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	<title>Educação Superior Archives - Simulare - Jogos de Empresas</title>
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	<description>A Simulare atua desde 2008 em todo o Brasil e no Exterior desenvolvendo e licenciando simuladores de gestão de negócios e jogos de empresas nos ambientes industrial, comercial e de serviços.</description>
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	<title>Educação Superior Archives - Simulare - Jogos de Empresas</title>
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		<title>Competências socioemocionais no ensino superior: como os jogos empresariais desenvolvem o que a sala de aula tradicional não alcança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 12:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais que a sala de aula tradicional não alcança. Veja como simuladores formam profissionais completos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho mudou. E com ele, mudou também o que se espera de um profissional recém-formado. Dominar conceitos técnicos continua sendo importante, mas já não é suficiente. As organizações buscam pessoas capazes de colaborar, liderar, tomar decisões sob pressão, resolver conflitos e se adaptar a contextos que mudam com velocidade sem precedentes. Em outras palavras: o que diferencia profissionais hoje são as competências socioemocionais — e é exatamente nesse ponto que o ensino superior precisa avançar.</p>
<p>O problema é que essas competências não se desenvolvem com aulas expositivas, provas escritas ou trabalhos individuais. Elas exigem vivência, interação e contextos que simulem a complexidade do mundo real. É por isso que os jogos empresariais vêm ganhando espaço como uma das metodologias mais eficazes para preencher essa lacuna: ao colocar os alunos no papel de gestores de empresas simuladas, eles criam um ambiente onde competências como empatia, comunicação, resiliência e tomada de decisão surgem de forma orgânica, como consequência direta da dinâmica do jogo.</p>
<h2>O que são competências socioemocionais e por que o ensino superior precisa se preocupar com elas</h2>
<p>Competências socioemocionais são um conjunto de habilidades que permitem às pessoas gerenciar suas emoções, estabelecer relacionamentos saudáveis, trabalhar em equipe e tomar decisões responsáveis. Embora o termo tenha se popularizado nas discussões sobre educação básica — especialmente após a inclusão dessas competências na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) —, sua relevância no ensino superior é igualmente crítica.</p>
<p>A razão é simples: é na graduação e na pós-graduação que o aluno faz a transição entre o ambiente escolar e o mundo do trabalho. E o que o mercado espera desse profissional vai muito além do diploma. O relatório Future of Jobs 2025, publicado pelo Fórum Econômico Mundial com base em dados de mais de 1.000 empresas em 55 economias, aponta que entre as competências de crescimento mais acelerado até 2030 estão pensamento criativo, resiliência, flexibilidade, curiosidade, aprendizagem ao longo da vida, liderança e influência social. Todas elas são, por natureza, competências socioemocionais.</p>
<p>Outro dado relevante: segundo o mesmo relatório, 63% dos empregadores identificam lacunas de competências como a principal barreira para a transformação dos seus negócios. E 39% das habilidades consideradas essenciais hoje serão transformadas ou se tornarão obsoletas até 2030. Isso significa que formar profissionais apenas com conhecimento técnico é preparar pessoas para um mercado que já não existe.</p>
<p>Para coordenadores e professores de cursos de Administração, Contábeis, Economia e Engenharia de Produção, essa realidade tem implicações práticas diretas. Não se trata de adicionar uma disciplina de &#8220;soft skills&#8221; ao currículo. Trata-se de repensar a metodologia como um todo, incorporando experiências que desenvolvam essas competências de forma integrada ao conteúdo técnico. E é exatamente aí que os jogos empresariais entram como ferramenta estratégica.</p>
<h2>Os limites da sala de aula tradicional</h2>
<p>Há competências que não se ensinam — se vivenciam. E a sala de aula tradicional, por mais bem conduzida que seja, tem limitações estruturais quando o objetivo é desenvolver habilidades socioemocionais.</p>
<p>Uma aula expositiva sobre liderança pode transmitir conceitos valiosos, mas não coloca o aluno na posição de ter que liderar um grupo sob pressão de tempo e com informações incompletas. Um estudo de caso sobre gestão de conflitos pode gerar reflexões importantes, mas não reproduz a tensão de um desacordo real entre colegas que precisam chegar a uma decisão conjunta. Um trabalho em grupo pode até exigir colaboração, mas raramente simula a interdependência de áreas e a pressão competitiva que existem em uma organização de verdade.</p>
<p>Esse gap entre teoria e prática não é novo, mas ganhou urgência em um cenário onde a Inteligência Artificial automatiza tarefas analíticas e operacionais com eficiência crescente. Quanto mais a IA assume funções técnicas e repetitivas, mais o mercado valoriza justamente aquilo que ela não faz: interpretar contextos ambíguos, negociar com empatia, construir consenso em equipes diversas e tomar decisões que envolvem julgamento ético e visão de longo prazo.</p>
<p>Nesse contexto, o ensino superior que se limita a transmitir conteúdo técnico está formando profissionais incompletos — e, cada vez mais, substituíveis.</p>
<h2>Como os jogos empresariais desenvolvem competências socioemocionais na prática</h2>
<p>Um jogo de empresas é, por natureza, um laboratório de competências socioemocionais. Não porque foi desenhado para isso como objetivo primário, mas porque a dinâmica do simulador exige dos participantes exatamente o tipo de comportamento que o mercado valoriza. As competências emergem como consequência da experiência, não como conteúdo programático.</p>
<h3>Trabalho em equipe e comunicação</h3>
<p>Nos jogos empresariais, os participantes são organizados em equipes de 3 a 5 integrantes que precisam administrar uma empresa simulada. Cada rodada exige dezenas de decisões interdependentes — preço, produção, investimento em marketing, contratação, financiamento — que precisam ser discutidas, negociadas e decididas em conjunto, geralmente sob pressão de prazo.</p>
<p>Não existe espaço para o &#8220;cada um faz a sua parte&#8221; típico dos trabalhos acadêmicos tradicionais. As decisões de uma área afetam diretamente todas as outras: uma contratação precipitada compromete o caixa; uma redução agressiva de preço sobrecarrega a produção. Essa interdependência força a equipe a se comunicar com clareza, dividir responsabilidades de forma inteligente e construir processos internos de governança — habilidades que são diretamente transferíveis para o ambiente corporativo.</p>
<h3>Tomada de decisão sob incerteza</h3>
<p>Decidir é fácil quando se tem todas as informações. O problema é que isso quase nunca acontece na vida real — e tampouco acontece no simulador. Os participantes tomam decisões com base em relatórios, indicadores e análises de mercado, mas sempre com grau de incerteza: o comportamento dos concorrentes é imprevisível, as condições do mercado mudam a cada rodada e os resultados nem sempre correspondem às expectativas.</p>
<p>Essa dinâmica desenvolve algo que nenhuma prova escrita consegue: a tolerância à ambiguidade e a capacidade de agir com assertividade mesmo quando não se tem certeza absoluta. Os alunos aprendem a avaliar riscos, ponderar alternativas e — tão importante quanto — a lidar com as consequências das suas escolhas, incluindo o erro.</p>
<h3>Resiliência e gestão emocional</h3>
<p>Em um jogo empresarial competitivo, nem tudo vai dar certo. Equipes que lideram em uma rodada podem cair nas seguintes. Decisões que pareciam acertadas revelam-se equivocadas quando os resultados chegam. A frustração, a pressão e a necessidade de recomeçar fazem parte da experiência — e são exatamente essas situações que constroem resiliência.</p>
<p>Diferentemente de uma avaliação tradicional, onde o erro gera apenas uma nota baixa, no simulador o erro tem contexto, consequência e oportunidade de correção. O aluno não apenas erra: ele entende por que errou, vê o impacto da decisão no resultado da empresa e tem a chance de ajustar a rota na próxima rodada. Esse ciclo de ação, reflexão e ajuste é a base do aprendizado experiencial — e um dos mecanismos mais poderosos de desenvolvimento socioemocional.</p>
<h3>Liderança e influência</h3>
<p>Dentro de uma equipe de jogo, papéis de liderança surgem de forma espontânea. Alguém precisa organizar o processo decisório, mediar divergências e garantir que o grupo entregue suas decisões no prazo. Mas a liderança no jogo não é dada por um título: é conquistada pela capacidade de influenciar, articular ideias e manter o grupo coeso.</p>
<p>Essa dinâmica expõe diferentes perfis — o analítico, o estratégico, o conciliador, o executor — e permite que os alunos experimentem papéis que normalmente não exerceriam em uma sala de aula convencional. Para muitos, é a primeira vez que lideram um grupo sob pressão real, e essa vivência é profundamente formadora.</p>
<h3>Empatia e consciência social</h3>
<p>A convivência intensiva dentro de um jogo empresarial, com suas vitórias e frustrações compartilhadas, desenvolve algo difícil de ensinar em aula: a empatia. Os participantes aprendem a reconhecer os pontos fortes e limitações dos colegas, a lidar com perfis diferentes dos seus e a construir relações de confiança que viabilizam decisões coletivas de qualidade.</p>
