultados.</p></blockquote>
<p>Pessoas felizes, engajadas e comprometidas com os outros produzem mais e melhor. Em qualquer âmbito da vida, se sentir bem e enxergar o entorno de modo positivo trazem benefícios capazes de gerar um efeito dominó. Uma única pessoa motivada pode transformar a sua equipe, que por sua vez pode motivar todos em um setor e, quem sabe, trazer impactos positivos para toda a empresa.</p>
<p>Mas vale lembrar que o contrário também é verdadeiro. Uma única maçã podre poderá desencadear discórdias, atrasos e prejuízos para toda a organização. O como as pessoas enxergam seu ambiente de trabalho e percebem os valores e a cultura da empresa, o chamado ‘clima organizacional’, tem um poder gigantesco, capaz de alterar o desempenho e os ganhos de uma empresa.</p>
<p>A chegada da pandemia ainda fez com que boa parte dos profissionais questionassem o seu trabalho, função e futuro. Seja pelo medo de perder o emprego ou até por questões mais pessoais, como o propósito de vida, muitas pessoas estão ponderando se trabalham com o quê e onde gostariam.</p>
<p>Perceber a motivação dos colaboradores e o clima na organização deixou de ser um mero detalhe e, cada dia mais, torna-se fundamental para reter talentos, trazer inovações e gerar bons resultados. Ter uma equipe bem física e mentalmente passa, sobretudo, por um bom clima organizacional.</p>
<p>Porém, fazer essa leitura nem sempre é fácil. Afinal, essa é uma percepção que envolve questões subjetivas, que podem variar profundamente de pessoa para pessoa, com mais nuances do que dados concretos.</p>
<p>Além disso, essa percepção é dinâmica e pode mudar a qualquer momento. A pandemia, que colocou muitos profissionais em regime de home office, por exemplo, certamente trouxe novidades neste sentido. Um trabalhador que estava insatisfeito antes das alterações pode estar feliz agora, por não precisar se deslocar. Bem como outro pode se sentir isolado e excessivamente cobrado com o novo momento.</p>
<p>O cenário de incertezas somado às dificuldades inerentes da percepção do clima das organizações, trouxe à tona uma questão importante: como entender as motivações da equipe, seus anseios e ainda alinhar este conhecimento aos objetivos da empresa?</p>
<p>Você sabe qual a percepção que a sua equipe têm dos valores e cultura da organização? Quais são os aspectos que impactam diretamente na motivação e produtividade dos trabalhadores? Não dá mais para não saber responder essas perguntas.</p>
<h2>As pesquisas de satisfação ainda funcionam?</h2>
<p>Os tradicionais formulários, muito comuns para fazer levantamentos sobre o clima das empresas, ainda podem ser úteis, mas não podemos esquecer que vivemos na economia da atenção. Manter um colaborador atento e disposto a responder perguntas que nem sempre ele entende a importância pode trazer resultados pouco úteis.</p>
<p>Além da incerteza dos dados obtidos, vale ressaltar a baixa adesão, comum neste tipo de processo, onde parte da equipe sequer irá responder a pesquisa enviada. Seja por falta de motivação, tempo ou até esquecimento, os formulários, que mantiveram-se praticamente idênticos nas últimas décadas, já não são capazes de capturar as motivações, dificuldades e necessidades individuais dos colaboradores.</p>
<p>Será mesmo que não há outras maneiras de fazer essa leitura?</p>
<h2>Jogos Empresariais como ferramenta de percepção de clima nas organizações</h2>
<p>Enquanto os formulários ainda possuem as mesmas características básicas de 40 anos atrás, os jogos, por sua vez, não apenas estão em constante evolução, como são altamente adaptáveis.</p>
<p>Por meio dos jogos, é possível ter um conhecimento muito mais profundo sobre a empresa, a equipe e o como todos estão se sentindo. Além disso, critérios importantes que não estiverem performando bem, podem ser lapidados e aprofundados durante as partidas.</p>
<p>Assim, além de não exigir que o colaborador tenha que se dedicar a extensivos questionários que terão respostas pouco claras, os jogos empresariais ainda são capazes de medir a motivação do colaborador, como também motivá-lo.</p>
<p>Por meio de desafios e recompensas, a equipe joga enquanto se desenvolve, ao mesmo tempo que entrega valiosas informações sobre a sua visão dentro da empresa. Os jogos ainda podem preparar as pessoas para enfrentarem desafios com maior inteligência emocional e melhores tomadas de decisão.</p>
<p>Saber como a equipe se sente, escutá-la e promover trocas não apenas trará bons frutos para a organização, como também para quem faz parte do time e dedica horas de sua vida a empresa. Um bom clima empresarial é terreno fértil para a criação de novos produtos, inovações, economias, assim como a permanência e aquisição dos melhores talentos. Como boa parte da vida se dá em período laboral, nada como ter o privilégio de exercer a sua função em um ambiente produtivo e generoso.</p>
<p>Enfim&#8230;</p>
<p>Manter a equipe motivada nunca foi tão importante, nem tão difícil. Sabendo da tarefa hercúlea que envolve criar cenários amigáveis e arrojados, conte com a gamificação e jogos empresariais para chegar mais rápido e melhor a estes resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Educação a distância: desafios para o professor</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/educacao-a-distancia-desafios-para-o-professor/</link>
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				<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 12:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Algumas considerações sobre o contexto no qual se insere a educação a distância e os desafios – principalmente para os professores – dessa modalidade de ensino tão expoente em 2020.</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2>“Oi, vocês estão me ouvindo?”</h2>
</blockquote>
<p>Se você é estudante e neste ano ainda não ouviu essa frase, você não está estudando direito! Você é professor? Bom, você deve ter aberto um sorriso ao começar a ler esse texto!</p>
<p>Educação a distância. Esse é um termo íntimo àqueles que já estão acostumados com a tecnologia. No entanto, em 2020, ele passou a ser presente na vida de grande parte da população mundial. Aqui, você vai ler algumas considerações sobre o contexto no qual se insere a educação a distância e os desafios – principalmente para os professores – dessa modalidade de ensino tão expoente em 2020.</p>
<h2>O que é educação a distância</h2>
<p>A educação a distância é uma modalidade de ensino na qual há a separação física e/ou temporal de alunos e professores. Ou seja, as aulas são transmitidas a partir do uso de tecnologias – seja essa transmissão ao vivo ou por meio de gravações.</p>
<p>A educação a distância é regulamentada e, aqui no Brasil, há uma legislação específica que permite essa modalidade desde a educação básica até a educação superior. Nos últimos anos, o Governo tem trabalhado a temática da educação a distância sob a perspectiva de tornar a educação mais inclusiva e acessível a todos.</p>
<h2>Como ocorre a educação a distância</h2>
<p>A educação a distância pode ocorrer por meio de aulas gravadas e disponibilizadas aos alunos, o que configura a educação a distância física e temporal (aulas assíncronas), ou podem ser realizadas ao vivo, nas quais ocorre apenas a distância física (aulas síncronas). As aulas ao vivo permitem o diálogo instantâneo, o que traz diferentes características para o ensino. A aula gravada, por sua vez, precisa fazer uso de tecnologias mais avançadas para estabelecer a comunicação professor-aluno.</p>
<p>Em ambos os casos, no entanto, é necessário o uso de tecnologias e plataformas para fazer a conexão professor-estudante. Portanto, uma das características principais da educação a distância é o uso de tecnologia para a sua consolidação.</p>
<h2>Desafios atuais da educação a distância</h2>
<p>A tecnologia, sem sombra de dúvidas, se consolida como o elemento mais importante na educação a distância – seja pela necessidade de tecnologia para prover a educação à distância, seja pela necessidade de tecnologia para os alunos usufruírem dessa educação. Já falamos sobre isso <a href="http://simulare.com.br/blog/o-uso-da-tecnologia-na-educacao/">aqui</a>!</p>
<p>No entanto, ela não é o único desafio. Sob a perspectiva do professor, é preciso pontuar como um desafio a interação aluno-professor-conteúdo, isto é, o movimento que existe para que o professor consiga transmitir conteúdo e o aluno possa assimilá-lo.</p>
<p>Primeiro, precisamos lembrar que o conteúdo é um objeto de mediação. Então, se o aluno se identifica, se tem proximidade, se tem conhecimentos prévios, a mediação para aprofundar o conhecimento é um tanto quanto facilitada. Mas se ele desconhece completamente as relações desse conteúdo, então ele precisa de uma mediação mais efetiva. A mediação é a troca entre as maneiras que o professor tem de ensinar e as formas como o estudante acessa esse conteúdo. A mediação entre conteúdos-professor-estudante se constitui, dessa forma, como um grande desafio da educação a distância.</p>
<h2>Como fazer a mediação conteúdo-professor-estudante?</h2>
<p>No contexto da pandemia e da necessidade de isolamentos sociais, os usos das tecnologias virtuais em processos formativos vêm exigindo vivências de professores e estudantes de reinventar modos de lidar com o conhecimento e de aproximar as pessoas e as instituições.</p>
<p>Além disso, as exigências desse novo “normal”, vêm também gerando necessidades de pensar quais são esses conhecimentos: eles precisam ser multidisciplinares! As discussões devem articular conteúdo com o momento que vivemos, ajudando a entender nossa existência no mundo e as relações que contribuíram para gerar problemas como a pandemia e as crises econômicas e sociais.</p>
<p>Nesses processos formativos há, ainda, o uso de diferentes aplicativos e plataformas digitais, algumas de texto, de áudio e de vídeo que fizeram com que o professor migrasse de processos analógicos para os digitais. Neste <a href="http://simulare.com.br/blog/dicas-para-aulas-de-jogos-empresariais-no-ead/">outro post</a>, vimos como utilizar algumas tecnologias para aplicação de jogos empresariais a distância.</p>
<p>Mas enfim&#8230; O desafio, nesse passo, é conseguir reter a atenção do aluno frente às diferentes distrações que ele encontra enquanto assiste à aula de sua casa. Assim, o professor precisa se qualificar para ganhar e manter o ibope. O uso de ferramentas (que, por si só, já se constituem como desafios paralelos) que demandem interação dos alunos pode ser uma saída para essa questão.</p>
<p>Por fim, não se pode esquecer que o professor também possui uma vida em casa. E, nessa vida, ele precisou inserir uma dinâmica escolar (e uma sala de aula!). Se isso não for visto como um super desafio, então nós precisamos rever alguns conceitos na sociedade, você não acha?!</p>
<p>E você, quais são os maiores desafios que você vem enfrentando e enxergando sobre a educação a distância na atualidade? Comenta aqui!</p>
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		<item>
		<title>Dicas para aulas de Jogos Empresariais no EAD</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/dicas-para-aulas-de-jogos-empresariais-no-ead/</link>
				<comments>https://simulare.com.br/blog/dicas-para-aulas-de-jogos-empresariais-no-ead/#comments</comments>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 19:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Veja algumas dicas rápidas de como aplicar os jogos empresariais 100% online.</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de tantas mudanças que vêm ocorrendo, fomos forçados, de certa forma, a nos adaptar de inúmeras maneiras e em diferentes esferas.</p>
<p>No ambiente acadêmico as aulas online passaram a acontecer com mais frequência do que antes em várias disciplinas e, inclusive, nas disciplinas que fazem o uso de jogos de empresas.</p>
<p>Tenho recebido, nos últimos meses, contatos de professores e consultores, que antes aplicavam o jogo presencialmente, solicitando mais informações de como os jogos empresariais poderiam ser utilizados em um ambiente 100% online.</p>
<p>A primeira observação que faço é que os cursos ou disciplinas com <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a>, tanto no <a href="http://simulare.com.br/blog/dinamicas-em-grupo-com-jogos-empresariais/">ambiente acadêmico</a> como <a href="http://simulare.com.br/nas-empresas/">corporativo</a>, funcionam perfeitamente bem 100% a distância. O software, na verdade, sempre foi completamente online e várias instituições de ensino e empresas já aplicavam e aplicam nosso simulador em ambiente totalmente remoto antes mesmo da pandemia. Precisamos apenas replicarmos no online o que era feito antes na dinâmica presencial utilizando as diversas soluções que estão disponíveis no mercado.</p>
<p>E que soluções são essas? Basicamente, de comunicação.</p>
<h2>Soluções de Videochamada</h2>
<p>As soluções de videochamada são aquelas que permitem que você transmita e receba áudio e vídeo online ao vivo. Eu não vou me estender em listar dezenas soluções aqui. Vou falar de duas que, entre todas que testei, gostei mais: <a href="https://gsuite.google.com/intl/pt-BR/pricing.html">Google Meet</a> e <a href="https://zoom.us/">Zoom</a>.</p>
<p>Tecnicamente falando, não há dúvidas, o Zoom tem muito mais recursos que o Google Meet, mas normalmente não precisamos de tantos recursos assim. Vou listar o que acho relevante para o caso de aplicarmos a dinâmica de jogos de empresas online, além do óbvio falar e ouvir:</p>
<ul>