<p>Além disso, decisões que envolvem gestão de pessoas — como definir salários, jornadas de trabalho e investimentos em treinamento — sensibilizam os alunos para o impacto humano das escolhas gerenciais, algo que um caso teórico dificilmente consegue transmitir com a mesma intensidade.</p>
<h2>O papel do mediador: transformar experiência em aprendizado consciente</h2>
<p>É importante ressaltar que o simulador, por si só, não desenvolve competências socioemocionais de forma automática. O que transforma a experiência do jogo em aprendizado efetivo é a mediação pedagógica — o papel do professor ou consultor que conduz a atividade.</p>
<p>O mediador é responsável por criar momentos de reflexão entre as rodadas, provocar a análise crítica das decisões tomadas, destacar os comportamentos observados nas equipes e conectar a experiência do jogo com os conceitos teóricos da disciplina. É ele que ajuda o aluno a perceber que a dificuldade de alinhar a equipe na rodada 3 é, na essência, o mesmo desafio de integração departamental que estudou na teoria de administração.</p>
<p>Sem essa mediação, o jogo é apenas um jogo. Com ela, torna-se uma experiência de desenvolvimento integral, que combina conteúdo técnico (finanças, marketing, operações) com competências humanas (comunicação, liderança, resiliência) de forma integrada e memorável.</p>
<h2>Jogos empresariais e o novo perfil de egresso que o mercado exige</h2>
<p>Os dados são consistentes: o mercado de trabalho está se movendo em uma direção clara. Competências técnicas continuam sendo pré-requisito, mas são as competências socioemocionais que diferenciam profissionais e definem trajetórias de carreira.</p>
<p>Para as instituições de ensino, isso representa tanto um desafio quanto uma oportunidade. O desafio é incorporar metodologias que de fato desenvolvam essas competências, indo além do discurso. A oportunidade é se diferenciar em um mercado educacional cada vez mais competitivo, oferecendo uma formação que prepara o aluno para o que o mercado realmente valoriza.</p>
<p>Os jogos empresariais cumprem esse papel com uma eficácia difícil de igualar por outras metodologias. Eles não são uma atividade complementar ou um recurso lúdico opcional: são um espaço de desenvolvimento integral, onde o aluno aprende a pensar sistemicamente, decidir sob pressão, liderar com colaboração e lidar com a incerteza — competências que nenhuma prova, trabalho escrito ou aula expositiva consegue desenvolver com a mesma profundidade.</p>
<p>Em um cenário onde a IA transforma o que significa ser um bom profissional, investir em experiências que desenvolvam o que é essencialmente humano não é mais uma escolha. É uma necessidade estratégica para qualquer curso que pretenda formar profissionais relevantes para o mercado de trabalho dos próximos anos.</p>
<hr />
<p><em>Se você é professor ou coordenador e quer entender como os jogos empresariais podem fortalecer o desenvolvimento de competências socioemocionais no seu curso, entre em contato com a equipe da Simulare. Teremos prazer em mostrar como o simulador funciona na prática e como ele pode se integrar à sua disciplina ou projeto pedagógico.</em></p>
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		<title>Business Games, IA e o Futuro da Formação Executiva (MBA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 12:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visão sistêmica, tomada de decisões e trabalho em equipe na era da Inteligência Artificial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cursos de MBA sempre foram espaços privilegiados de desenvolvimento executivo. Com carga horária entre 360 e 600 horas, distribuídas ao longo de 12 a 24 meses, esses programas reúnem disciplinas como Finanças, Marketing, Contabilidade, Recursos Humanos e Empreendedorismo. Mas, por muito tempo, faltou um ingrediente essencial: a prática. É exatamente nessa lacuna que os Business Games, ou Jogos Empresariais, se consolidaram como uma das metodologias mais transformadoras do ensino de gestão.</p>
<p>A habilidade de tomar decisões em ambientes de incerteza é, sem dúvida, uma das competências mais valorizadas no mercado. Provas, artigos e trabalhos de conclusão de curso testam o domínio teórico, mas raramente simulam a pressão e a complexidade do dia a dia de um gestor. Os Business Games vieram para preencher esse vácuo e, com a chegada da Inteligência Artificial, esse potencial está sendo radicalmente ampliado.</p>
<h2>O que são Business Games e por que importam</h2>
<p>Business Games são simuladores empresariais que colocam os participantes no papel de gestores de empresas fictícias, em mercados competitivos simulados. Inspirados na Teoria dos Jogos, esses simuladores reproduzem dinâmicas reais de negócios: decisões de precificação, gestão de estoque, estratégias de marketing, planejamento financeiro, contratação de pessoas, entre outras variáveis interdependentes.</p>
<p>A cada rodada, os grupos tomam decisões, o simulador processa os dados e apresenta resultados como balanços, relatórios de mercado e indicadores de desempenho. Os participantes analisam os impactos das suas escolhas, ajustam estratégias e competem entre si, tudo em tempo real e sob pressão de prazo.</p>
<p>Mais do que um jogo, a experiência reproduz fielmente os dilemas que os gestores enfrentam nas organizações: informações incompletas, decisões interdependentes, concorrentes imprevisíveis e recursos limitados. É justamente por isso que os Business Games são tão eficazes no desenvolvimento de três habilidades fundamentais: visão sistêmica, tomada de decisões e trabalho em equipe.</p>
<h2>Visão Sistêmica: enxergar o todo antes de agir</h2>
<p>Um dos maiores aprendizados proporcionados pelos Business Games é a percepção de que cada decisão gera consequências em múltiplas dimensões da empresa e que essas consequências se espalham de forma não linear. Reduzir o preço de um produto pode aumentar o volume de vendas, mas pressionar a margem, sobrecarregar a produção e comprometer o fluxo de caixa. Uma contratação precipitada pode elevar custos fixos num momento de retração do mercado.</p>
<p>Essa interdependência entre as partes da empresa é o núcleo da visão sistêmica, e os simuladores empresariais são, por natureza, ferramentas de desenvolvimento dessa competência. Ao vivenciar os efeitos em cadeia de suas escolhas, os participantes aprendem a pensar de forma integrada: a considerar finanças, operações, marketing e pessoas não como silos isolados, mas como engrenagens de um mesmo sistema.</p>
<p>Para líderes e gestores em formação, essa perspectiva é absolutamente essencial. Organizações são sistemas adaptativos complexos, e as decisões de maior impacto são justamente aquelas que exigem uma leitura integrada do ambiente interno e externo.</p>
<h2>Tomada de Decisões: aprender fazendo, errando e corrigindo</h2>
<p>A habilidade de decidir bem sob pressão não se aprende em sala de aula. Ela se constrói pela experiência e, idealmente, em ambientes onde o erro tem custo pedagógico, não organizacional. É aí que os Business Games são insubstituíveis.</p>
<p>Nos simuladores mais modernos, os participantes não apenas lançam decisões: eles têm acesso a sistemas de apoio à decisão que permitem simular diferentes cenários antes de confirmar uma escolha. Isso desenvolve o raciocínio analítico, a capacidade de avaliar riscos e a habilidade de agir com assertividade mesmo diante da incerteza, característica central da liderança eficaz.</p>
<p>O ambiente competitivo dos Business Games acrescenta mais uma camada de complexidade: os resultados de cada empresa dependem não apenas das suas próprias decisões, mas das estratégias adotadas pelos concorrentes. Essa dinâmica replica com precisão o ambiente de mercado real, onde a inteligência competitiva e a adaptabilidade são diferenciais decisivos.</p>
<h2>Trabalho em Equipe: decidir junto é mais difícil do que parece</h2>
<p>Um Business Game não é uma experiência individual. Os participantes trabalham em grupos, o que transforma o simulador também num laboratório de desenvolvimento de competências interpessoais. Dividir responsabilidades, alinhar pontos de vista divergentes, construir consenso sob pressão de tempo e aprender a comunicar decisões com clareza fazem parte da dinâmica de jogo.</p>
<p>Equipes que desenvolvem processos de governança interna, com papéis definidos, rituais de análise e critérios claros de decisão, tendem a apresentar resultados superiores. Essa aprendizagem é diretamente transferível para o ambiente corporativo, onde o trabalho colaborativo é cada vez mais a norma, não a exceção.</p>
<p>A diversidade de perfis dentro de uma equipe também enriquece a experiência. Profissionais com formação em finanças, marketing, operações e RH contribuem com perspectivas complementares e aprendem a integrar esses olhares numa estratégia coerente. O jogo, assim, desenvolve não apenas competências técnicas, mas também a inteligência relacional e a capacidade de liderança coletiva.</p>
<h2>Business Games e Inteligência Artificial: aprender usando a ferramenta</h2>
<p>A relação entre os Business Games e a Inteligência Artificial vai muito além de qualquer recurso interno ao simulador. Há uma dimensão prática ainda mais imediata e igualmente transformadora: a IA como recurso externo de apoio ao aluno durante toda a experiência do jogo.</p>