<li>Compartilhar tela. Esse recurso é interessante para poder apresentar o simulador no momento inicial da aula e para as próprios equipes poderem se entender melhor a partir de uma visão unificada.</li>
<li>Criar várias salas. IMPORTANTÍSSIMO para uma dinâmica de jogos de empresas ao vivo, pois o jogo é em equipe e como estão todos online, cada equipe precisa estar em uma sala virtual separada das demais depois de uma apresentação geral. Um jogo com 4 equipes, por exemplo, precisa de 5 salas: uma sala geral (todos os participantes de todas as equipes) e uma para cada equipe.</li>
<li>Trocar mensagens de texto. Especialmente importante para passar links (URLs) relevantes para determinado momento na conversa ou fazer algum questionamento de resposta curta aos participantes.</li>
<li>Silenciar participantes. Parece detalhe, mas este recurso ajuda demais na organização da aula, pois em um ambiente virtual pequenos ruídos de vários participantes ao mesmo tempo tornam a aula desagradável e algumas vezes impraticável.</li>
</ul>
<p>Estes 4 recursos são, na minha opinião, essenciais para dar uma aula tranquila de jogos empresariais 100% online e tanto Zoom quanto Google Meet conseguem atender estes 4 requisitos. O Google Meet precisa de um pouco mais de preparação antes, mas atende bem e é mais barato. Inclusive até 30/09/2020 ele está gratuito. Depois ele pode ser adquirido pelo pacote G Suite, que além do Google Meet tem outras ferramentas interessantes como o Google Drive (ferramenta para armazenamento de arquivos na nuvem).</p>
<p>O plano G Suite básico que oferece o Google Meet para até 100 participantes, sem limite de tempo, custa cerca R$ 24,30 (visto no dia da postagem). O plano do Zoom que oferece tempo ilimitado para várias pessoas parte de U$ 14,99 ou aproximadamente R$ 80,00 (conversão e preço do dia da postagem).</p>
<h2>Outras soluções de comunicação</h2>
<p>Obviamente para realizar uma aula online ao vivo você precisa comunicar o horário e endereço virtual das salas com antecedência. Além disso, você pode enviar materiais e tirar algumas dúvidas antes e depois da aula utilizando diversas formas de comunicação.</p>
<p>Em ambiente acadêmico o termo AVA é comum &#8211; sigla de Ambiente Virtual de Aprendizagem &#8211; e nada mais é que uma grande plataforma de comunicação que permite trocar mensagens, avisos, organizar atividades e tarefas, avaliar, monitorar turmas e mais.</p>
<p>Além do AVA, o próprio puro e simples e-mail pode ser uma excelente forma de comunicação.</p>
<p>Grupos de WhatsApp são ótimos também, mas devem ser utilizados com cautela, visto que criam ambientes para todos se comunicarem a qualquer momento quase que imediatamente e pode demandar bastante atenção do professor ou consultor. Eu, particularmente, só abro grupos de WhatsApp para avisos e alertas e bloqueio o grupo para apenas o Administrador poder enviar mensagens.</p>
<p>O pacote Google Docs ajuda bastante também. Eu utilizo o Google Apresentações (Google Slides) para passar orientações quanto à formação de equipes e links para as salas de reuniões do Google Meet. <a href="https://docs.google.com/presentation/d/1FhN2EctZHmmn6nsavSOkRfjQrSpPps5GU96PthOWvv4/edit?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aqui está um exemplo</a>. A vantagem do Google Apresentações é que a apresentação fica na nuvem e qualquer atualização ou alteração que fizer já fica disponível instantaneamente para quem está acompanhando diretamente pelo link.</p>
<h2>[Vídeo] Recursos dentro do jogo</h2>
<p>Dentro do jogo existem inúmero recursos que facilitam a aplicação e listei alguns <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VjRXODaZzng">neste vídeo</a> abaixo. Vale a pena conferir.</p>
<iframe  id="_ytid_89215" width="1080" height="608"  data-origwidth="1080" data-origheight="608"  src="https://www.youtube.com/embed/VjRXODaZzng?enablejsapi=1&autoplay=0&cc_load_policy=0&iv_load_policy=1&loop=0&modestbranding=0&rel=1&fs=1&playsinline=0&autohide=2&theme=dark&color=red&controls=1&" class="__youtube_prefs__" title="YouTube player"  allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen data-no-lazy="1" data-skipgform_ajax_framebjll=""></iframe>
<p>&nbsp;</p>
<p>As vezes parece que não, mas a tecnologia está aí para nos aproximar e, se utilizada de forma certa, ela estará a nosso favor e conseguiremos dar uma aula 100% online tão boa quanto uma aula presencial.</p>
<p>Curtiu? Fique atento, pois nas nas próximas semanas vou postar um vídeo de como podemos organizar uma aula de jogos utilizando o Google Meet, combinado?</p>
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							</item>
		<item>
		<title>O uso da Tecnologia na Educação</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/o-uso-da-tecnologia-na-educacao/</link>
				<comments>https://simulare.com.br/blog/o-uso-da-tecnologia-na-educacao/#comments</comments>
				<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 17:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Se você não era adepto do uso de tecnologia na educação, em 2020 você deve ter criado algumas rugas. Veja neste post uma reflexão sobre o assunto.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/o-uso-da-tecnologia-na-educacao/">O uso da Tecnologia na Educação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não era adepto do uso de tecnologia na educação, em 2020 você deve ter criado algumas rugas. Neste ano, estamos vivendo uma pandemia que assola o mundo todo e que tem como principal meio de prevenção o isolamento social – isto é, cada um que pode deve ficar em sua casa.</p>
<p>A educação, como um processo de desenvolvimento humano, técnico, científico e social, é fundamental para o crescimento e desenvolvimento (singular e coletivo) para os propósitos sociocultural e político-econômico de uma sociedade. Nesse momento de pandemia, continua sendo essencial para o coletivo de pessoas, mas requer que se desenvolva a partir de outros recursos que não demande que a população saia de casa para estudar. Dessa forma, instituições, professores e alunos precisaram se adequar a essa realidade para que o ensino possa fluir em novas formas de organização.</p>
<h2>Tecnologia na Educação e o Futuro</h2>
<p>As instituições de ensino em todos os níveis de escolarização têm como uma de suas funções a formação do cidadão para o mundo – e, nessa formação, prospectar os desafios que são factuais de ocorrer. Nesse sentido, os novos modos de organizar e desenvolver o processo de ensino, em tempos de pandemia, constitui uma tarefa que as instituições de ensino precisam observar e implementar. Contudo, como nessa Covid-19, ainda é tudo novo e incerto, todos os processos requerem reflexão e alternativas viáveis em sua continuidade e mudanças. Esses processos, tanto de adaptação quanto de mudanças irão exigir de todos participação e disponibilidade para o novo.</p>
<p>Nesse contexto, a maioria das instituições de ensino, por mais organizadas e com um planejamento de atividades sistematizadas, foram pegas de surpresa, pois não possuíam protocolos e/ou sistemas interativos para transformar o modelo de ensino presencial em totalmente digital – e à distância. Apesar dessa situação ter causado estranhamento à muitos, a inclusão da sala de aula digital é uma oportunidade de rever modos e processos com perspectivas de reformulações e benefícios a serem investigados.</p>
<p>Atualmente a tecnologia está presente na vida da grande maioria das pessoas e instituições, e é quase raro encontrar alguém que não tenha um celular ou que ainda não tenha utilizado aplicativos de diálogos ou de atividades comerciais. Considerando esse aspecto, a tecnologia tem promovido uma facilitação no processo de introdução de novas metodologias no processo educacional: os alunos têm demonstrado uma certa facilidade em lidar com aparelhos e redes, o que possibilita uma maior aderência às salas de aulas virtuais.</p>
<p>A partir dessa perspectiva, as discussões sobre o uso de tecnologias no processo educativo assumem novas dimensões, as quais podem se situar entre os desafios e os resultados dessa proposta. Contudo uma questão passa a assumir centralidade no processo ensino-aprendizagem: considerando a diversidade nos aspectos da cognição quais as formas mais adequadas de socializar e tornar produtiva as aprendizagens para a realidade dos estudantes?</p>
<p>Essa é uma questão desafiadora para a organização dos processos pedagógicos que se orientam na educação como um princípio emancipatório e democrático.</p>
<h2>Vantagens no uso de tecnologias na educação</h2>
<p>São diversas as vantagens do uso de tecnologias no processo de ensino-aprendizagem, vamos conhecer algumas delas?</p>
<p>O desenvolvimento de tecnologias da informação permite que diferentes plataformas e ferramentas sejam desenvolvidas e utilizadas no processo educacional. E-books, videoaulas (ao vivo e gravadas), podcasts, games como nossos <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a>, entre outros.</p>
<p>O mundo digital permite criar possibilidades diferentes de ensino – e isso tende a promover a adesão dos estudantes, pois eles podem encontrar, nessas diferentes possibilidades, uma estratégia que se associe à forma mais adequada ou a que ele tem mais facilidade de aprendizado (lembrando que a aprendizagem pode ocorrer pelos diferentes sentidos: audição, visual, leitura, comunicação, escrita, cinestésica). O importante é sempre buscar algo que se diferencie de aprendizagens mecânicas, trazendo informações significativas para que os conteúdos da aprendizagem possam ser utilizados quando necessários.</p>
<p>É inegável que, nesse aspecto, as tecnologias se revestem de um meio para promover a aprendizagem o que lhe atribui um aspecto de vantagem ao acesso dos conteúdos de aprendizagem.</p>
<p>Uma outra vantagem no uso das tecnologias é a atualização das dinâmicas de interação decorrentes dos jogos de ensino. A utilização de jogos de conteúdos (gamificação) é uma estratégia que permite que os alunos se divirtam enquanto aprendem. É um processo interativo e que gera engajamento dos alunos enquanto estudam. Essa dinâmica permite, além dos processos de aprendizagem, as interações de criatividade, em que novas estratégias ou ações podem requerer novos conteúdos e interações.</p>
<p>Além disso, a criação de canais de comunicação entre professores e alunos, como uma estratégia de organização didático-pedagógica – como as redes sociais educacionais – permitem que as dúvidas sejam esclarecidas com maior agilidade, na relação tempo e distância.</p>
<p>Apesar de haver vantagens, é importante salientar que os profissionais da educação precisam acompanhar essas alternativas tecnológicas a fim de que as aulas digitais não sejam meramente expositivas. É importante destacar que a aula expositiva e a aula expositiva dialogada possuem valor significativo como estratégia de apresentação e discussão de conteúdos de aprendizagem, mas para que se possa explorar esse mundo digital com todos os seus benefícios, o professor precisa, além de entender os elementos que pode utilizar para que o aluno interaja no processo ensino-aprendizagem digital, de suporte de infraestrutura na estrutura organizacional do sistema de ensino.</p>
<h2>Concluindo</h2>
<p>Atualmente, não se pode dissociar processo educativo de tecnologia, pois esta pode ser uma aliada à forma como o ensino é realizado. O avanço das tecnologias permitiu que a educação contemple diferentes instrumentos de ensino, envolvendo e engajando os alunos – muitas vezes ainda não motivados e envolvidos em informações que hoje são facilmente acessíveis e disponibilizadas. Além dos ganhos de escala – pois com o uso de tecnologias é possível atingir estudantes de diferentes locais, os ganhos advindos com os mais diversos recursos tecnológicos como estratégias de ensino-aprendizagem permitem que estudantes identifiquem quais as formais mais eficientes de apreensão e retenção de conteúdo – e consumam esse tipo de produto: o processo torna-se mais dinâmico e eficiente.</p>
<p>Ressalta-se ainda, que os investimentos em infraestrutura são requeridos para a oferta e implementação da modalidade de ensino digital, assim como, processos de formação continuada de professores para dimensionar a organização didático-pedagógica dos conteúdos do processo de escolarização.</p>
<p>Fica o desafio de não deixar &#8220;nenhum a menos&#8221; e, para tanto, as condições objetivas e estruturais de acesso às tecnologias precisam ser garantidoras!!!! Ficam o desafio e as possibilidades!!!</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/o-uso-da-tecnologia-na-educacao/">O uso da Tecnologia na Educação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
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		<item>
		<title>O que são metodologias ativas e como elas podem tornar a aula mais atraente e engajada para os alunos</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/o-que-sao-metodologias-ativas-e-como-elas-podem-tornar-a-aula-mais-atraente-e-engajada-para-os-alunos/</link>
				<comments>https://simulare.com.br/blog/o-que-sao-metodologias-ativas-e-como-elas-podem-tornar-a-aula-mais-atraente-e-engajada-para-os-alunos/#comments</comments>
				<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 18:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Metodologias ativas são uma combinação de métodos dinâmicos de aprendizado, onde o aluno é colocado como o protagonista do processo. </p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Metodologias ativas são uma combinação de métodos dinâmicos de aprendizado, onde o aluno é colocado como o protagonista do processo.</p>