<p>Plataformas como ChatGPT, Copilot e outros assistentes de IA generativa estão disponíveis para qualquer participante. Nos Business Games, elas encontram um terreno fértil de aplicação: análise de relatórios financeiros, interpretação de indicadores de mercado, comparação de estratégias, elaboração de cenários e revisão de decisões passadas. A quantidade de informação gerada a cada rodada de um simulador é considerável, e é exatamente aí que a IA pode ser uma aliada poderosa.</p>
<p>Mas há um ponto fundamental: a IA não trabalha por conta própria. Para extrair valor real dessas ferramentas, o aluno precisa saber o que perguntar, como contextualizar o problema, quais dados fornecer e como interpretar as respostas. Isso exige leitura atenta dos relatórios, raciocínio analítico e clareza sobre os objetivos estratégicos da equipe. Em outras palavras, a IA amplifica a capacidade de quem já está engajado e não substitui o esforço de pensar.</p>
<p>Essa dinâmica coloca o participante numa posição nova e altamente relevante para o mercado: a de alguém que aprende a trabalhar <em>com</em> a inteligência artificial, e não apenas sobre ela. Ao interagir ativamente com essas ferramentas durante o jogo, testando prompts, refinando perguntas e cruzando as respostas com a realidade do simulador, o aluno desenvolve na prática uma das competências mais exigidas pelas organizações hoje: a capacidade de usar IA como alavanca de decisão.</p>
<p>Assim, o Business Game deixa de ser apenas um simulador de gestão e passa a ser também um laboratório de letramento em IA. O aluno sai da experiência não só com mais habilidade para tomar decisões empresariais, mas com maior maturidade para navegar em um ambiente profissional onde a inteligência artificial já é parte do cotidiano e onde saber usá-la com discernimento é, cada vez mais, um diferencial competitivo.</p>
<h2>Conclusão: além da teoria, a experiência que transforma</h2>
<p>Um bom programa de MBA precisa equilibrar rigor acadêmico e vivência prática. Os Business Games representam, hoje, a metodologia mais eficaz para essa integração. Ao combinar simulação realista, pressão competitiva, trabalho em equipe e o uso ativo da Inteligência Artificial, eles criam um ambiente de aprendizagem que nenhuma sala de aula convencional consegue replicar.</p>
<p>Mais do que ensinar conceitos, os simuladores desenvolvem a capacidade de pensar sistemicamente, de decidir com assertividade e de liderar com colaboração. Em um mercado cada vez mais volátil, complexo e impactado pela IA, essas habilidades não são apenas desejáveis: são indispensáveis.</p>
<p>Os Business Games, portanto, não são apenas uma disciplina complementar nos cursos de MBA. São um laboratório de formação executiva e, com a Inteligência Artificial ao alcance de todos, esse laboratório acaba de ganhar uma nova e decisiva dimensão.</p>
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		<title>Jogos empresariais e IA: uma estratégia de diferenciação para cursos de administração e ciências contábeis na era da inteligência artificial.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 14:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos empresariais desenvolvem habilidades que a IA não substitui. Saiba como essa metodologia valoriza cursos de gestão no EAD e no presencial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de educação superior no Brasil nunca foi tão competitivo. Com a expansão do ensino a distância e a proliferação de instituições, cursos de Administração, Ciências Contábeis e áreas correlatas enfrentam um desafio crescente: como se destacar e entregar real valor ao aluno? Uma resposta cada vez mais adotada por instituições inovadoras é a incorporação dos <strong>jogos empresariais</strong> ao currículo e os resultados falam por si.</p>
<h2>O que são jogos empresariais?</h2>
<p>Jogos empresariais são simuladores de gestão de negócios que colocam os alunos no papel de gestores de empresas fictícias, mas em cenários que reproduzem fielmente a realidade do mercado. Os participantes precisam analisar dados financeiros e gerenciais, tomar decisões operacionais, táticas e estratégicas, lidar com concorrência, recursos humanos e incerteza, tudo isso em ambiente controlado e seguro para o aprendizado.</p>
<h2>Por que isso faz diferença no currículo?</h2>
<p>Cursos de gestão são historicamente criticados pelo excesso de teoria sem aplicação prática. Os jogos empresariais resolvem exatamente essa lacuna: permitem que o aluno vivencie situações reais antes mesmo de entrar no mercado de trabalho. Conceitos de contabilidade, finanças, marketing e estratégia deixam de ser abstratos e passam a ter consequências concretas dentro da simulação.</p>
<p>Além das competências técnicas (<em>hard skills</em>), o formato em equipes estimula habilidades igualmente valorizadas pelo mercado, como comunicação, trabalho colaborativo, liderança e resolução de conflitos, as chamadas <em>soft skills</em>.</p>
<h2>Diferenciação no EAD e no modelo presencial</h2>
<p>No ensino a distância, um dos maiores desafios é o engajamento. Os jogos empresariais são nativamente digitais e podem ser acessados de qualquer lugar com internet, o que os torna ideais para turmas EAD. Mais do que isso, criam um senso de pertencimento e competição saudável que aproxima alunos que jamais se encontrarão pessoalmente, transformando a experiência online em algo dinâmico e colaborativo.</p>
<p>No presencial, os jogos ganham ainda mais dimensão quando aplicados como torneios entre turmas, cursos ou até unidades de uma mesma instituição. Esse formato transforma o aprendizado em um evento institucional marcante, que eleva a percepção de inovação e qualidade do curso na visão do aluno.</p>
<h2>Impacto além da sala de aula</h2>
<p>A aplicabilidade dos jogos vai além do currículo regular. Instituições têm utilizado essa metodologia para cumprir as exigências de <strong>atividades de extensão</strong> do MEC, levando simulações a comunidades de microempreendedores e autônomos, com alunos atuando como tutores. Essa experiência enriquece a formação acadêmica ao mesmo tempo em que gera impacto social real.</p>
<h2>Jogos empresariais na era da Inteligência Artificial</h2>
<p>Vivemos um momento em que a Inteligência Artificial avança rapidamente e transforma a forma como trabalhamos, estudamos e tomamos decisões. Ferramentas de IA conseguem analisar dados, gerar relatórios, sugerir estratégias e até simular cenários de negócios com impressionante precisão. Diante disso, surge uma pergunta legítima: ainda faz sentido treinar estudantes com jogos empresariais?</p>
<p><strong>A resposta é não apenas sim, é mais do que nunca.</strong></p>
<p>A IA é uma ferramenta poderosa, mas ela opera sobre dados e padrões. O que ela não consegue reproduzir com maestria (ainda não&#8230; rsrs) é a complexidade do fator humano. Nos jogos empresariais, os estudantes não estão enfrentando um algoritmo: estão competindo contra outras equipes formadas por pessoas reais, com percepções, emoções, estratégias imprevisíveis e estilos de liderança distintos. Essa dinâmica é radicalmente diferente de consultar uma IA para obter uma resposta.</p>
<p>Na prática profissional, as decisões mais difíceis raramente são as que envolvem números, são as que envolvem pessoas. Negociar com um fornecedor resistente, motivar uma equipe em crise, reagir a um movimento inesperado de um concorrente ou convencer sócios a mudar de estratégia são situações que exigem inteligência emocional, escuta ativa, julgamento contextual e capacidade de adaptação. Nenhuma IA resolve isso pelo gestor.</p>
<p>Os jogos empresariais são, portanto, o ambiente ideal para desenvolver exatamente o que a IA não substitui. O aluno pode, e deve, usar ferramentas tecnológicas como apoio à análise e à tomada de decisão. Mas no momento em que a partida começa, ele estará diante de adversários humanos que também têm acesso às mesmas ferramentas. O diferencial será sua capacidade de pensar criticamente, trabalhar em equipe, lidar com pressão e fazer escolhas com informação incompleta &#8211; habilidades que só se desenvolvem na prática, com outros seres humanos.</p>
<p>Ao incorporar jogos empresariais ao currículo, as instituições de ensino preparam seus alunos não para um mundo sem IA, mas para um mundo <em>com</em> IA, onde o que vai diferenciar um profissional não é o acesso à tecnologia, mas a capacidade de usá-la com inteligência, ética e sensibilidade humana.</p>
<h2>Retenção, satisfação e reputação</h2>
<p>Do ponto de vista institucional, o resultado é claro: alunos mais engajados tendem a ter menor taxa de evasão, maior satisfação com o curso e se tornam promotores naturais da instituição. Em um setor onde a reputação é construída boca a boca e por avaliações online, oferecer uma metodologia diferenciada como os jogos empresariais pode ser o fator decisivo na escolha, e na permanência, de um aluno.</p>
<p>Investir em jogos empresariais não é apenas uma aposta pedagógica. É uma estratégia inteligente de posicionamento competitivo para instituições que querem se destacar em um mercado saturado, formando profissionais mais preparados e construindo uma identidade de ensino verdadeiramente inovadora.</p>