<p>As transformações no mundo têm sido constantes e muito intensas, no entanto, quando o tema é educação, as mudanças não são tão rápidas tanto quanto são pretendidas.</p>
<p>Em plena era do conhecimento, aprender ainda é um tabu e desmistificar o processo de aprendizado é uma necessidade predominante no mundo escolar. Aprender exige estar presente e motivado para aventurar-se em caminho tão vasto e cheio de atalhos e armadilhas. Aprender exige, acima de tudo, autoconhecimento. Afinal de contas, é um processo individual e cada um tem que encontrar os melhores recursos para dominar os conteúdos e assim conquistar os seus objetivos.</p>
<p>Ao colocarmos o aluno no centro do processo, fica claro o quanto o aprendizado envolve questões físicas e emocionais. Adquirir um novo conhecimento ou habilidade requer equilíbrio, saúde, empatia, ambiente propício e bem-estar do estudante. Com tantos requisitos, pode-se dizer que aprender não é algo tão simples, certo?</p>
<p>Bom, se a educação tradicional demonstra, cada vez mais, sozinha não solucionar os problemas de aprendizagem, as inovações, por sua vez, surgem para trazer soluções significativas. É neste cenário que surgem as metodologias ativas: um jeito dinâmico de aprender e ensinar.</p>
<h2>O que são metodologias ativas e como elas podem tornar as aulas mais engajadas?</h2>
<p>O comportamento desmotivado dos estudantes frente às salas de aulas é um elemento que traz preocupação tanto aos pais dos alunos, quanto ao corpo pedagógico. Pode ser bastante frustrante disputar a atenção dos estudantes ao mesmo tempo em que se tenta ensinar. Uma aula expositiva facilmente perderá a atenção para a tela do celular. São adversidades que desanimam tanto o profissional quanto o aluno e, a médio prazo, podem acabar em abandonos de aulas e até mesmo do curso inteiro.</p>
<p>Enquanto na metodologia tradicional disputa a atenção dos alunos, as metodologias ativas são compostas por diversos métodos dinâmicos de aprendizado, onde o aluno é colocado como o protagonista e líder do processo de estudo. Ainda que simples, esta é uma decisão que desperta a curiosidade e a vontade de aprender. É uma provocação que instiga diferentes caminhos e forma conexões ao colocar o aluno em movimento e revelar novos horizontes. Trata-se de uma prática capaz de influenciar e motivar os discentes não só a aprender, como também a liderar, solucionar problemas e até mesmo ensinar.</p>
<p>Nas metodologias ativas, de modo geral, o conteúdo que é trabalhado em sala não é exposto apenas quando a aula começa. Ele é entregue previamente aos alunos, que são convidados a relacionar o tema com o que já sabem e conhecem na realidade vivida por eles e por seus colegas. Mais do que um material, é um convite para que o aluno descubra sobre o assunto.</p>
<p>Os formatos, assim como os métodos, podem variar e este conteúdo pode ser entregue em forma de texto, vídeos, podcasts, pesquisas ou qualquer outra maneira que torne possível a transmissão das informações.</p>
<p>Em um segundo momento, essas informações são utilizadas para resolver problemas, fazer debates, levantar hipóteses, elaborar jogos ou qualquer outra maneira de desenvolver o conhecimento e promover o aprendizado em sala de aula.</p>
<blockquote><p>Crie desafios, faça combinados, programem-se para o inesperado e até para a diversão na hora de aprender</p></blockquote>
<p>O educador atua como mediador, então, após as informações serem entregues é que a mágica passa a acontecer. Nesse momento é fundamental inspirar para que cada um incorpore e enriqueça a informação recebida de tal forma que de fato ocorra transformações internas. Portanto, criar jogos, gincanas, pesquisas, debates ou outra atividade instigante e em sintonia com o ambiente e com as necessidades reais do grupo são essenciais para que a metodologia seja ativada e integrada ao sistema educacional.</p>
<p>A metodologia ativa proporciona muitas vantagens tanto para os alunos quantos para os professores. No entanto, trata-se de uma metodologia que exige dedicação de todos durante sua implantação. Pela sua inovação, requer a formação do processo dessa prática. É um novo jeito de fazer algo que sempre foi realizado de modo tão diferente do que é exercido na metodologia ativa. Portanto, é natural que a novidade venha acompanhada de uma necessidade de explicação do método. Por ser lúdica, o aluno pode ter a impressão de que apenas está se divertindo em parceria com os colegas e professores.</p>
<p>É nesse momento em que os os jogos digitais, como <a href="http://simulare.com.br/blog/voce-sabe-o-que-sao-jogos-empresariais/">jogos empresariais</a>, se mostram uma excelente pedida, uma vez que eles trazem estrutura para o aprendizado, além de se comunicarem com uma linguagem similar a dos alunos, que nasceram em meio às telas.</p>
<p>Mesmo para os não nativos digitais, os jogos são uma maneira de aproximar o aprendizado do aluno enquanto divertem, desenvolvem o senso de liderança e criam um vínculo de afeto com o professor e a instituição de ensino. Para o professor, a vantagem está também em poder acompanhar minuciosamente a evolução e a dificuldade de cada aluno, bem como ter claro a compreensão da classe como um todo acerca do tema exposto.</p>
<p>O processo das metodologias ativas consiste em práticas aplicadas para despertar recursos internos que são colocados em movimento de forma gradativa e constante. Isso integra e valoriza o potencial de cada um, assim como estimula e inspira talentos. É certamente algo valioso e que pode trazer bons frutos para todas as partes.</p>
<p>A metodologia ativa permite desenvolver nos alunos habilidades que são benéficas para o desenvolvimento psicossocial, visto que a prática faz o aluno sair do seu local de conforto e o encoraja a enfrentar os desafios que surgem durante o processo. Se envolver um jogo digital, então, é a receita perfeita para se ter uma aula boa e eficiente. O futuro de cada aluno agradece, afinal a vida é cheia de fases para passar, além de obstáculos para superar e é melhor chegar preparado.</p>
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		<title>Cálculo IPI e ICMS</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/calculo-ipi-e-icms/</link>
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				<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 13:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Aprenda nesse post: o que é o IPI e o ICMS e como realizar o cálculo do IPI e ICMS com exemplos práticos.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>O que você aprenderá nesse post: o que é o IPI e o ICMS e como realizar o cálculo do IPI e o cálculo do ICMS.</p>
<p>Muitas vezes, ouvimos falar que é difícil empreender no Brasil em razão da alta carga tributária. Geralmente, essas frases referem-se à incidência de diferentes impostos que existem em nosso país. Para que você possa entender melhor, hoje vamos te explicar dois impostos: o ICMS, que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços e o IPI, que incide sobre a industrialização de produtos.</p>