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		<title>Novo marco EAD 2025: Como Jogos de Empresas elevam a qualidade dos cursos online</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/novo-marco-ead-2025-jogos-de-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nova Política de Educação a Distância no Brasil, instituída pelo Decreto 12.456/2025, transforma o cenário dos cursos superiores online — exigindo mais interação, evidência de aprendizagem e metodologias ativas. Neste contexto, os jogos de empresas emergem como ferramentas poderosas para engajar estudantes, demonstrar desempenho e assegurar a qualidade exigida. O que mudou na EaD [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova Política de Educação a Distância no Brasil, instituída pelo Decreto 12.456/2025, transforma o cenário dos cursos superiores online — exigindo mais interação, evidência de aprendizagem e metodologias ativas. Neste contexto, os jogos de empresas emergem como ferramentas poderosas para engajar estudantes, demonstrar desempenho e assegurar a qualidade exigida.</p>
<h2>O que mudou na EaD com o Decreto 12.456/2025</h2>
<p>Em maio de 2025, o governo federal publicou o Decreto 12.456/2025, que define os novos formatos de oferta de cursos no ensino superior: presencial, semipresencial e EaD. Dentre as principais mudanças:</p>
<ul>
<li>Modalidade EaD exige mínimo de 20% da carga presencial ou síncrona mediada.</li>
<li>Modalidade semipresencial com no mínimo 30% presencial + até 50% EaD.</li>
<li>Provas presenciais obrigatórias mesmo na EaD.</li>
<li>Cursos como Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia ficam vedados à modalidade 100% EaD.</li>
<li>Mais rigor em metodologias, supervisão, tutoria e evidências de aprendizagem.</li>
<li>Essas mudanças elevam a régua de qualidade e exigem das instituições processos estruturados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Por que jogos de empresas são aliados do Novo Marco</h2>
<p>Jogos de empresas (business simulations) criam ambientes ativos onde estudantes tomam decisões, aprendem com erros, recebem feedback, e colaboram ou competem em cenários realistas. Por que isso é estratégico para adequação ao novo marco?</p>
<ul>
<li>Permitem atividades síncronas mediadas que somam à carga exigida.</li>
<li>Geram rastros digitais (logs, dashboards) que funcionam como evidência de aprendizagem.</li>
<li>Reforçam metodologias ativas, interação aluno-aluno e aluno-docente, conforme o decreto exige.</li>
<li>Estimulam competências de nível superior (ex: tomada de decisão, análise de dados, liderança) que elevam o perfil do egresso.</li>
</ul>
<h2>Como implementar simulações em cursos EaD e semipresenciais</h2>
<p>Para tornar os jogos de empresas parte integrante da metodologia, siga este roteiro estratégico:</p>
<ul>
<li>Seleção da plataforma/simulação – avalie custo, relatórios, acessibilidade.</li>
<li>Integração no PPC e no plano de ensino – deixe claro que “rodadas de simulação” fazem parte da carga, tutoria, avaliação.</li>
<li>Definição de momentos síncronos ou presenciais – encontro para “kick-off”, sessões mediadas, apresentação dos resultados.</li>
<li>Avaliação e evidência – use logs, decisões dos times, feedbacks, relatórios finais como parte da nota.</li>
<li>Relatórios institucionais – reúna dados das simulações para CPA, NDE, avaliação externa e revisão de qualidade.</li>
<li>Formação de tutores/mediadores – importante que o docente conheça a dinâmica e saiba mediar.</li>
<li>Comunicação ao estudante – explique o valor da simulação, as entregas, os critérios de avaliação e como isso contribui para a formação.</li>
</ul>
<h2>Benefícios para estudantes, instituições e avaliação do MEC</h2>
<p>Para <strong>estudantes</strong>: aumento no engajamento, aprendizado mais ativo e prático, desenvolvimento de competências essenciais para o mercado.<br />
Para <strong>instituições</strong>: melhor índice de retenção, maior qualidade percebida, documentação robusta para auditorias e visitas de avaliação.<br />
Para <strong>avaliação externa</strong> (Ministério da Educação/MEC): evidência de metodologias ativas, interação, tutoria, avaliação robusta e coerência entre perfil de egresso e atividades.<br />
Esses fatores ajudam sua instituição a se diferenciar e a manter conformidade com o Novo Marco.</p>
<h2>Checklist para coordenadores e NDE</h2>
<ul>
<li>O PPC menciona explicitamente “jogos de empresas” ou “simulações de negócio” como metodologia ativa?</li>
<li>As atividades de simulação foram programadas como síncronas ou presenciais, conforme a exigência mínima?</li>
<li>Os critérios de avaliação relacionados à simulação estão formalizados no plano de ensino?</li>
<li>Os relatórios da simulação estão sendo exportados e podem servir como evidência para auditoria?</li>
<li>Os docentes e tutores foram capacitados para mediar as simulações em EaD?</li>
<li>A comunicação ao aluno deixa claro o “porquê”, “como” e “quando” da simulação?</li>
</ul>
<h2>Dúvidas frequentes</h2>
<p>O Novo Marco permite curso 100% online?<br />
Não. Mesmo modalidade EaD exige ao menos 20% de carga presencial ou síncrona mediada, além de provas presenciais.</p>
<p>Jogos de empresas contam como carga presencial ou síncrona?<br />
Sim — quando realizados em sessões mediadas (online ou presenciais) podem ser usados para compor essa carga, desde que documentados.</p>
<p>O MEC exige plataformas específicas de simulação?<br />
Não. O decreto não lista metodologias específicas, mas exige qualidade, evidência de aprendizagem, tutoria e coerência pedagógica — o que jogos de empresas bem estruturados cumprem.</p>
<p>É muito caro adotar jogos de empresas?<br />
Na Simulare, por exemplo, o valor da licença de uso do software na modalidade clássica varia de R$ 30 a R$ 50 por aluno (para o semestre letivo inteiro). Além da licença, outro fator decisivo é o desenho pedagógico, integração e mediação &#8211; o jogo se encaixa na grade curricular? em qual disciplina? que professor que poderia conduzir?</p>
<h2>Referências</h2>
<p><a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2025/decreto-12456-19-maio-2025-797463-publicacaooriginal-175414-pe.html">Portal da Câmara dos Deputados &#8211; Decreto nº 12.456, de 19 de maio de 2025</a><br />
<a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/05/governo-federal-regulamenta-nova-politica-de-educacao-a-distancia">Gov.br &#8211; Governo Federal regulamenta Nova Política de Educação a Distância</a><br />
<a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/assinado-decreto-que-institui-a-nova-politica-de-ead">Gov.br &#8211; Assinado decreto que institui a Nova Política de EaD</a><br />
<a href="https://abmes.org.br/arquivos/documentos/FAQ-MARCO-REGULATORIO-EAD-2025-27-05-ATUALIZADO.pdf">Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) &#8211; Explicando o novo marco regulatório do EAD</a></p>
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		<item>
		<title>Atividade de extensão com jogos empresariais, uma ferramenta de transformação para microempreendedores.</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/atividade-de-extensao-com-jogos-empresariais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos desempenham um papel crucial como tutores nessa abordagem com jogos que enriquece a formação acadêmica e gera um impacto positivo na comunidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação superior no Brasil passa por um momento de transformação, com crescente ênfase na formação prática e na contribuição social dos acadêmicos. Como resposta a essa mudança, a aplicação de jogos empresariais em comunidades de microempresários e autônomos tornou-se uma alternativa inovadora para atender às demandas do Ministério da Educação (MEC) em relação às atividades de extensão.</p>
<p>Neste contexto, alunos universitários desempenham um papel crucial como tutores nessa abordagem única, que não apenas enriquece a formação acadêmica, mas também gera um impacto positivo nas comunidades.</p>
<h2>O Potencial Transformador dos Jogos Empresariais para Microempresários</h2>
<p>Os jogos empresariais são conhecidos por proporcionar um ambiente prático de aprendizado, simulando situações empresariais reais. Eles desafiam os participantes a analisar dados gerenciais, tomar decisões operacionais, táticas e estratégicas, lidar com recursos humanos, materiais e trabalhar em cenários de incerteza e risco.</p>
<p>Essas habilidades são fundamentais não apenas para o sucesso nos negócios, mas também para o desenvolvimento pessoal e a capacidade de lidar com desafios comuns enfrentados por microempreendedores em seu dia-dia.</p>
<h2>Envolvendo os alunos como tutores</h2>
<p>Em uma atividade de extensão, o envolvimento dos alunos como tutores é uma abordagem eficaz para a aplicação dos jogos empresariais. Os alunos, com seu conhecimento acadêmico em áreas como administração, economia, finanças e empreendedorismo, desempenham um papel de liderança na organização e facilitação dos conteúdos e jogos. Além disso, eles atuam como mentores e modelos para os participantes, demonstrando a importância da educação superior e da aplicação prática dos conceitos acadêmicos.</p>
<p>Os alunos seriam responsáveis pela condução total do projeto, desde sua elaboração inicial, projetando cronograma, quantidade de participantes, definindo o público-alvo, passando pela captação e convencimento dos participantes e chegando até a aplicação do jogo e conteúdos relevantes para os microempreendedores.</p>
<p>O professores seriam os orquestradores da atividade. Ficariam responsáveis por ajudar os alunos durante as etapas iniciais, de execução e finais do projeto, oferecendo apoio didático, técnico e monitorando as participações e resultados.</p>
<h2>A Importância das atividades de extensão para o MEC</h2>
<p>O MEC reconhece a relevância das atividades de extensão no ensino superior, que visam promover a interação entre a instituição de ensino e a sociedade, contribuindo para o desenvolvimento local e regional.</p>