<h2>ICMS</h2>
<p>O ICMS é a sigla para Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços e refere-se à circulação de transporte interestadual e intermunicipal. Esse imposto é regulamentado pela Lei Complementar n. 87/1996, a chamada Lei Kandir.</p>
<p>O ICMS é um imposto que está presente em praticamente tudo que é essencial para o cidadão: alimentos, eletrodomésticos, serviços de comunicação e transporte.</p>
<p>A Lei Kandir determina que alguns produtos ou serviços não serão tributados o ICMS, são eles:</p>
<ul>
<li>operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão;</li>
<li>operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e produtos industrializados semielaborados, ou serviços;</li>
<li>operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou à comercialização;</li>
<li>operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial;</li>
<li>operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência dos Municípios, ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar;</li>
<li>operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie;</li>
<li>operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor;</li>
<li>operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário;</li>
<li>operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras.</li>
</ul>
<p>Veja, portanto, que as exceções são poucas diante da grandeza de atividades, serviços e produtos que podem ser ofertados.</p>
<p>E será que você já se deparou com o ICMS alguma vez em sua vida? Mesmo que você ainda não tenha visto, diretamente, a incidência do ICMS, você, com certeza, já pagou por ele!</p>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>Exemplo</strong>: Quando você compra uma camiseta, por exemplo, sob o valor dessa camiseta é calculado o ICMS – ou seja, ele já está incluso no valor de venda. Portanto, quando você compra sua camiseta, você já está pagando o ICMS.</p>
<p>E assim ocorre na grande parte das atividades de comércio e serviços existentes no Brasil. Por ser um imposto de incidência estadual e federal, cada estado tem a liberdade de aplicar a alíquota que entender pertinente. Você pode buscar na internet a alíquota de cada estado. Aqui em Santa Catarina, a alíquota adotada é de 17%.</div></div>
<h2>Como é feito o cálculo do ICMS?</h2>
<p>Como já falamos anteriormente, o ICMS incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. Portanto, quando um produto é vendido, o valor referente a esse imposto deverá ser apurado para posterior pagamento aos cofres públicos!</p>
<p>Como você verá nos exemplos a seguir, as empresas fazem a apuração do ICMS tanto no momento em que compram um produto quanto no momento que revendem tal produto. Isso ocorre pois o Governo não tem como fiscalizar quem é ou não é o consumidor final dos produtos e, dessa forma, para evitar evasões fiscais, o imposto deve ser apurado em ambas as transações.</p>
<p>Mas você deve estar pensando que realmente fica difícil empreender tendo que pagar o mesmo imposto duas vezes, não é mesmo?! Calma, para que não sejam bitributadas, isto é, tributadas duplamente, as empresas “se creditam” do valor pago na compra e devem pagar apenas a diferença entre o valor calculado no momento da compra e o valor pago no momento da venda.</p>
<p>Quando a empresa compra o produto, ela apura o ICMS da transação e, por isso, ele debitará o valor em uma conta denominada ICMS a Recuperar – pois ela poderá abater esse valor do total devido a título de ICMS (que é calculado a partir das vendas).</p>
<p>Quando a empresa vende o produto, ela apura o ICMS da transação e, por isso, ela creditará o valor em uma conta chamada ICMS a Recolher ou ICMS a Pagar. Ao final do exercício social, ela deverá fazer o confronto entre os saldos de ambas as contas e deverá pagar apenas o valor a maior – se houver – entre a diferença a Recuperar e a Pagar.</p>
<p>Vamos entender melhor?!</p>
<p>Vamos apresentar exemplos de contabilização do ICMS no caso de compra de mercadorias e venda de mercadorias, pois para cada cenário o processo de contabilização é distinto.</p>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>Exemplo 1 (compra de mercadoria):</strong></p>
<p>A empresa Sempre Chic comprou, a prazo, 3.000 unidades de mercadorias por R$ 120 cada. Sob cada produto há a incidência de ICMS com a alíquota de 17%.</p>
<p>O valor total da compra corresponde a R$ 360.000, certo?!
Nesse valor, o ICMS já está incluso. O valor do ICMS é, então, de R$ 61.200, assim calculado: R$ 360.000 x 17% = R$ 61.200</p>
<p>Portanto, o valor real das mercadorias é de apenas R$ 298.800, assim calculado: R$ 360.000 – 298.800. Como a legislação brasileira obriga que o valor registrado em estoques seja livre de impostos, a contabilização dessa operação será:</p>
<ul>
<li>Valor total da compra deve ser creditado na conta Fornecedores, visto que a compra foi efetuada a prazo.</li>
<li>Valor real das mercadorias deve ser debitado na conta Estoques.</li>
<li>Valor do ICMS deve ser debitado na conta ICMS a Recuperar.</li>
</ul>
<p>Veja:
D: ICMS a Recuperar – R$ 61.200
D: Estoque &#8211; R$ 298.800
C: Fornecedores (valor bruto da compra) – R$ 360.000</p>
<p>Assim, a empresa possui um direito de deduzir do valor que deve pagar ao governo esses R$ 61.200 pagos a título de ICMS.</p>
<p>Perceba que o valor unitário de cada mercadoria adquirida é de R$ 99,60, assim calculados: R$ 298.800 / 3.000 unidades = R$ 99,60. (isso é importante para o cálculo do custo da mercadoria vendida!)</p></div></div>
<div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'><strong>Exemplo 2 (venda de mercadoria):</strong></p>
<p>A empresa Sempre Chic vendeu, a prazo, 1.200 unidades dessas mercadorias por R$ 350 cada uma. O ICMS da transação foi de 17%.</p>
<p>O valor total da compra corresponde a R$ 420.000,00. Esse valor deve ser creditado na conta de Resultado, reconhecendo a receita realizada e sua contrapartida será feita nas contas correspondentes às operações. Observe os cálculos: R$ 350 x 1.200 unidades = R$ 420.000</p>
<p>O valor que será contabilizado a título de custo de mercadorias, isto é, o que saiu do estoque da empresa é de R$ 119.520, assim calculado: R$ 99,60 x 1.200 unidades = R$ 119.520.</p>
<p>O valor do ICMS a pagar é de 17% sobre o valor da venda, isto é, R$ 71.400. Veja: R$ 420.000 x 17% = R$ 71.400. Esse valor deverá ser reconhecido como uma despesa e a sua contrapartida mostrará o valor que deve ser pago, em relação a essa transação de venda, ao Governo:</p>
<p>A contabilização ocorrerá da seguinte forma:
D: Clientes – R$ 420.000
C: Receita de Vendas (conta de resultado) – R$ 420.000</p>
<p>D: Custo das mercadorias vendidas – R$ 119.520
C: Estoque – R$ 119.520</p>
<p>D: ICMS sobre Vendas (conta de resultado/despesa/DRE) – R$ 71.400
C: ICMS a Recolher (conta patrimonial/passivo) – R$ 71.400</p>
<p>Se o exercício social fosse encerrado nesse momento, qual o valor que a empresa deveria pagar ao Governo a título de ICMS?</p>
<p>Ela possui R$ 61.200 de saldo na conta ICMS a Recuperar. O valor devido é de R$ 71.400. Portanto, ela deverá pagar aos cofres públicos o valor de R$ 61.200: R$ 71.400 – R$ 61.200 = R$ 10.200</p>
<p>A contabilização para zerar o direito de recuperação de ICMS e reduzir o valor a pagar será:
D – ICMS a Recolher – R$ 61.200 (por ser uma contra credora, seu valor será diminuído)
C – ICMS a Recuperar – R$ 61.200 (essa conta, nesse momento, está zerada!)</div></div>
<p>Agora que você aprendeu o que é o ICMS e como ele deve ser calculado, vamos conhecer os detalhes referente ao IPI?!</p>
<h2>IPI</h2>
<p>O IPI, por sua vez, é o imposto sobre produtos industrializados, podendo ser tributado nos produtos nacionais e internacionais. Por se tratar de um imposto federal, sua arrecadação é destinada ao Tesouro Nacional.</p>
<p>A legislação que regulamenta o IPI é o Decreto n. 7.212/2010 e, tal qual o ICMS, alguns produtos são isentos da tributação do IPI, sendo eles:</p>
<ul>
<li>Aeronaves de uso das forças armadas</li>
<li>Caixões funerários</li>
<li>Materiais bélicos</li>
<li>Materiais promocionais, como folhetos</li>
<li>Diversos aparelhos destinados ao uso da polícia</li>
<li>Produtos destinados à exportação</li>
</ul>
<p>Assim, todo produto que passar por algum processo de industrialização, será submetido à incidência do IPI.</p>
<p>É importante lembrar que quem paga esses impostos (tanto o IPI quanto o ICMS), é o contribuinte final, ou seja, nós cidadãos! As responsáveis pelo recolhimento e pagamento para o Estado (Governo Estadual ou Governo Federal) será a empresa – mas esses impostos são repassados aos consumidores: o preço que você paga para levar o produto para casa já inclui os impostos!</p>
<p>Em vias de regra, todos os impostos arrecadados de uma forma ou de outra retornam para a sociedade em forma de serviços (hospitais, rodovias, hidrelétricas, portos, universidades, entre outros).</p>
<h2>
Como é feito o cálculo do IPI?</h2>
<p>Primeiramente, deve-se observar as alíquotas informadas na TIPI (tabela de incidência do imposto sobre produtos industrializados), pois a base de cálculo do IPI é formada a partir das alíquotas contidas nessa tabela para cada produto específico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Base de cálculo = (Valor do produto + Frete + Seguro + Outras Despesas Acessórias)</strong></p>
<p>Então, se possuímos um produto cujo valor é de R$ 100.000, o IPI incidirá sobre esse valor! O valor total da nota fiscal será de R$ 100.00 + IPI.</p>
<p>Vamos tentar entender melhor a partir de um exemplo&#8230;</p>
<p><strong><div class='et-box et-shadow'>
					<div class='et-box-content'>Exemplo:</strong></p>
<p>Suponha que foram adquiridos produtos no valor de R$ 100.000 e que o IPI desses produtos é de 5%. O valor total da nota fiscal será de: R$ 105.000, assim calculada:
R$ 100.000 x 5% = R$ 5.000
R$ 100.000 + R$ 5.000 = R$ 105.000</p>
<p>Ou você pode calcular diretamente: R$ 100.000 x 1,05 = R$ 105.000 (o 1,05 refere-se a 100% da base de cálculo mais 5% da alíquota do imposto).</p>
<p>Agora se você receber o valor da nota fiscal e quiser descobrir o valor do IPI, basta fazer o caminho inverso:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Valor do IPI = Base de cálculo x (Alíquota / 100).</strong></p>
<p>Veja na equação (X representa o valor do IPI, que queremos descobrir):</p>
<p>X = R$ 100.000 x (5/100)
X = R$ 100.000 x 0,05
X = 5%</p></div></div></p>
<p><strong>IMPORTANTE: </strong><br />
Relação do IPI na base de cálculo do ICMS: quando o produto/mercadoria for vendido ao consumidor final, o IPI será incluído na base de cálculo do ICMS, vale lembrar que indústria vendendo para indústria, não haverá cálculo de IPI, apenas ICMS.</p>
<p>E aí, conseguiu entender o que é IPI e ICMS? Se ficou alguma dúvida, entre em contato, a gente vai tentar te ajudar para que você compreenda &#8211; de vez – esses impostos tão importantes.</p>
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		<item>
		<title>[Mini-aula] Indicadores Econômicos Financeiros – PT.3: Liquidez</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/mini-aula-indicadores-economicos-financeiros-pt-3-liquidez/</link>
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				<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 18:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[eBooks]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://simulare.com.br/?p=3121</guid>
				<description><![CDATA[<p>Aprenda sobre os indicadores de Liquidez Geral, Seca, Corrente e Imediata.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o último post sobre Indicadores Econômicos Financeiros. Vamos falar sobre os indicadores de liquidez: liquidez geral, liquidez seca, liquidez corrente e liquidez imediata.</p>
<p>Vale lembrar que falamos já sobre:</p>
<ul>
<li><a href="http://simulare.com.br/blog/mini-aula-indicadores-economicos-financeiros-pt-1-rentabilidade/">Indicadores Econômicos Financeiros – PT.1: Rentabilidade</a></li>
<li><a href="http://simulare.com.br/blog/mini-aula-indicadores-economicos-financeiros-pt-2-estrutura-capital/">Indicadores Econômicos Financeiros – PT.2: Estrutura de Capital</a></li>
</ul>
<p>Todos estes indicadores fazem parte das informações disponibilizadas dentro de nossos <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">simuladores de empresas</a>.</p>
<h2>O que é liquidez?</h2>
<p>Em Contabilidade, liquidez refere-se à agilidade em transformar os recursos da empresa em dinheiro. Compreender o que é liquidez e e aprender a calculá-las é fundamental para que as empresas se mantenham no mercado e, sobretudo, para que mantenham a saúde financeira da empresa.</p>
<p>Agora que você compreendeu o conceito de liquidez e de insolvência, você irá aprender algum dos principais indicadores econômico financeiros utilizados nessas análises, a saber:</p>
<ul>
<li>Liquidez geral</li>
<li>Liquidez corrente</li>
<li>Liquidez seca</li>
<li>Liquidez imediata</li>
</ul>
<h2>Liquidez Geral</h2>
<p>O índice de Liquidez Geral evidencia a capacidade das entidades de honrarem suas obrigações de curto e longo prazo.</p>
<ul>
<li><strong>Curto prazo</strong>: elementos que se realizarão até o final do exercício social subsequente.</li>
<li><strong>Longo prazo</strong>: elementos que se realizarão após o final do exercício social subsequente.</li>
</ul>