<p>Os jogos empresariais aplicados em comunidades, especialmente aquelas mais carentes de informação, são uma forma eficaz de cumprir esse propósito, proporcionando não só experiências inovadoras e envolventes, que vão além das salas de aula, mas também permitindo uma troca muito rica de informações entre aluno e microempreendedor, um mostrando a realidade nua e crua e outro apresentando possibilidades de melhorias a partir do conhecimento acadêmico unido ao jogo, como ferramenta de consolidação e prática do conhecimento.</p>
<h2>Benefícios para os microempreendedores e desafios futuros</h2>
<p>Fica evidente que os benefícios dos jogos empresariais não se limitam aos alunos. Os microempreendedores, ao se envolverem em simulações empresariais, têm a oportunidade de adquirir conhecimentos práticos e habilidades que podem ser aplicados em suas vidas pessoais e profissionais.</p>
<p>Além disso, os jogos promovem o trabalho em equipe, a tomada de decisões baseada em dados financeiros e econômicos e o pensamento crítico, fortalecendo a capacidade do empreendedor de enfrentar seus diversos desafios diários.</p>
<p>Embora a aplicação de jogos empresariais em comunidades ofereça inúmeros benefícios, há desafios a serem superados. A mobilização das pessoas, de recursos e a garantia de acessibilidade e a adaptação às necessidades específicas de cada comunidade são questões que exigem atenção.</p>
<p>A participação e o envolvimento dos microempreendedores dependerá muito da abordagem dos alunos, por este motivo, deve-se dar muita atenção na estratégia de captação dos participantes.</p>
<p>À medida que essa abordagem inovadora se expande, surgem oportunidades para estabelecer parcerias com organizações locais, desenvolver materiais personalizados e criar modelos sustentáveis para a continuidade do programa.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais para microempreendedores em comunidades locais, com alunos universitários atuando como tutores, representa uma alternativa valiosa para atender às exigências de atividades de extensão do MEC. Essa abordagem única não apenas enriquece a formação acadêmica dos alunos, mas também gera um impacto positivo nas comunidades, capacitando os participantes com uma abordagem prática, onde tomam decisões reais, mas em um cenário controlado.</p>
<p>À medida que essa prática se desenvolve, o potencial transformador dos jogos empresariais na sociedade é grande, criando uma ponte sólida entre a educação superior e o desenvolvimento social.</p>
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		<item>
		<title>Jogos empresariais como Torneio Interno: promovendo aprendizado em um evento institucional</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/jogos-empresariais-como-torneio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolas, faculdades e universidades estão constantemente buscando maneiras de tornar a experiência educacional mais envolvente e relevante para os alunos como uma forma de se destacar frente à difícil concorrência atual. Uma das abordagens inovadoras adotadas por muitas instituições é a realização de jogos empresariais entre turmas e unidades distintas do mesmo grupo educacional, transformando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolas, faculdades e universidades estão constantemente buscando maneiras de tornar a experiência educacional mais envolvente e relevante para os alunos como uma forma de se destacar frente à difícil concorrência atual.</p>
<p>Uma das abordagens inovadoras adotadas por muitas instituições é a realização de jogos empresariais entre turmas e unidades distintas do mesmo grupo educacional, transformando o aprendizado em um grande evento institucional, um grande desafio.</p>
<p>Neste post, quero falar um pouco sobre como a aplicação de jogos empresariais em universidades se tornou um evento significativo para os alunos, promovendo uma competição saudável, aprendizado prático e colaboração.</p>
<h2>Jogos empresariais como um catalisador no ensino</h2>
<p>Nos últimos anos, os jogos empresariais se tornaram uma ferramenta valiosa para o ensino superior, em especial. Essas simulações permitem que os alunos experimentem situações do mundo real em um ambiente controlado, desenvolvendo habilidades essenciais para suas futuras carreiras.</p>
<p>O que torna isso tudo ainda mais emocionante é a transformação desses jogos em um grande torneio entre turmas e cursos. Em vez de simplesmente integrar os jogos empresariais no currículo, as universidades estão adotando uma abordagem mais abrangente, organizando competições entre um grupo maior de alunos de diversas fases, cursos e unidades da instituição. Essas competições não apenas despertam o interesse dos alunos, mas também proporcionam benefícios significativos em soft e hard skills.</p>
<h2>Promovendo uma competição saudável</h2>
<p>A competição é uma parte fundamental da natureza humana. Quando canalizada de forma saudável, pode ser uma poderosa ferramenta motivadora. Os jogos empresariais trazem essa competição para o ambiente acadêmico de maneira inovadora, gamificada e construtiva.</p>
<p>Ao competirem em equipes, os alunos desenvolvem habilidades de trabalho em equipe, comunicação e resolução de conflitos (soft skills). Além disso, a competição os incentiva a se superarem, a buscar o conhecimento entre as diversas áreas estudadas e a aplicar suas habilidades de forma mais eficaz, resultando em um aumento na motivação e no comprometimento com o aprendizado.</p>
<h2>Aprendizado prático e relevante</h2>
<p>Uma das vantagens dos jogos empresariais é a oportunidade de aplicar conceitos teóricos em situações do mundo real. Essa aplicação prática torna o aprendizado mais significativo e memorável para os alunos. Quando os jogos empresariais são organizados como eventos, os estudantes têm a chance de competir em cenários de negócios simulados, tomando decisões críticas e enfrentando desafios semelhantes aos que encontrarão em suas futuras carreiras.</p>
<p>Além disso, esses eventos podem envolver a participação de empresas reais como parceiras ou apoiadores, proporcionando aos alunos a oportunidade de interagir com profissionais do setor e ganhar insights valiosos sobre o mercado real.</p>
<h2>Colaboração e networking</h2>
<p>Os jogos empresariais não se limitam apenas à competição entre os alunos; eles também promovem a colaboração e o networking. Os estudantes são frequentemente incentivados a trabalhar em equipes multidisciplinares com pessoas que nunca viram antes, o que reflete a diversidade de habilidades e perspectivas encontradas no mundo real dos negócios.</p>
<p>Além disso, esses eventos muitas vezes envolvem júris compostos por professores e profissionais da área, proporcionando aos alunos a oportunidade de receber feedback construtivo e orientação de especialistas. Isso cria conexões valiosas que podem ser benéficas ao longo de suas carreiras.</p>
<h2>Elevando a qualidade do aprendizado</h2>
<p>A aplicação de jogos empresariais em universidades como um torneio é uma abordagem inovadora e eficaz para o ensino superior. Ao promover a competição saudável, o aprendizado prático e a colaboração, esses eventos enriquecem a experiência educacional dos alunos, preparando-os melhor para enfrentar os desafios do mundo dos negócios.</p>
<p>À medida que as universidades adotam essa abordagem, é essencial continuar refinando e expandindo esses eventos para garantir que eles atendam às necessidades dos alunos, da instituição e do mercado de trabalho em constante evolução.</p>
<p>Fica evidente, no meu ponto de vista, que os jogos empresariais, aplicados como uma grande competição, têm o potencial de elevar o aprendizado a um novo patamar, proporcionando aos alunos uma dinâmica mais completa, integrativa, desafiadora e muito envolvente, chegando muito próximo ao que os participantes vivenciariam em um ambiente real de negócios. Por esses aspectos a metodologia acaba aumentando a percepção do aluno quanto à inovação e à qualidade do ensino da instituição que está promovendo o evento.</p>
<p>A <a href="https://simulare.com.br">Simulare</a> hoje presta esse tipo de consultoria e ajuda universidades a criarem estes eventos a partir dos nossos jogos empresariais. Se você tem interesse em conhecer um pouco, entra em contato com a gente =)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Créditos<br />
<a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/imagem-de-uma-bela-dama-de-oculos-ouvindo-seu-parceiro-ou-colega-empresaria-trabalhando-no-laptop-no-restaurante-ou-cafe_23477914.htm#query=students%20business&amp;position=29&amp;from_view=search&amp;track=ais" class="broken_link">Imagem destacada de LipikStockMedia</a> no Freepik<br />
Conteúdo escrito por Tiago Rodrigo Piccinin</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Modelo híbrido de ensino ganha maior engajamento com os jogos empresariais</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/modelo-hibrido-de-ensino-ganha-maior-engajamento-com-os-jogos-empresariais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Nov 2021 18:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja como os jogos empresariais podem aumentar o engajamento dos alunos no ensino híbrido, que veio para ficar.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/modelo-hibrido-de-ensino-ganha-maior-engajamento-com-os-jogos-empresariais/">Modelo híbrido de ensino ganha maior engajamento com os jogos empresariais</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o mundo passa por momentos turbulentos, a tecnologia tem se mostrado uma solução amigável e, mais do que isso, possível. Foi o que ficou evidente com as aulas remotas ou o trabalho em regime de home office. A distância física, que antes seria um importante obstáculo, hoje pode ser superada com o auxílio da tecnologia.</p>
<p>Graças a internet e às <a href="https://simulare.com.br/blog/dicas-para-aulas-de-jogos-empresariais-no-ead/">soluções de videochamadas</a>, foi possível flexibilizar o modo como ensinamos ou trabalhamos. E, conforme as atividades vão se normalizando, o modelo híbrido tem se mostrado uma excelente escolha para esse período de adaptação. Tanto o ensino quanto o trabalho ganham ao permitir que as pessoas possam estar presentes de maneira física ou remota &#8211; ou, até mesmo, intercalando entre as duas situações.</p>
<p>Porém, é indispensável garantir que a experiência e o aprendizado de todos siga de maneira satisfatória e eficiente sem prejudicar o rendimento de nenhuma das partes. Para esse tipo de situação, recomendo o uso dos <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">jogos empresariais</a>, que são uma ótima ferramenta para a prática e o aprimoramento da gestão de negócios.</p>
<p>Os jogos empresariais (ou simulador de gestão de negócios) proporciona aos participantes, normalmente alunos de graduação, pós e cursos técnicos ou treinamentos in-company, um aprendizado contínuo e mensurável, com a missão de administrar empresas simuladas.</p>
<p>Por ser totalmente online e não exigir que sejam feitas instalações para rodar, os jogos podem acontecer com participantes em qualquer lugar do globo com acesso a internet. Eles são, normalmente, reunidos em equipes de 3 a 5 integrantes. As empresas competem entre si durante um período que pode variar de algumas horas a meses. O tempo vai depender da dinâmica e da didática adotada.</p>
<p>Além disso, inúmeros cenários, dos mais simples aos mais complexos, podem ser ofertados aos jogadores, que irão se desenvolver em diversos aspectos, como perceber e analisar o todo, desenvolver estratégias, aprender a trabalhar em equipe, tomar decisões conjuntas e muito mais.</p>
<p>Sendo então os jogos empresariais uma maneira divertida e engajadora de unir pessoas em processo de aprendizagem contínua. Não importando, portanto, se elas estão distantes geograficamente ou que não possuam uma rotina diária conjunta &#8211; como é comum acontecer no processo híbrido de educação ou trabalho.</p>
<p>Outra vantagem é que os jogos podem acompanhar planos de ensino que envolvam a divisão das turmas, intercalando quando cada aluno estará fazendo suas tarefas de modo remoto ou presencial. Assim, a sinergia entre os estudantes ou colegas de trabalho segue sendo fortalecida, mesmo que os seus cronogramas não coincidam. Até mesmo colegas que não se conhecem presencialmente podem se tornar grandes parceiros em busca de objetivos em comum.</p>
<p>Por entregar aprendizados mais dinâmicos, os jogos empresariais também garantem que os jogadores estarão mais dispostos a se desafiarem e persistirem para atingir bons resultados. Como consequência, os envolvidos adquirem um conhecimento duradouro, capaz de manter o aluno ou colaborador a seguir com os seus estudos ou posto de trabalho. Essa pode ser uma valiosa maneira de não apenas capacitar alunos e equipe, mas também de reter esses talentos já lapidados. Uma vantagem notável em tempos tão incertos.</p>
<p>Outro desafio comum na hora de gerir equipes que trabalham ou estudam de maneira híbrida é avaliar e mensurar os aprendizados obtidos. Porém, os jogos empresariais permitem que diversos relatórios contábeis e gerenciais sejam emitidos, garantindo uma análise minuciosa do desempenho de cada participante.</p>
<p>Ao que tudo indica, o modelo híbrido de estudos e trabalhos tem seu lugar garantido no futuro. Portanto, faço o convite para que você conheça e descubra todas as possibilidades que os jogos empresariais poderão trazer para a sua instituição. Da gamificação do processo de aprendizagem até novas maneiras de se avaliar performances, sem dúvidas os jogos poderão ser um excelente aliado ao unir e mesclar experiências que acontecem de modo remoto e presencial. Uma oportunidade e tanto para englobar diversos modos de se ensinar e aprender, sem deixar o lúdico e o social de lado.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/modelo-hibrido-de-ensino-ganha-maior-engajamento-com-os-jogos-empresariais/">Modelo híbrido de ensino ganha maior engajamento com os jogos empresariais</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
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		<title>Jogos empresariais: o que o professor ganha com isso?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 17:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Gamificação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias de Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relato de professor sobre a utilização dos jogos empresariais em sala de aula</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um professor não é &#8211; e não pode ser! &#8211; um mero reprodutor de conceitos. O professor é uma das pessoas mais importantes na formação de qualquer cidadão e, assim sendo, ele deve agir como um mediador de conhecimentos, repassando aos seus alunos aquilo que ele já aprendeu.</p>
<p>Assim como qualquer outra profissão, o professor também precisa se adaptar e &#8216;evoluir&#8217; de acordo com as demandas da sociedade. Isso não quer dizer que o professor precisa ensinar outras coisas e sim que o professor precisa ensinar de outras maneiras. Essa é uma realidade e, mesmo que torçamos o nariz para isso, é algo que já acontece desde que o homem é homem: mimeógrafo, data-show, powerpoint, quadro negro, quadro verde, quadro branco, quadro de vidro… A sala de aula vai se transformando e o professor também.</p>
<p>Com o advento da crescente tecnologia e do incessante acesso à informação, os professores precisam se reinventar a fim de que acompanhem a velocidade de atividades e de pensamento que os jovens são capazes de fazer. Você pode ser um <em>showman</em>, mas a sua aula, ainda assim, precisa ser dinâmica, porque, com a quantidade de informações que os jovens têm na palma da mão e com as inúmeras ferramentas disponíveis a qualquer momento, você precisa que a sala de aula seja quase imbatível.</p>
<p>Nesse sentido, os professores podem &#8211; e devem! &#8211; utilizar essa revolução tecnológica a seu favor e hoje vou contar para vocês da percepção de um professor ao usar os jogos empresariais como um aliado em cursos como administração e ciências contábeis.</p>
<h2>É bom jogar?</h2>
<p>As faculdades de negócios têm, em sua grande maioria, uma grade curricular bastante teórica, o que gera um pouco mais de dificuldade em “inovar”. As disciplinas, por si só, não são pensadas/projetadas para que sejam feitos “laboratórios”, dissociando a possibilidade de estreitar a teoria da prática.</p>
<p>No entanto, os simuladores empresariais têm trazido uma nova percepção para esses cursos. O primeiro passo é entender que os jogos empresariais consistem em um simulador no qual os participantes simulam a gestão de uma empresa em um ambiente competitivo e interativo. A partir disso, os participantes tomam decisões do negócio com base na teoria, no contexto econômico e social apresentado, nos relatórios e notícias e em gráficos gerenciais.</p>
<p>Em Florianópolis, a professora Nathália Laffin, que ministra aulas nos cursos de administração e ciências contábeis, utilizou o Simulare para diversificar a sua forma de atuação em sala de aula e, a partir de agora, ela vai contar para vocês a experiência dela &#8211; desde a capacitação até a análise depois de alguns períodos de aplicação.</p>
<h2>Sobre a capacitação</h2>
<p>O primeiro passo para aprender a utilizar os jogos empresariais é a capacitação oferecida pela empresa. No caso da <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">Simulare</a>, quem fez essa capacitação foi a Marina e o conhecimento dela sobre o sistema e sobre todas as variáveis que ele apresenta nos deixa super à vontade. Além de uma boa didática, os materiais que acompanham a capacitação facilitam muito o aprendizado.</p>
<p>A capacitação nos ajuda a conhecer o sistema, a entender como cada um dos setores é pensado e como as decisões tomadas vão impacta-los. A leitura prévia do material é fundamental para que se possa acompanhar a capacitação e o “teste” também é bastante importante para que possamos entrar no “espírito” do jogo.</p>
<p>Assim como os professores têm uma capacitação, é fundamental que eles façam essa capacitação com seus alunos. O uso de uma “rodada teste” é o fechamento perfeito para a capacitação, pois é a ilustração do que o sistema oferece: aprender na prática.</p>
<h2>As rodadas de simulação</h2>
<p>A primeira vez é inesquecível. E a gente pode até ficar tão perdido quanto os alunos. Mas essa é uma das grandes virtudes dessa nova experiência: nos desafiarmos e percebermos que nossa capacidade de aprender coisas novas é incrível. Os alunos vão descobrindo o sistema e testando os resultados a partir das diferentes escolhas.</p>
<p>O resultado da rodada é interessante, pois eles percebem que as decisões de cada uma das equipes impacta o cenário geral e, assim, uma decisão de preço de venda, por exemplo, pode se mostrar mais ou menos acertada. Esse resultado é interessante para que os alunos compreendam que o mercado é bastante dinâmico e competitivo. O feedback trazido pelo próprio sistema (e que fica disponível apenas para os professores) é um plus, pois auxilia na visualização de quais estratégias e quais decisões pesaram mais nos resultados da empresa.</p>