<p><strong>Exemplo</strong>: Se estamos em 2020, os ativos e passivos de curto prazo são aqueles que se realizam (são recebidos ou devem ser pagos) até dia 31 de dezembro de 2021. Tudo aquilo que deve se realizar a partir do dia 01 de janeiro de 2022, deverá ser registrado no longo prazo!</p>
<p>Esse indicador ajuda as empresas a visualizarem sua saúde financeira e perceber se possuem ou não condições de quitar suas dívidas de curto e longo prazo caso passem por alguma situação emergencial.</p>
<p>Para conhecer a liquidez geral, deve-se observar dados do Balanço Patrimonial das entidades. Assim, vamos, agora, entender como esse indicador é calculado!</p>
<p>A fórmula para o cálculo da Liquidez Geral é:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3124" src="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_geral.png" alt="" width="758" height="90" srcset="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_geral.png 758w, http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_geral-480x57.png 480w" sizes="((min-width: 0px) and (max-width: 480px)) 480px, (min-width: 481px) 758px, 100vw" /></p>
<p>A interpretação que deve ser dada ao resultado do cálculo da Liquidez Geral é de que quanto maior for esse índice, melhor será para a empresa! Perceba que todo resultado acima de 1 evidencia que os ativos de curto e longo prazo da empresa são superiores às suas dívidas de curto e longo prazo, o que mostra um panorama favorável para a saúde financeira da empresa.</p>
<h2>Liquidez Corrente</h2>
<p>Para conhecer a liquidez corrente, deve-se observar dados do Balanço Patrimonial das entidades – em particular os dados que permeiam o ativo e passivo circulante.</p>
<p>Dessa forma, vamos entender como esse indicador é calculado!</p>
<p>A fórmula para o cálculo da Liquidez Corrente é:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3123" src="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_corrente.png" alt="" width="479" height="76" srcset="https://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_corrente.png 479w, https://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_corrente-300x48.png 300w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /></p>
<p>Perceba que o cálculo envolve as contas do ativo e passivo circulante e, para tanto, devem ser incluídos todos os elementos patrimoniais pertencentes a esses grupos, como, por exemplo, caixa, estoques, empréstimos a pagar, salários a pagar etc.</p>
<p>A interpretação que deve ser dada ao resultado do cálculo da Liquidez Corrente é de que quanto maior for esse índice, melhor será para a empresa! Todo resultado acima de 1 evidencia que os ativos de curto prazo da empresa são superiores às suas dívidas de curto, mostrando que, se tudo permanecer constante, a empresa é capaz de quitar suas obrigações nesse período.</p>
<h2>Liquidez Imediata</h2>
<p>O índice de Liquidez Imediata evidencia a capacidade das entidades de honrarem suas obrigações de curto prazo apenas com suas disponibilidades. É, portanto, um indicador mais conservador e que mostra a independência da empresa (em relação às suas obrigações) no que tange ao seus recursos imediatos.</p>
<p>Para conhecer a liquidez imediata, deve-se observar dados do Balanço Patrimonial das entidades. Dessa forma, vamos entender como esse indicador é calculado!</p>
<p>A fórmula para o cálculo da Liquidez Imediata é:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3125" src="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_imediata.png" alt="" width="462" height="58" srcset="https://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_imediata.png 462w, https://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_imediata-300x38.png 300w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /></p>
<p>As contas que compõem o disponível das empresas são aquelas que remetem aos recursos imediatos da organização, como o dinheiro em caixa, recursos no banco, depósitos a vista e aplicações financeiras de curtíssimo prazo.</p>
<p>A interpretação que deve ser dada ao resultado do cálculo da Liquidez Imediata é de que quanto maior for esse índice, melhor será para a empresa! Todo resultado acima de 1 evidencia que os ativos disponíveis da empresa são superiores às suas dívidas de curto.</p>
<h2>Liquidez Seca</h2>
<p>O índice de Liquidez Seca evidencia a capacidade das entidades de honrarem suas obrigações de curto prazo sem que haja dependência de novas vendas. Tal qual a liquidez imediata, a liquidez seca é um indicador econômico financeiro conservador e que remete às condições da empresa de quitar suas dívidas caso venha a ter problemas de produção e vendas.</p>
<p>Para conhecer a liquidez seca, deve-se observar dados do Balanço Patrimonial das entidades. Dessa forma, vamos entender como esse indicador é calculado!</p>
<p>A fórmula para o cálculo da Liquidez Seca é:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3126" src="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_seca.png" alt="" width="518" height="71" srcset="http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_seca.png 518w, http://simulare.com.br/wp-content/uploads/formula_liq_seca-480x66.png 480w" sizes="((min-width: 0px) and (max-width: 480px)) 480px, (min-width: 481px) 518px, 100vw" /></p>
<p>A interpretação que deve ser dada ao resultado do cálculo da Liquidez Seca é de que quanto maior for esse índice, melhor será para a empresa! Todo resultado acima de 1 evidencia que a empresa não apresenta dependência de novas vendas para que seja capaz de quitar suas dívidas de curto prazo.</p>
<h2>Quadro Resumido</h2>
<p>Para que você possa analisar de forma completa, veja o quadro a seguir. Ele apresenta uma síntese dos índices de liquidez.</p>
<ul>
<li><strong>Liquidez geral</strong>: Curto e longo prazo (AC, ARLP, PC e PNC)</li>
<li><strong>Liquidez corrente</strong>: Curto prazo (AC e PC)</li>
<li><strong>Liquidez imediata</strong>: Disponibilidades (Caixa, depósitos a vista, banco e aplicações financeiras).</li>
<li><strong>Liquidez seca</strong>: Curto prazo MENOS estoques.</li>
</ul>
<p>Você deve estar se perguntando qual índice deverá ser usado para analisar a liquidez da empresa, não é mesmo?! Isso vai depender do tipo de informação que se quer saber! Para análises de fluxo de caixa sob condições normais (nas quais espera-se que as vendas continuem ocorrendo), os índices de liquidez corrente e imediata são mais adequados, mas para uma análise da saúde financeira e planejamento de curto e longo prazo, por exemplo, a liquidez geral oferece um excelente panorama para a empresa!</p>
<p>Assim, encerramos nosso conteúdo de indicadores! Faça os exercícios disponibilizados no nosso blog e teste seus conhecimentos!</p>
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<h1>Exercícios para aplicar em sala de aula</h1>
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<p>Até a próxima.</p>
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