<p>Na segunda rodada, já estamos mais adaptados e começamos a visualizar com mais facilidade a composição dos resultados de cada uma das equipes. O professor amadurece a cada uma das rodadas e, ao longo da simulação, ele consegue compreender cada uma das decisões dos alunos e o processo fica mais dinâmico.</p>
<h2>Um professor também aprende quando ensina?</h2>
<p>Paulo Freire já disse: “quem ensina aprende ao ensinar”. O aprendizado não é um processo único e em linha reta. Ele é construído de diferentes maneiras e a partir de diferentes perspectivas. As percepções de cada pessoa são singulares e, por isso, cada um tem o seu ritmo de aprendizagem. Todo dia, nossas experiências se refletem em nossas vidas e nossos olhares conseguem enxergar algo mais. Assim sendo, o próprio professor, no papel de responsável por transmitir e mediar conhecimentos, aprende com aquilo que ensina.</p>
<p>Nos jogos empresariais, não é diferente. O simulador é projetado para trazer resultados a partir de cada uma das decisões tomadas e as teorias levam apenas até um caminho: aquele de dizer como tal caminho deve ser percorrido. No entanto, as estratégias definidas pelos alunos a partir daquilo que enxergam como mais adequado é que mostram o caminhar. E, em cada uma das etapas do simulador, os professores têm a chance de aprender um pouco com as percepções empresariais de seus alunos: suas estratégias, suas decisões e os impactos disso no jogo.</p>
<p>Como o jogo foi aplicado pela primeira vez durante a pandemia do coronavírus, o desenvolvimento das dinâmicas de aula foram todas online. Dessa forma, criamos “salas online” com cada uma das equipes para auxiliá-las no processo decisório e, depois, para apresentar o feedback com os resultados. Essa interação entre professor e aluno é bastante enriquecedora e permite que ambos vislumbrem novas percepções e formas de enxergar a empresa, o mercado e as decisões.</p>
<h2>Benefícios da utilização do jogo</h2>
<p>A aplicação de um jogo de empresa nas faculdades de negócios tem inúmeros benefícios e o principal deles é de estreitar as relações entre a teoria e a prática. Com a dinâmica do jogo, os alunos conseguem visualizar o conteúdo advindo dos livros e compreende como as decisões impactam nos resultados.</p>
<p>Além disso, o fator retenção de atenção é um ponto forte da gamificação, pois os alunos gostam da novidade e se mostram mais interessados pela disciplina durante todo o semestre. As interações entre os alunos também aumentaram, o que propicia uma melhora na capacidade de diálogo e de discussões entre eles &#8211; e entre os professores envolvidos.</p>
<p>Outro aspecto importante é a interdisciplinaridade trazida pelo jogo, que permite com que os alunos utilizem conteúdos de diferentes disciplinas para a tomada de decisão. Por último &#8211; e, talvez, mais importante &#8211; é possível enxergar, também, é o rendimento dos acadêmicos após a aplicação das rodadas de simulação: a acepção da teoria como fonte de recurso para a vida prática.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A necessidade de novas estratégias para as salas de aula é indiscutível: tornar o ambiente acadêmico um local convidativo e dinâmico é uma demanda para os professores. O que pudemos visualizar neste artigo é que o uso de um simulador gerencial é extremamente benéfico para o processo de ensino-aprendizagem e que o professor, como mediador dessa simulação, é também beneficiado: ele aprende ao ensinar e cria um ambiente onde os alunos podem vincular a teoria à prática &#8211; além, claro, de criar um ambiente de dinamismo e e de inovação para a sua disciplina.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ligando as partes: como o uso da visão sistêmica torna a gestão empresarial mais eficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 12:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes/Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda um pouco mais sobre o uso da visão sistêmica no processo de gestão empresarial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que falamos em empreender, ouvimos frases de que esse é um processo muitas vezes doloroso, mas se bem executado, bem recompensador. Theodore Roosevelt, ex-presidente dos Estados Unidos da América, um dia disse: “faça o que você pode, com o que você tem, onde você estiver” &#8211; e essa se tornou uma das grandes frases impulsionadoras para empreendedores. Gerir uma empresa é andar em corda bamba, cuidando com todos os aspectos dela para que o sucesso seja alcançado. E como a gente está aqui para facilitar a sua vida, neste artigo você vai aprender um pouco mais sobre o uso da visão sistêmica no processo de gestão empresarial.</p>
<h2>Gestão empresarial e visão sistêmica</h2>
<p>A gestão empresarial é o movimento de organizar os diferentes setores de uma empresa para que essa empresa consiga “girar” da melhor forma possível: com dinamismo e eficiência. No entanto, não é uma tarefa simples! Cada vez mais, os gestores empresariais precisam ter características multifacetadas para que possam entender a empresa como um todo e conseguir organizá-la. Nessa perspectiva, o uso da visão sistêmica é um grande aliado.</p>
<p>Para compreender a importância da visão sistêmica, vamos lembrar o que ela representa? O termo “sistêmico” significa, no dicionário, algo “capaz de afetar inteiramente um organismo; generalizado”. Ou seja, refere-se a uma ideia de abrangência e completude. A visão sistêmica corresponde, portanto, à visão da empresa como um todo: analisando todo o seu cenário &#8211; agentes e situações &#8211; e alinhando as demandas em prol de uma melhor dinâmica de trabalho.</p>
<p>Para entender como a visão sistêmica pode auxiliar na gestão, vamos, primeiramente, entender quais as rotinas de cada um dos principais subsistemas (setores) de uma empresa: compras, fabricação, marketing e recursos humanos.</p>
<ul>
<li>No setor de compras, temos dois pontos importantes: a) a compra e venda de imobilizados, definindo se haverá ou não investimentos em prédios, salas, veículos, máquinas etc; b) a compra de insumos: a quantidade de insumos que pretende adquirir, de qual fornecedor e qual a forma de pagamento que irá optar.</li>
<li>No setor de marketing, estrutura-se desde a escolha de preço de venda, perpassando a escolha das inserções de propaganda, até a estimativa de vendas e escolha das formas de pagamento até .</li>
<li>No setor de fabricação, a escolha de quais e quantos produtos irá fabricar.</li>
<li>No setor de recursos humanos, define-se a escolha de quantas pessoas deseja contratar, quais as decisões de demissões, qual o ritmo de trabalho (se vai demandar horas extras ou não), escolha de concessão de férias coletivas ou não.</li>
<li>E no setor de finanças, são avaliadas quais as opções bancárias disponíveis para a empresa, como financiamento de imobilizado, empréstimos de giro, antecipação de recebíveis, aplicações financeiras etc.</li>
</ul>
<p>Agora que verificamos exemplos de decisões e rotinas dos diferentes subsistemas de uma empresa, começamos a compreender e conhecer como eles funcionam. Esse é o principal ponto de partida para a gestão com base na visão sistêmica: conhecer cada um dos processos para, então, vislumbrar o todo.</p>
<p>Compreendendo e conhecendo os diferentes subsistemas de uma empresa, começa a ser mais factível a visão do todo e, assim, tomar decisões. Para colocar em prática a visão sistêmica, o gestor precisa encontrar uma forma de organizar a empresa como se ela fosse um único sistema todo integrado: as partes precisam se conectar.</p>
<p>Assim, o gestor precisa manter um diálogo constante com toda a equipe e também com os seus fornecedores e clientes. Esse contato direto é chamado de inter-relação entre as partes e essa inter-relação é o elo que se deve observar. Quando se trabalha com dinâmicas de inter-relação, é necessário perceber que mudanças em um subsistema impactam outro subsistema &#8211; portanto, elas não podem ser realizadas de qualquer forma.</p>
<p>Agora, inspirados nos nossos <a href="http://simulare.com.br/jogo_de_empresas_sobre/">jogos de empresas</a> e nas olímpiadas, vamos imaginar uma empresa que produz e comercializa Skates.</p>
<p>O setor de marketing vai estudar o mercado no qual a empresa está inserida e vai definir a estimativa de vendas. Com base nisso, a empresa vai organizar a quantidade de insumos que pretende adquirir e, caso necessário, a decisão de compra de novos imobilizados para a produção. Essa compra de insumos estará, também, alinhada com o setor de finanças, que avaliará as melhores propostas e disponibilidades de recursos para essa transação. O setor produtivo (fabricação) só poderá se organizar a partir da disponibilidade de insumos &#8211; ou seja, super alinhado com os demais setores. O setor de recursos humanos, por sua vez, também se alinhará aos demais setores, pontuando a quantidade e a forma com que os colaboradores trabalharão.</p>
<p>Imagine que o setor de recursos humanos concede férias a 50% do pessoal que trabalha no setor produtivo justo no mês em que o setor de compras adquire novos insumos e novas máquinas: teremos custos de compras e maquinário parado, pois não há mão de obra o suficiente para produção. Ou seja: um período de gastos sem que a produção se alinhe às expectativas.</p>
<p>Perceba, portanto, que a mudança em um dos elementos desse sistema, afetará todos os demais sistemas. E é assim que a visão sistêmica atua: analisando o todo para que os subsistemas funcionem com excelência.</p>
<p>A visão sistêmica não é desenvolvida do dia para a noite, é necessário que o gestor tenha bastante experiência para conseguir colocar em prática, mas ela é possível sempre que esse gestor buscar entender o negócio como um todo. Uma forma bastante interessante de desenvolver habilidades de visão sistêmica é o uso de softwares de simulação gerencial. A partir de dinâmicas criadas por um sistema, você é capaz de tomar decisões que envolvem todos os setores de uma empresa e, com essas decisões, avaliar quais seriam os resultados em um cenário simulado. Essa é uma forma incrível de refinar seus conhecimentos e habilidades.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Nesse artigo você pôde entender como a visão sistêmica auxilia no processo de tomada de decisão das empresas. Você aprendeu que a visão sistêmica é a capacidade de vislumbrar o cenário completo que envolve uma empresa e, a partir disso, analisar todos os agentes e todas as situações que fazem parte das rotinas de um negócio. A partir da ideia de visão sistêmica é possível compreender que, apesar de os setores de uma empresa trabalharem com coisas distintas, quanto mais alinhadas as decisões que os envolvem estiverem, mais chances de sucesso &#8211; e esse é o principal aspecto do uso da visão sistêmica na gestão empresarial.</p>
<p>Curtiu nosso texto? Já aplica ou tenta aplicar a gestão empresarial com base na visão sistêmica?</p>
<p>Deixe seu comentário aqui pra gente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Metodologias ativas: sala de aula invertida</title>
		<link>https://simulare.com.br/blog/sala-de-aula-invertida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 11:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia na Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sala de aula invertida é um modelo de metodologia ativa  onde os alunos aprendem o conteúdo antes de o professor ensiná-los! Veja mais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não ouviu a expressão “esse mundo está de cabeça para baixo”, não experimentou viver no último ano: estamos passando por uma pandemia que mudou a vida de todos! E na vida acadêmica, isso também tem acontecido. Uma expressão voltou a ser bastante pesquisada e discutida nesse meio, a sala de aula invertida. Você conhece?</p>
<p>Se você nunca ouviu falar no assunto, fique tranquilo, nesse post nós vamos te explicar o que é a sala de aula invertida e quais os seus benefícios.</p>
<h2>O que é a sala de aula invertida ?</h2>
<p>A sala de aula invertida é um modelo de metodologia ativa que surgiu na década de 90 a partir de pesquisas realizadas nas universidades americanas de Harvard e Yale. Já nos anos 2000, Baker apresentou esse modelo como uma forma inovadora com o título flipped classroom field guide &#8211; ou flipped classroom!</p>
<p>Nessa metodologia, os alunos aprendem o conteúdo antes de o professor ensiná-los! Isso mesmo, no modelo de sala de aula invertida, a aprendizagem ocorre de forma diferente da qual estamos habituados: o professor separa alguns materiais para os alunos (textos, artigos, vídeos, filmes, podcasts, etc) sobre o tema e envia para os alunos. Os alunos devem, então, estudar esse conteúdo por conta própria. Depois disso, os alunos interagem com o professor, que traz o conteúdo e a discussão para a sala de aula.</p>
<h2>Como fazer a sala de aula invertida?</h2>
<p>Para aplicar a metodologia da sala de aula invertida, tem-se o flipped classroom field guide, que é um compilado de práticas sugeridas. O primeiro passo, com certeza, é o planejamento &#8211; tal qual ocorre nas metodologias mais comuns.</p>
<p>Depois disso, o professor deve pesquisar o material de fontes confiáveis que irá sugerir aos alunos e deverá estar atualizado nas novidades relacionadas à tecnologias disponíveis para o aprendizado. Depois disso, deve instrui-los à leitura e à imersão no conteúdo, explicando o que é a metodologia e como funcionará a dinâmica de aprendizado.</p>
<p>Mesmo havendo muitas maneiras de implementar a sala de aula invertida, estudos mostram que as mais bem sucedidas são aquelas que apresentam maneiras criativas de aumentar o tempo de envolvimento do aluno,</p>
<p>Dessa forma, é importante que, em sala de aula, haja a realização de atividades que envolvam uma quantidade significativa de questionários, discussões entre os alunos, resolução de problemas e outras atividades de aprendizagem ativa.</p>
<p>Essas atividades forçam os alunos a recuperar, aprofundar e aplicar o que foi aprendido fora da sala de aula. Como elemento importante do processo, nessas dinâmicas, os alunos recebem feedback em tempo real. Essa é uma oportunidade valiosa de aprendizado para os alunos. Portanto, crie amplas possibilidades para esses intercâmbios &#8211; seja entre alunos e/ou entre alunos e professor.</p>
<p>Destaco aqui que essas atividades devem usar o material trabalhado fora de sala de aula, mas não devem apenas repeti-los! E, para que haja sucesso, é necessário que as dinâmicas em sala de aula sejam bem planejadas e estruturadas.</p>
<h2>Influência da tecnologia da informação na sala de aula invertida</h2>
<p>É sabido que a tecnologia da informação é uma grande aliada ao processo de ensino. Ao passo que trazem muitas distrações aos estudantes, as ferramentas tecnológicas promovem, também, ambientes diferentes e interativos de aprendizagem.</p>
<p>Com a ajuda da tecnologia, os alunos podem produzir e interagir com conteúdos gerados por outros e por eles mesmos de diferentes maneiras. O professor instrutor deve incentivar os alunos a usarem sua criatividade na maneira como compartilham e interagem esse conteúdo.</p>
<p>É importante lembrar, no entanto, que nem todos os alunos têm acesso a tecnologias básicas &#8211; como computadores bons ou internet com alta velocidade. Ciente disso, certifique-se também que os alunos entendam a tecnologia antes de pedir que eles a utilizem!</p>
<p>E você, como professor, não pense que a tecnologia irá reduzir o tempo dedicado às atividades na metodologia de sala de aula invertida. Muitos professores relatam investir mais tempo em suas disciplinas &#8211; pelo menos no início do processo, em razão da criação de atividades. Não é a tecnologia que vai impulsionar o sucesso dessa aprendizagem combinada e, sim a pedagogia envolvida.</p>
<h2>Vantagens e desvantagens da sala de aula invertida</h2>
<p>Você já viu que a sala de aula invertida é uma metodologia que busca fazer o aluno como responsável pelo primeiro conteúdo com um novo tema. Dessa forma, na maioria das salas de aula invertidas, os alunos compreendem o conteúdo fora da classe e participam de atividades de aprendizagem engajadas dentro da classe.</p>
<p>Essa metodologia é importante no processo de ensino-aprendizagem pois permite que os professores envolvam seus alunos com práticas de aprendizagem baseadas em evidências que podem melhorar significativamente os resultados dos alunos.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma forma de trazer o aluno como expoente de seu conhecimento e que tem caído no gosto dos estudantes, pois eles podem acompanhar o conteúdo de acordo com seu ritmo e a partir de fontes que têm mais afinidade (eu, por exemplo, aprendo lendo, mas o meu irmão tem mais facilidade em aprender vendo vídeos).</p>
<p>Entretanto, existem algumas desvantagens. Ao abordarmos a relação das tecnologias da informação com a sala de aula invertida, mencionamos a primeira delas: é necessário que os alunos tenham um mínimo de acesso à tecnologias para que esse modelo possa ser aplicado. Não adianta promover diferentes ferramentas de ensino-aprendizagem se os alunos não tiverem como e nem souberem acessá-las.</p>
<p>Outra desvantagem &#8211; pelo menos no início do processo &#8211; está relacionada à autodisciplina dos estudantes! Em estudos, professores relataram a dificuldade em fazer com que seus alunos concluam as atividades pré-sala de aula e cheguem em sala de aula despreparados. Uma forma de contornar esse problema é estimular os alunos e destacar a importância dessa atividade. Uma forma bastante utilizada é o incentivo para que os alunos assistam a vídeos ou leiam os materiais em grupos &#8211; online, mesmo!</p>
<h2>Considerações Finais</h2>
<p>As salas de aula invertidas são uma forma de aprendizagem combinada, na qual o aluno é o elemento inicial do seu processo de aprendizagem: o professor compartilha materiais que devem ser estudados e, posteriormente, traz o aluno para a discussão e para a prática do conteúdo aprendido.</p>
<p>Trata-se de uma metodologia ativa que tem apresentado resultados significativos no desempenho dos estudantes, ainda mais em tempos de pandemia e de tecnologias. A tecnologia vem como um elemento extra e facilitador nesse processo, mas lembre-se que é a pedagogia que vai impulsionar o sucesso da sala de aula invertida.</p>
<p>Você já viu que a sala de aula invertida é uma metodologia que busca fazer o aluno como responsável pelo primeiro conteúdo com um novo tema. Dessa forma, na maioria das salas de aula invertidas, os alunos compreendem o conteúdo fora da classe e participam de atividades de aprendizagem engajadas dentro da classe.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br/blog/sala-de-aula-invertida/">Metodologias ativas: sala de aula invertida</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://simulare.com.br">Simulare - Jogos de Empresas</a>.</p>
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